4 de setembro de 2024

O CONSELHO DAS ÁGUAS: ENTRE SEGREDOS E REVELAÇÕES - ALÍCIA

Série O Conselho da Águas Episódio 11, Temporada 02.
Escrito por: Carol Motta.


A distância que Lionel estava de mim era algo mais do que excesso de zelo pelo seu trabalho no Conselho das Águas, ou o fato de ele ter recebido o título de Comendador das Águas. Resolvi vasculhar entre os pagamentos se havia algo improvável ou estranho e encontrei um pagamento a uma rede de hoteis, para aqueles dias, para uma hospedagem em um chalé em Catas Altas.

Pensei em tentar extrair as informações de Jean, o braço direito de meu marido nas campanhas, mas isso não me traria nenhum resultado, a não ser o de coloca-los em uma situação dificil e, no fim das contas, ele só era funcionário do meu marido. Além disso, eu não sabia se Lionel estava ou não me traindo, tudo era disconfiança.

Ao consultar, na internet, fotos do local, tive certeza de que não era um evento de trabalho. Ele estava lá com outra mulher, com toda certeza. Então peguei uma câmera, um binoculo e algumas coisas para efetuar um eventual flagrante.

A raiva fervilhava dentro de mim enquanto eu dirigia pelas estradas sinuosas que levavam até Catas Altas. Cada quilômetro percorrido aumentava minha determinação de confrontá-lo e descobrir a verdade.

Estacionei o carro a uma distância segura do chalé, onde Lionel não poderia me ver. Fiquei observando de longe, e meu coração se apertou ao ver meu marido sair do chalé, abraçado a uma mulher que eu não conhecia. O choque de vê-lo com outra pessoa foi devastador, mas eu precisava ter certeza.

Peguei um binóculo que havia trazido comigo e comecei a observar o chalé de longe. Para meu horror, vi Lionel e a mulher sentados juntos na pequena varanda, tomando café da manhã. Eles estavam tão próximos, suas mãos se tocando de uma forma que era inegavelmente íntima. Meu coração doía com cada gesto carinhoso que eles trocavam.

Eu não os ouvia, mas dava para ver como estava cumplices e apaixonados, o que me magoava ainda mais ainda. Principalmente com a troca de olhares, o gestual, o jeito como eles se tratavam à mesa do café da manhã.

A mulher era linda, com cabelos brilhantes e um sorriso que parecia iluminar o rosto de Lionel. Eu não a conhecia, mas a imagem dela junto com meu marido era insuportável. A dor e a raiva que senti naquele momento eram quase esmagadoras.

A dor era tanta, que não consegui permanecer, de longe, assistindo aos dois se pegando e decidi agir. Fui até o estacionamento do chalé e encontrei o carro de Lionel. Ao lado dele, um carro desconhecido que presumi ser o carro da mulher. Abri o carro dela, que estava destrancado, peguei um batom vermelho que estava no console central do carro. Peguei-o sem pensar duas vezes.

Com uma fúria que eu não conseguia controlar, escrevi "ADÚLTERO" no vidro do carro de Lionel. Em seguida, virei-me para o outro carro e, com o mesmo batom, escrevi "ADÚLTERA" e "PIRANHA" nos vidros dele. Meu coração batia acelerado, e minhas mãos tremiam, mas eu precisava deixar minha marca, mostrar minha raiva e dor.

"Filhos da puta!" Senti uma pontada de satisfação ao ver as palavras rabiscadas nos vidros dos carros. Talvez fosse um gesto pequeno e mesquinho, mas era a única forma de expressar a traição que eu sentia. Antes de ir, com um galho de árvore, esvaziei os pneus dos dois carros, tudo sem medo de ser flagrada ali.

Voltei para o meu carro, tentando recuperar a compostura. Não sabia o que faria a seguir, mas uma coisa era certa: Lionel teria que enfrentar as consequências de suas ações. E aquela mulher, quem quer que fosse, também pagaria por destruir o que eu tinha com meu marido.

Enquanto dirigia de volta para casa, meu coração estava dividido entre a dor da traição e o desejo de encontrar algum tipo de justiça ou consolo. Eu sabia que não poderia continuar assim, mas naquele momento, o que eu mais queria era esquecer a dor, mesmo que apenas por um momento.

Meu pensamento se voltou para Christian. Eu me lembrei de uma noite, após um expediente de trabalho, em que "ficamos" no estacionamento do escritório. Foi um momento de fraqueza, mas também de conexão intensa. Sentia-me culpada na ocasião, e essa culpa me impediu de seguir adiante com Christian. Agora, porém, a traição de Lionel parecia justificar meus desejos e abria um precedente para eu viver essa paixão.

Eu desejava o que evitei naquele dia, a intimidade e a paixão que Christian podia me oferecer. Peguei o celular e, com mãos trêmulas, mandei uma mensagem para ele no WhatsApp: "Estou precisando de você."

As lágrimas continuavam a cair, e a dor da traição era esmagadora. Segui dirigindo, esperando desesperadamente por uma resposta. Quando finalmente o telefone vibrou, vi a mensagem de Christian: "Para o que você precisar."

Meu coração acelerou. A resposta dele foi um bálsamo para minha dor, uma promessa de que ele estaria lá para mim. Respondi rapidamente, sem hesitação: "Quero e preciso de você agora!"

Marcamos de nos encontrar em um local discreto. Quando cheguei, Christian já estava lá, esperando por mim com uma expressão preocupada no rosto. Assim que entrei no carro dele, ele me puxou para um abraço apertado, e mais lágrimas escorreram pelo meu rosto.

"Vamos sair daqui," ele disse suavemente, beijando minha testa. "Vamos para um lugar onde você possa se sentir segura."

Seguimos para o Mediterrâneo, um dos motéis mais chiques da cidade. O ambiente luxuoso contrastava com o turbilhão de emoções dentro de mim. Christian me conduziu até um dos quartos, e assim que a porta se fechou atrás de nós, me senti um pouco mais aliviada.

Ele me segurou pelos ombros, olhando fundo nos meus olhos. "Alicia, estou aqui para você. Conte-me tudo."

Contei a ele sobre Lionel, sobre a traição, sobre a mulher jovem e bonita com quem ele estava. Cada palavra parecia uma faca cortando minha alma, mas Christian ouviu com paciência e compreensão. Seus braços ao meu redor me ofereciam um consolo que eu desesperadamente precisava.

Quando terminei de falar, ele enxugou minhas lágrimas com suavidade. "Você merece mais, Alicia. Eu estou aqui para você." Suas palavras claramente reforçando que ele estava ali para mim.

Seus lábios encontraram os meus em um beijo ardente, e a dor começou a ser substituída por um desejo profundo de estar com ele. O beijo se intensificou, e em pouco tempo, estávamos envolvidos em uma paixão avassaladora.

Aquela noite no Mediterrâneo foi tudo o que eu precisava para esquecer, pelo menos por um momento, a traição de Lionel. Christian me fez sentir desejada, apreciada, e, acima de tudo, valorizada.

Tirei a camisa do Christian e comecei a passar minha língua pelo seu peito, descendo para o abdome, desabotoei a calça dele e a comecei tirar olhando pra ele, olhando em seus olhos.

"Não imaginava que você podia ser tão sexy assim..." ele disse, sua voz embargada pelo tesão.

Quando eu vi Christian só de cueca, me olhando com uma cara de macho alfa e safado; tirei minha blusa, o meu sutiã e depois a minha calça ficando apenas de calcinha. Fui até ele e abaixei sua cueca, peguei em seu pau, já duro feito pedra, com aquela cabeça parecendo um grande morango, ele tinha o pau grosso.

Então, comecei a chupar o pau dele pela cabeça, chupando bem devagar e passando a língua, comecei a engolir devagar até sentir ele todinho no fundo da minha garganta.

A cada chupada que eu dava sentia o corpo dele tremer, ele então começou a gemer.

Nossos corpos se entrelaçaram, e a conexão entre nós era algo que eu nunca havia experimentado antes. "Ahhh porra que chupada gostosa..."

Olhei pra ele e perguntei: "A sua namorada não chupa gostoso assim?" Ao ouvir minha pergunta, ele segurou minha cabeça, seu pau em minha boca e meus olhos olhando nos seus. "Você é a minha namorada, estava esperando por você."

Fiquei mais excitada ainda depois de sua fala e com todo o seu trato comigo, mas já começando a perder a lucidez, fiquei com a respiração ofegante e disposta a me entregar ao meu jovem amante.

Ele me ergueu, me encostou na parede, enquanto me beijava, e num gesto rápido, me virou de costas, me segurando forte minha bunda. Não hesitei e empinei o meu bunda para ele. Christian se ajoelhou atrás de mim e abaixou a minha calcinha, dando beijos, chupões, tapas e lambidas na minha bunda. "Você é muito gostosa! Que raba!"

Christian ficou uns segundos só olhando para a minha bunda, após ficar me elogiando, dizendo que eu era gostosa... enfim. "Tem coragem de me dar um cuzinho?". Eu contei a Christian que havia feito sexo anal uma única vez, há mais de 6 anos, que havia sentido muito dor. Por esse motivo o meu marido nem insistia em comer o meu cuzinho. "Se você estiver afim de me comer, eu só deixo você comer o meu cuzinho se me fizer gozar muito gostoso antes..."

Ele se sentou na beirada da cama e me colocou em seu colo, dando-me beijos longos e carinhosos. Sentada em seu colo, eu sentia a seu pau bem duro e já imaginava ele todinho dentro de mim. Christian chupava os meus seios, eu pegava em seu pau.

Deitada na cama, o vi tirar a minha calcinha, que estava entre minhas pernas, e, após tirar sua cueca, colocou o preservativo e se deitou ao meu lado. Eu o abracei e comecei a beijar a sua boca e enquanto nos beijava-mos, ele me posicionava de ladinho e enfiou o pau na minha buceta.

Fui ao delírio e pelo ritmo da transa, parecia que eu dava para dois caras; um muito safado e um muito carinhoso. As suas mãos, a sua boca, a sua voz... ele estava quase me matando de tanto tesão.

As palavras e os gestos do meu jovem amante me levavam a crer que eu era só dele e de mais ninguém. Gozei várias vezes; de ladinho, de quatro, cavalgando enquanto me via no espelho dando para ele. Por fim, eu agora só pensava em pagar a minha dívida e dar o meu cuzinho para ele.

Fiquei de quatro na cama, enquanto ele por trás lambia o meu cuzinho, pedindo para eu relaxar. Por pouco não gozo novamente com a sua língua no meu cu. Após lamber bem o meu cuzinho, Christian ainda me lubrificou com um gél que ele havia trazido. Antes de comer o meu cuzinho, o meu jovem amante me pediu para chupar o seu pau, alegando que eu deveria lubrificar a sua pica com a minha boca.

Eu fiz o meu papel e o chupei gostoso, torcendo ainda para ele gozar na minha boca. Ficamos de ladinho na cama e ele começou a me penetrar bem devagar enquanto falava me excitava com carícias.

Senti um pouquinho de dor, mas nem se comparava com a que eu senti quando fiz anal pela primeira. A cada gemidinho de dor que eu dava, ele reduzia o ritmo e me dizia para eu relaxar, ao mesmo tempo que chuoava de leve a minha orelha. Após uns três minutos de muita calma por parte do meu amante e eu de buceta molhada.

A dor ficou bem gostosinha e eu comecei a rebolar no seu pau, enquanto um arrepio me subia pelo corpo inteiro, passando pela espinha e vindo até a nuca, no início dos meus cabelos. Me virei para trás e lhe lambi a boca enquanto sentia o meu cuzinho sendo fodido por ele. Estava de quatro na beirada da cama e mandei ele empurrar com tudo no meu cu. Quando ardia um pouco, ele retirava o pau e lubrificava mais um pouco com o gél.

Eu estava adorando dar o cuzinho para o meu amante, decidi fazê-lo gozar, já que ele estava delirante com a minha bunda, eu o deitei confortavelmente na cama e fiquei em pé de costas para ele. Me agachei devagarinho, empinando a minha bunda o máximo possível e encaixando o cuzinho no seu pau.

De joelhos na cama, eu subia e descia, meu cuzinho engolindo o seu pau e quando olhava para trás, quase morria de tesão ao ver a sua carinha em me comer, olhando para a minha bunda. Senti o seu pau inchar, pulsando gostoso dentro do meu cuzinho, o que me fez me arrepender de não ter permitido que ele me comesse sem camisinha.

Enquanto nos perdíamos um no outro, a dor da traição se dissipou, sendo substituída por uma sensação de liberdade e redenção. Christian me proporcionou uma fuga, um alívio, e naquele momento, nada mais importava além do que estávamos compartilhando.

Como estava dando hora de a gente ir embora, fomos para a banheira tomar banho juntos. Depois do banho nos vestimos e Christian, foi um verdadeiro cavalheiro.

Christian me levou de volta ao local onde nos encontramos antes de ir ao Mediterrâneo. Quando estacionou o carro, ele desligou o motor e virou-se para mim, segurando minhas mãos com uma firmeza reconfortante.

"Você vai ficar bem?" ele perguntou, os olhos cheios de preocupação.

Assenti, sentindo uma pontada de gratidão por ele estar ao meu lado. "Sim, vou ficar bem. Obrigada por tudo, Christian."

Ele me puxou para um último abraço, seus lábios encontrando os meus em um beijo suave, mas cheio de promessas não ditas. "Se precisar de qualquer coisa, me avise. Estou aqui para você."

Saí do carro e o observei se afastar, a realidade começando a se instalar novamente. A dor da traição de Lionel ainda estava presente, mas agora havia uma nova determinação em mim. Eu não seria a vítima. Lionel iria pagar pelo que fez.

Dirigi de volta para casa, minha mente girando com planos e pensamentos. Quando cheguei, fui direto para o banho. A água quente ajudou a limpar não só meu corpo, mas também parte da angústia que ainda sentia. Coloquei minhas roupas na lavanderia antes que alguém pudesse vê-las, garantindo que nenhum vestígio da minha noite com Christian fosse descoberto.

Com a sensação de renovada determinação, comecei a preparar o jantar. Quando terminei de servir as crianças, ouvi o som familiar da chave na porta. Lionel entrou, parecendo cansado e distraído. Ele se aproximou de mim com um sorriso que parecia genuíno, mas agora eu via a mentira por trás de sua máscara.

"Boa noite, meu amor!" Ele me beijou como se os últimos dias com outra mulher não tivessem acontecido.

"Safado!" pensei, mas retribuí o beijo, escondendo meus verdadeiros sentimentos.

Sentamo-nos para jantar, e eu observei Lionel. Ele estava preocupado, pensativo, mas tentava manter a aparência de normalidade. Durante a refeição, ele fez perguntas triviais, conversou com as crianças e tentou manter a fachada de um marido dedicado.

Enquanto ele falava, eu me mantinha calma, planejando meus próximos passos. Ele não sabia que eu estava ciente da traição, e eu usaria isso a meu favor. A cada palavra que ele dizia, minha determinação crescia. Eu iria fazer dele um corno, e ele nunca saberia o que o atingiu.

Após o jantar, Lionel ajudou a limpar a mesa, ainda tentando manter a normalidade. Mas eu sabia que ele estava preocupado, talvez suspeitando que algo não estava certo. Quando as crianças foram para a cama, ficamos sozinhos na sala de estar. Ele se sentou ao meu lado no sofá, tentando me puxar para um abraço.

"Você está bem, Alicia?" ele perguntou, a preocupação evidente em sua voz.

"Sim, estou bem," respondi com um sorriso falso. "Apenas cansada."

Ele me beijou na testa e se afastou para ir ao escritório. Eu o observei, sentindo uma mistura de raiva e satisfação. Ele não sabia o que o aguardava, e isso me dava um sentimento de poder. Eu não seria mais a esposa traída. Eu faria Lionel pagar pelo que fez, de uma maneira que ele nunca esperaria.

Naquela noite, deitada na cama ao lado dele, minha mente estava cheia de planos e estratégias. A dor da traição ainda estava lá, mas agora havia uma nova força dentro de mim. Lionel não sabia, mas seu mundo estava prestes a mudar, e eu estava no controle.

Continua...

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