Foi um plantão intenso e estressante, mas ao final dele, algo inesperado aconteceu. Dr. Eduardo, o médico mais cobiçado da equipe cirúrgica, me chamou de canto, com aquele mesmo perfume amadeirado e o sorriso que me fazia derreter. "Carol, o que você acha de a gente se encontrar depois do expediente? Precisamos relaxar depois de um dia desses."
Eu sorri, meu coração acelerado com a proposta. "Acho uma ótima ideia. Onde você sugere?"
"Conheço um barzinho tranquilo a alguns quarteirões daqui. Podemos beber algo e conversar." Ele disse, com um brilho nos olhos que prometia mais do que apenas bebidas e conversa.
Terminamos o turno e nos encontramos na saída do hospital, no estacionamento, onde estava o carro dele. Eduardo estava casualmente elegante, com uma camisa azul clara que realçava seus olhos e uma calça jeans que abraçava suas pernas de forma provocante. Fui até ele, e juntos caminhamos até o barzinho que ele havia sugerido.
Chegamos ao lugar, um pequeno refúgio com luzes suaves e música agradável. Sentamos em uma mesa no canto, um pouco afastada do movimento. Pedimos nossas bebidas, e a conversa fluiu naturalmente, passando do trabalho para interesses pessoais, com risadas e olhares intensos se misturando.
Enquanto falávamos, a tensão entre nós aumentava. Eduardo se inclinou sobre a mesa, seus olhos fixos nos meus. "Sabe, Carol, desde aquele plantão eu não consegui parar de pensar em você. Ainda sindo aquele prazer, ainda sinto você... sabe!?"
Sorri, sentindo meu rosto se acender com um leve rubor. "Eu também, doutor Eduardo. Você tem uma maneira de me deixar sempre querendo mais."
Ele estendeu a mão e segurou a minha. "Primeiro, o 'doutor' vamos deixar para o trabalho. Segundo, vamos sair daqui? Estou louco por você, Carol!"
Concordei sem hesitar. Saímos do barzinho e fomos para o carro dele. O trajeto até o apartamento de Eduardo foi rápido, o silêncio carregado de expectativa. Ao chegarmos, mal conseguimos entrar antes de nos envolvermos em um beijo profundo e desesperado.
Entramos no apartamento e Eduardo me pressionou contra a parede, seus lábios descendo para meu pescoço enquanto suas mãos exploravam meu corpo. "Você é incrível, Carol, muito gostosa!" ele murmurou, sua voz rouca de desejo.
"Você também, Eduardo..." respondi, puxando-o ainda mais para perto.
Nossos corpos se moviam em perfeita harmonia, a urgência em nossos toques aumentando. Tiramos as roupas um do outro com rapidez, cada peça caindo ao chão enquanto nos movíamos para o quarto. Deitamos na cama, e a paixão entre nós se intensificou.
Os beijos de Eduardo eram quentes e famintos, suas mãos deslizando pelo meu corpo com uma precisão que fazia meu corpo tremer de prazer. Eu correspondi, explorando cada centímetro do seu corpo, sentindo os músculos tensos sob minha pele.
Ele me deitou na cama, seus olhos queimando de desejo enquanto me observava. "Você é linda, Carol," ele disse, antes de se inclinar e me beijar novamente, dessa vez com mais ternura.
Eduardo estava ao meu lado, respirando suavemente, o observei por alguns momentos, a luz da manhã acariciando seu rosto e destacando seus traços fortes e serenos. Não resisti ao impulso de tocá-lo.
Devagar, deslizei minha mão sob o lençol e encontrei seu membro ainda meia bomba. Comecei a acariciá-lo suavemente, sentindo-o ganhar vida sob meus dedos.
Com seu membro totalmente ereto na minha mão, fiquei maravilhada. Era uma visão de pura delícia, grosso e pulsante, com veias que o tornavam ainda mais atraente. Tirei minha roupa, meus seios à mostra. Me inclinei para chupá-lo, babava e lambia, sentindo a textura e o sabor dele enquanto Eduardo me olhava nos olhos, uma expressão de desejo intenso estampada em seu rosto. "Isso está incrível, você é uma delicia Carol..." ele murmurou, a voz carregada de prazer.
Minha excitação crescia. Eu estava complentamente atraida por aquele médico e eu temia que isso pudesse nos prejudicar, enquanto colegas de trabalho.
Minha buceta já estava molhada e latejante. Tirei minha calcinha e pedi que Eduardo me tocasse. Ele me atendeu, deslizando seus dedos habilidosos dentro de mim enquanto beijava minha boca e brincava com meus seios. Gemia de tesão, perdida no prazer que suas carícias me proporcionavam. Quando ele começou a chupar meus mamilos, lambendo e sugando com fervor, me excitava ainda mais, me deixando nas nuvens.
"Eduardo, eu preciso de você... quero que você deite!" eu pedi com desejo. Ele me atendeu e subi em cima dele, sentindo a cabeça do seu pau entrar em mim, ignorando a falta de preservativo. A sensação era avassaladora. Eduardo apertou meu pescoço suavemente enquanto eu rebolava sobre ele, sentindo-o preencher cada centímetro do meu interior. "Caralho... caralho..."
Eduardo me virou de quatro e começou a me penetrar com força. Eu gemia alto, adorando cada puxão de cabelo e a cada palavrão que ele dizia, como que um grunhido de uma fera selvagem em meu ouvido. Eduardo parecia saber exatamente do que eu gostava, e eu me entreguei completamente ao momento.
Depois de cerca de 30 minutos de chupadas, dedadas e muito sexo, Eduardo pediu para gozar na minha boca, me parecia a coisa certa a fazer. Me ajoelhei e bati pra ele, sentindo seu pau pulsar antes de jorrar no meu rosto. A sensação do leitinho quente e a visão dele se derramando sobre mim eram deliciosas.
Deitamos juntos, respirando pesadamente, nossos corpos entrelaçados. Eduardo me puxou para perto, seus lábios roçando minha testa. "Essa foi a melhor maneira de terminar um dia de plantão," ele disse com um sorriso.
Concordei, sentindo-me completamente satisfeita e relaxada. "Com certeza, Eduardo. Vamos fazer isso de novo."
Ele riu, beijando-me suavemente. "Pode apostar, Carol. Pode apostar."


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