29 de janeiro de 2014

MEU PRIMEIRO (E ULTIMO) ANAL


Saia com um cara, o Fernando. Sei que ele é horrível de rosto mas tem um pau que nossa nossa... que só de lembrar me causa arrepios. Conheci o Fernando quando eu e minha prima estávamos indo para uma balada na primeira semana de Janeiro (em 2011) e fiquei embromando pra ficar com ele.

Na saída da balada conversamos nós duas esperando o maldito(ou bendito) ônibus e do nada começou a chover, não tivemos outra escolha a não ser entrar num barzinho. Foi nesse dia que minha prima me apresentou o Fernando.

Alguns dias se passaram e finalmente aceitei os insistentes convites de Fernando, no primeiro encontro fomos ao cinema assistir... assistir... bom, o filme não me lembro, mas me lembro do tamanho do caralho dele duríssimo em minhas mãos e eu com medo de alguém notar...

Passou um tempo e o Fernando insistia pra gente sair, ele rasgou o verbo um dia e disse que queria me levar num motel, alias um motel que eu queria muito conhecer, neguei uma, duas, uma dezena de vezes, mas ele insistia até que um dia decidi aceitar o convite. Depois de perder minha virgindade com um carinha que eu mal conhecia, que mal tinha em transar com o Fernando?

Na hora marcada eu estava lá, eu estava com uma microssaia, blusa tomara que caía e uma sandalinha bem simples.... por debaixo um sutian sem alças e com o bojo que valorizava meus seios, além de uma calcinha de rendinha, ambas peças na cor branca, totalmente preparada para a batalha e em meio a tudo isso transpirava ansiedade, pois seria a primeira vez com o Fernando e  eu já conhecia o tamanho da piroca dele.

Fomos a um barzinho, que ficava no meio do trajeto para o  motel, tomei duas tequilas e trocamos uns beijos, eu já havia percebido o quanto ele estava excitado e confesso... estava molhadinha.

Ao chegar ao motel, nem havíamos saído do carro e ele começou a me beijar maravilhosamente gostoso, desceu a mão para as minhas pernas, e colocou em baixo da minha saia e eu, já um pouco excitada, peguei naquele volume de baixo da calça de tactel.

Subimos para a suite, e depois de sinalziar ao atendente que já estavamos dentro da suite começou a pegação. Ele tirou a camisa e calça ficando somente de cueca, e me agarrando me conduziu para um sofa no lado oposto ao da cama. Ele praticamente arrancou a calcinha e levantou minha microssaia deixando minha bucetinha de uma forma facil pra ele cair de boca. Olhei pra ele e disse:

- Gostou?

Ele respondeu com um grunido chupando meu grelo de forma frenetica, o que me exitava. Segurei o máximo que eu pude pra não gozar, mas gozei forte e gostoso na boca dele, que ao perceber o meu gozo, terminou o serviço pagando uma sirica.

Eu estava fora de mim de tanto tesão, acho que ele percebeu isso e se aproveitou, abriu o frasco de lubrificante que tinha lá para vender e perguntou:

- Vc é virgem do cú?

Não sei por que razão disse a verdade...

- Aí nunca entrou nada...

Daí ele começou a passa o KY no seu pau e me virou de ladinho, e falou:

- É Carola..., hoje vc vai ver como é bom e porque existe tanto viadinho na terra...

Eu ri mas não sabia se era de medo ou pq estava curiosa com a fala dele... Ele foi passando aquele gelzinho na cabaçona dele e colocando devagar, e eu fui batendo uma siririca para não amarelar... quando fui ver o pau enorme dele já estava encaixado todinho dentro de mim. Dei um gritinho, meio de dor e meio de prazer.

No quarto do motel tinha uma mesinha ele me lecantou com cuidado e me debruçou nela e veio novamente com aquele pau quente e enfiou com toda força, na hora eu gritei novamente só que desta vez somente de dor e escorreu uma lagrima dos meus olhos, ele segurou o pau dentro de mim e lentamente começou a meter. Aos poucos começou a ficar tão gostoso sentir as bolas dele batendo na minha bucetinha que deixei rolar e pedia para ele:

- Mete..., mete mais forte....

Ele perguntou:

- Você está gostando???

E eu disse:

- Muiiiitooooooooo!!!!

Daí ele começou a meter tão forte que eu mal conseguia me segurar com um braço só, só me lembro que ele começou a socar mais forte e falou bem num tom de muito tesão:

- Vou encher esse seu cuzinho de porra agora!!!



Senti que ele começou a meter ainda mais forte me segurando pelos cabelos e eu logo comecei a sentir a tora latejando e jorrando porra dentro do meu cú a dentro... eu tremia de tesão, fiquei tão excitada que logo tirei mandei ele deitar e subi em cima dele, com o pau meio duro ainda enfiei na minha bucetinha e sem muito esforço gozei gostoso montada em cima dele, ele começou a meter devargazinho e depois um pouco mais forte, mandou que eu cavalgasse bem gostoso para ele gozar mais uma vez, com isso me senti uma puta e confesso que ali isso me possuiu, meti tão gostoso que pude sentir a tora dele crescer novamente dentro de mim, pude ver a carinha dele de tesão...

Depois de gozarmos praticamente juntos, pedi um tempo, não tinham me pegado daquela forma até então..., não sou uma puta. Fomos para a hidro para relaxar, conversamos um pouco sobre nossas vidas, nos trocavamos e depois de nos vestir, fomos embora pois já estava amanhecendo.

No dia seguinte estava sozinha em casa (para a minha felicidade), estava numa ressaca danada, e muita dor no cú.... tive de marcar com um proctologista, puta que o pariu, nunca mais dou o cú.  Eu e o Fernando no vimos outras vezes, saímos, mas não tive mais coragem de ir com ele no motel, vai que na empolgação acontece tudo novamente???

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