18 de setembro de 2024

CONTO DA CAROL: PLANTÃO INESQUECÍVEL

Hoje um conto da Carol...
Escrito por: Carol Motta.



Início de plantão e lá estava eu, numa típica sexta-feira à noite, pronta para encarar um longo turno de 12 horas. Mal sabia eu o quanto valeria a pena estar no hospital naquele dia.

Cheguei no meu setor e logo avistei Dr. Eduardo, o médico mais cobiçado da equipe cirúrgica. Ele exalava um perfume amadeirado, com um sorriso largo, vestindo uma blusa preta justa, calça branca colada e um tênis preto. 

Eduardo entrou no vestiário para colocar o pijama hospitalar e, ao sair, informei que precisaria de sua ajuda para transferir um paciente. Ele me olhou intensamente e brincou: "Só você para me fazer trabalhar numa sexta-feira a esta hora. Isso vai te custar caro." 

"Você pode cobrar," respondi rindo, "e eu pagaria com prazer.", a presença Dr. Eduardo tornava o me plantão muito mais agradável.

O plantão estava puxado. Eu dava graças a Deus que ninguém havia falecido naquele turno, mas o trabalho não dava trégua. Para compensar a sorte de não lidar com óbitos, a carga de trabalho era extenuante. Estava sempre correndo de um lado para o outro, atendendo pacientes e lidando com emergências. Mal tive tempo para respirar.

Após transferirmos o paciente, que eu havia solicitado, o Dr. Eduardo voltou para terminar os protocolos no computador. Eu entrei na sala para perguntar se ele precisava de algo, e ele, com um olhar cansado, disse: "Esse dia está puxado, trabalhei muito. Estou precisando de uma massagem nas costas." 

Comecei a massageá-lo, e ele logo ficou arrepiado: "Carol, pare! Eu estou ficando de pau duro! É Sério!" 

Em vez de parar, aumentei a intensidade da massagem, fazendo com que ele ficasse ainda mais excitado. Ele segurou no próprio membro e mostrou o quanto estava duro. 

Com minhas mãos ainda em suas costas, desci por seu peito e segui até sentir seu membro pulsando na minha mão, o tirando para fora da calça.

Eduardo protestou: "Você está louca, pode chegar alguém a qualquer momento!" 

Eu respondi que a graça estava justamente no perigo e, lentamente, comecei a chupá-lo, sentindo a cabeça do seu membro melada e engolindo-o todo até o fundo da minha garganta. 

Continuei o movimento, lambendo todo o membro até as bolas e repetindo isso várias vezes. Até que ele gemeu: "Para, que você vai me fazer gozar...!" 

Eu ignorei e continuei com mais vontade, até que ele gemeu alto, liberando seu leitinho, que encheu minha boca. Engoli tudo e deixei seu membro bem limpinho.

Com um sorriso exuberante, disse a ele que foi um excelente jantar. Me levantei e deixei que ele terminasse seu serviço, enquanto ele me olhava sem reação, sua expressão dizia "o que acabou de acontecer aqui".

Voltamos ao trabalho com uma sensação de leveza, como se aquela tensão tivesse se dissipado. O Dr. Eduardo e eu continuamos nossos deveres com a eficiência renovada, trocando olhares cúmplices de vez em quando, mas mantendo uma postura profissional. 

O plantão seguia difícil, mas agora parecia mais suportável. Sabíamos que a madrugada seria longa, mas a conexão inesperada que tivemos nos deu uma nova energia para enfrentar os desafios restantes.

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