Série O Conselho da Águas Episódio 12, Temporada 02.
Escrito por: Carol Motta.
Eu me aproximei para cumprimentá-la, pois já a conhecia de capacitações que fizemos anteriormente. Notei o desconforto de Jean diante de Karina. Talvez fosse pela sua presença imponente, jovem e linda, representando um sindicato tão importante no conselho.
A reunião seguiu com Jean assessorando a diretoria e Lionel presidindo com a autoridade de sempre. Furtivamente, trocávamos olhares. Meu coração batia mais forte a cada encontro de nossos olhos. Esperava que, depois dessa reunião, algo pudesse acontecer entre nós. A saudade era insuportável.
Após a reunião, me aproximei de Jean e perguntei sobre a agenda de Lionel. Ele me informou que Lionel tinha uma reunião após o almoço com o segmento de usuários de recursos hídricos, já que algumas mineradoras estavam extrapolando suas outorgas de direitos de uso. Pedi a Jean que agendasse um café com Lionel às 17 horas, no escritório do conselho, pois seria o local mais seguro. Jean assentiu e mandou uma mensagem discreta no telefone de Lionel. De longe, Lionel olhou para nós e acenou positivamente com a cabeça.
Antes de voltar ao meu trabalho, conversei com Karina na entrada do escritório do conselho. Disse a ela que amei a experiência de vê-la no conselho, destacando a importância de sua presença ali. Ela sorriu e falou sobre os desafios e as expectativas que tinha em sua nova posição. Sua confiança era inspiradora, e prometemos nos encontrar para discutir mais sobre nossas áreas de atuação no futuro.
Retornei ao escritório, onde havia uma pilha de trabalho me esperando em nome do município de Congonhas. Enquanto trabalhava, observava Jean se movendo pelo escritório. Sua discrição e cuidado eram notáveis.
Quando o relógio finalmente marcou 17 horas, meu coração acelerou. Dirigi-me à sala da presidência do Conselho das Águas. Lionel já estava lá, esperando por mim. Ao entrar, ele se levantou e nossos olhares se encontraram. Sem dizer uma palavra, Lionel se aproximou e me envolveu em um abraço apertado. A tensão das últimas semanas parecia desaparecer naquele instante. Nos beijamos com paixão, como se o tempo tivesse parado.
Estávamos finalmente a sós, longe de olhares curiosos e das preocupações do dia a dia. Era nosso momento, e nada mais importava. O escritório do conselho, naquele instante, se tornou nosso refúgio. E ali, na sala de presidência, entregamo-nos um ao outro, celebrando a paixão que nos unia, mesmo diante de todos os desafios e obstáculos.
Lionel me beijou luxuriosamente, seus lábios devorando os meus com uma intensidade que fazia meu coração bater descompassado. Tranquei a porta atrás de nós, garantindo que ninguém interrompesse aquele momento tão esperado.
"Precisamos ser discretos, não sabemos ainda quem fez aquilo no chalé," murmurei, entre beijos, a saudade transbordando em cada toque.
Lionel parou por um instante, olhando profundamente em meus olhos. "Tem razão, tem razão..." disse ele, a seriedade em sua voz contrastando com o desejo em seu olhar.
Senti uma ponta de dúvida crescer dentro de mim. "Podemos confiar em Jean? Será que não foi ele quem fez isso ou contou a quem fez?" perguntei, minha voz trêmula com a incerteza sobre o que aconteceu em Catas Altas.
Lionel balançou a cabeça firmemente. "Confio em Jean. Ele é meu braço direito no conselho e em questões pessoais. Sei que não faria isso. Precisamos encontrar outra explicação."
Combinamos então de nos encontrar no Shopping Cidade, para irmos a um hotel. Precisávamos de um lugar seguro, longe dos olhos de todos. Decidimos pelo Dayrell Hotel e Centro de Convenções, um hotel cinco estrelas no centro da cidade, onde poderíamos nos esconder e desfrutar da companhia um do outro sem medo.
Lionel pegou seu telefone e mandou uma mensagem para a esposa dele, dizendo: "Estou indo para Ouro Preto, onde terei uma reunião..." garantindo uma desculpa para sua ausência.
Eu comecei a colocar nosso plano em ação. Saí da sala de Lionel 'aos prantos', fazendo um espetáculo para todos verem. "Não estou suportando o mau humor de Lionel, vou embora!" gritei para Jean, com lágrimas falsas escorrendo pelo rosto.
Jean ficou assustado com a situação, seus olhos arregalados enquanto tentava me consolar. "Vivian, o que aconteceu? Ele está brigando com você por causa do que aconteceu em Catas Altas?" perguntou ele, a preocupação evidente em sua voz.
"Sim!" respondi, soluçando. "Não aguento mais. Preciso de um tempo longe daqui. Vou embora!"
Jean tentou me acalmar, sem saber que tudo fazia parte de nosso plano. Ele acreditou que Lionel estava realmente brigado comigo, e isso garantiu que ninguém suspeitasse de nossos verdadeiros planos.
Enquanto saía do prédio, meu coração acelerava com a antecipação do que estava por vir. Encontrei Lionel no shopping conforme combinamos, e juntos fomos para o Dayrell Hotel. Check-in feito, subimos até o quarto reservado, um luxuoso refúgio longe de tudo.
No quarto, Lionel abriu uma garrafa de um vinho caro. "Ao nosso reencontro," brindou ele, seus olhos fixos nos meus.
"Ao nosso amor," respondi, sentindo a paixão e a saudade transbordarem novamente.
Passamos a noite envolvidos um no outro, esquecendo o mundo lá fora. O dia virou noite, e a noite virou madrugada. Nosso amor se consumou, e a sensação de estarmos juntos era tudo o que importava.
Oi, meu nome é Bruna e eusou casada com um homem muito bem sucedido de 60 anos de idade. Tenho 25 anos, 1.70 de altura, sou branca, rosto lindo e corpo malhado e gostoso, principalmente minha bundona. Vivo só pra estudar e malhar e agora ter amantes, meu orgulho é a minha cintura fina e o meu bumbum grande, pontudo e duro.
Entrei no chuveiro para um banho, depois do banho, passei creme corporal, vesti uma calcinha fio dental e um sutiã bem justo.
Ele me esperava apreciando o vinho gelado, enquanto terminava de fazer algo do trabalho em seu computador. Ao me ver de calcinha e sutian, ele tirou a roupa e eu comecei a chupar seu pau.
"Meu amor, sua boca é de veludo... seu boquete é gostoso demais." ele disse enquanto eu subia e descia. Olhei nos olhos dele enquanto eu chupava, sabia que ele gostava disso.
Lionel se levantou, me fazendo para de chupar seu pau, e disse: "Quero fazer amor com você, estou com muita vontade!" e ele nem imaginava que eu estava louca de vontade de transar.
Ele abriu minhas pernas e começou o vai e vem, estava tão gostoso, que mal ele havia começado e eu estava quase gozando. Comecei a gemer e ele disse: "Queria que você fosse a minha esposa. Estou com muito tesão por você!"
Eu continuava gemendo ele continuava metendo com força até que ele começou a mudar o ritimo, demonstrando que estava quase gozando. Lionel apertava minha bunda e, em certo momento, disse: "Você tem uma bunda muito gostosa."
"Eu sou a tua amante... quero ser a tua puta! Quero que você me procure toda vez que desejar foder gostoso!" Ele mudou o ritimo enquanto eu dizia isso, eu sabia que ele não era o tipo de homem que me faria de puta. Obviamente que eu não queria ser uma puta, mas queria ele me comesse como se eu fosse uma, com intensidade e tesão.
"Eu vou gozar!" ele anunciou. Então eu disse: "Goze fora!" Então ele deu umas bombadas, se ergueu e sentir ele jorrar seu gozo na minha coxa... "Que delicia!" eu disse sentindo o calor de seu leitinho escorrendo na minha pele.
"Isso é um fetiche?" ele me perguntou. Balancei a cabeça negativamente e então ele disse: "Queria gozar dentro!" Sinto o sorriso de formar em um rosto.
Lionel me conduz a virar e ficar de quatro. "Quer ser minha putinha? Vou te comer como se come uma puta!" Senti um puta tesão ao ouvir ele dizer isso, era uma verdadeira quebre de paradigmas que estariamos vivendo a dois.
Ele começou a socar seu pau, a principio meia bomba, já que ele havia acabado de gozar, mas logo ficou duro feito pedra, metendo forte. "Goza pra mim Vivian!" Não consegui me aguentar, gemia e tremia com o prazer proporcionado.
Percebo que ele usou viagra, só podia ser, pois ele estava super duro, super excitado e tinha gozado a pouco tempo, e continuava me comendo, arrombando minha bucetinha com força, eu de quatro.
"Toma Vivian, toma!" ele disse antes de me segurar, tremendo com seu orgasmo e jorrando seu gozo quente dentro de mim. "Ai caralho!" disse gemendo de prazer.
O corpo dele pendeu sobre o meu e caimos sobre a cama, eu sentindo seu corpo quente e sua respiração ofegante. O pau dele havia escapado da minha bucetinha, mas eu sentida ele roçando em minha bunda, me melando com o restinho de semen que ainda escorria de seu pau.
A gente se beija muito enquanto vamos para o banheiro, Debaixo do chuveiro, Lionel me lava com carinho. "Você não é uma puta, eu amo você e você não merece ser tratada como uma puta." Eu entendi o que ele queria dizer.
Terminamos o banho pronta para dar para ele mais uma vez, mas eu estava muito cansada. Quando me deitei, nua sobre a cama, Lionel veio sobre mim, me beijando e me chupando.
Meus seios estava pesados, duros, e ele chupada com desejo. Eu segurava sua cabeça, pois não queria que ele descesse. Me assutei quando ele desvencilhou de mim, beijando minha barriga, dando uma lambida no meu umbigo... "Ai que tesão..." disse gemendo.
Lionel abriu minha buceta, erguendo meu grelo com o dedo para chupar, não demorou e eu gozei: "Ah minha nossa... que delicia!"
Finalmente, exaustos e satisfeitos, estávamos quase caindo de sono, abraçados na cama, nossos corpos entrelaçados, nada mais importava além de nós dois.
Me afastei um pouquinho, para olhar para Lionel e perguntei: "Fiquei curiosa... meu teatro funcionou?"
Lionel soltou um riso e disse: "Tenho certeza de que o que rolou não foi Jean. Ele veio até mim, perguntou o que eu tinha dito a você. Disse que você não era uma boa amante, que eu estava desconfiado de você e tal, daí ele te defendeu, contando que você saiu aos prantos da sala."
Sorri e, em tom de brincadeira, disse: "The Oscar goes to..."
O quarto se encheu com as nossas gargalhadas, e nos beijamos, saboreando a alegria do momento. A felicidade parecia voltar a reinar, por mais que ainda estivéssemos em dúvida sobre quem teria feito aquilo com os carros em Catas Altas.
Enquanto caíamos no sono, abraçados, uma inquietação persistente permanecia em minha mente: a dúvida sobre o que realmente havia acontecido em Catas Altas. Sabia que, mais cedo ou mais tarde, a verdade viria à tona, revelando-se no meio de nossos encontros furtivos e dos segredos escondidos.

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