Série O Conselho da Águas Episódio 10, Temporada 02.
Escrito por: Carol Motta.
O sol de Catas Altas filtrava-se pelas janelas do chalé, tingindo o ambiente com um brilho suave e dourado. Acordei lentamente, sentindo o calor do corpo de Lionel ao meu lado. Ele ainda estava adormecido, seu rosto relaxado, sem as linhas de preocupação que costumava exibir durante o dia. Fiquei observando-o por um momento, admirando a serenidade de seus traços.
Com cuidado, deslizei para fora da cama e fui até a pequena cozinha do chalé. Preparei uma cafeteira de café fresco, o aroma rico enchendo o ar enquanto eu colocava a mesa para o nosso café da manhã, que montei cuidadosamente em uma varanda do chalé. Pão fresco, frutas, queijos e um pouco de mel compunham a refeição simples, mas acolhedora.
Lionel apareceu na cozinha, seus olhos ainda meio sonolentos, mas com um sorriso que derretia qualquer resquício de cansaço. Ele me puxou para um abraço apertado, seus lábios encontrando os meus em um beijo lento e apaixonado. A intensidade de seu beijo fez meu coração bater mais rápido, e por um momento nos esquecemos de tudo ao nosso redor. Quase fizmoes amor ali, mas o alertei sobre o café da manhã: "Precisamos tomar café antes que esfrie," murmurei, sorrindo entre beijos. Ele sorriu, um gesto suave que fazia meu coração se aquecer. "Tem razão, vamos aproveitar." Ele concluiu.
Sentamos à mesa, nossas mãos se tocando casualmente enquanto conversávamos sobre coisas triviais e ríamos juntos. Cada toque, cada olhar trocado era carregado de uma paixão avassaladora que tornava cada momento mais precioso. O ambiente externo trazia um frescor e o isolamento nos dava uma liberdade intensa e gostosa.
Entre goles de café e mordidas de pão, Lionel deslizou a mão pelo meu braço, provocando arrepios de prazer. Suas carícias eram gentis, mas cheias de desejo, e eu me sentia completamente rendida àquele homem que significava tanto para mim. Ele trouxe meu rosto para perto e me beijou novamente, nossos lábios se movendo em perfeita sincronia.
"Eu amo esses momentos com você, Lionel. É como se o mundo lá fora deixasse de existir quando estamos juntos." eu disse confidenciando minha percepção do momento. "Eu também, Vivian. Cada instante ao seu lado é precioso. Queria que pudéssemos viver assim, sem preocupações. Prometo que um dia vamos ter isso todos os dias!" ele me respondeu, depois de tomar um gole de café, seu tom destacava sua promessa. "Promete mesmo? Parece um sonho distante, mas é o que mais desejo." Ele me olhou nos olhos, seu olhar penetrante como se pudesse falar com a minha alma, o que me provocava além do comum.
"Promete mesmo? Parece um sonho distante, mas é o que mais desejo." perguntei, me sentindo nua diante de seus olhos em meus sentimentos. "Prometo! Encontraremos um jeito. Teremos um futuro onde não precisemos nos esconder de nada e nem de ninguém!" Suas palavras eram como um balsamo para meu coração.
O tempo parecia parar enquanto desfrutávamos da companhia um do outro. Ele me fazia sentir especial, desejada, e eu sabia que aqueles momentos juntos eram algo que eu guardaria para sempre.
Finalmente, com o café da manhã terminado, nos levantamos e voltamos para a cama, onde nos aconchegamos novamente. O calor do sol que entrava pelas janelas era acolhedor, e nos envolvemos em uma manta, desfrutando da intimidade tranquila que só podíamos encontrar ali, naquele lugar afastado de tudo.
Nossos corpos se entrelaçaram mais uma vez, e em meio a beijos e carícias, nos perdemos um no outro. A paixão entre nós era incontrolável, e cada momento juntos parecia mais intenso que o anterior.
A mão direita dele começou a subir pela lateral do meu corpo, subindo devagar com a ponta dos dedos tocando por toda a lateral do meu corpo até chegar no meu seio direito, ele começou a brincar com o mamilo, circulando de leve ao redor, dava algumas apertadas de leve. "Aí... safado!"
Lionel desceu a mão do meu seio direito, acariciando todo o meu abdômen, isso estava me fazendo ficar toda arrepiada, havia um cheiro de sexo, de desejo, eu parecia que estava no cio, queria transar logo.
Ele continuou descendo até que parou com seus dedos acariciando o meu clitóris, massageando bem devagar, subindo, descendo, circulando, eu podia sentir as ondas de prazer, estava ficando encharcada. Um de seus dedos deslizou para dentro da minha buceta e brincando um ponto sensível.
"Ai, me fode gostoso, me faça gozar!" Disse entre gemidos e espasmos, implorando pelo sexo anunciado. "Estou pronta! Molhada... estou muito molhada!"
Pela forma como ele me tocou, percebi que estava hiper molhada, soltei um "ai" quando o dedo passou novamente por um ponto mais sensível do meu clitóris.
Lionel abriu minhas pernas, os meu lábios vaginais e começou a chupar minha buceta. Pelos grunhidos de prazer que ele soltou ao meu chupar, dava a entender que estava gostando do cheiro, do gosto...
"Lionel, por favor... para de me torturar e me fode logo, eu não aguento mais..." 'Me fode', ao dizer isso percebi que o meu linguajar estava se tornando mais íntimo, mais carregado de desejos luxúria.
Ele continuva me chupando, brincando com o meu clitóris, eu me segurando na grade da cama, tremendo as pernas e gemendo. Ele estava subindo e descendo a língua, comecei a sentir espasmos e as pernas moles. "...vou gozar, vou gozar, estou gozando..." eu estava tremendo com as ondas maravilhosas de prazer, que me inundavam.
"Goza pra mim, goza na minha boca, me dá esse mel..." Eu me arrepiei com seu comando. "Ah, caralho!" soltei quando o orgasmo tomou conta de mim e quase arranquei as barras que eu segurava da cama.
"Meu amor, você goza como uma putinha! Gosto disso!" Ele disse enquanto eu contorsia de prazer com aquele oral, uma chupada que me fez gozar de uma forma totalmente diferente de tudo que eu já havia sentindo.
Senti ele vir sobre mim, não estava preparada, tampouco pronta para continuar 'trepando', mas ele estava preparadíssimo para me arrombar. "Eu quero gozar dentro da sua bucetinha gostosa!"
Lionel começou a pincelar com a cabeça do seu pau nos lábios encharcados da minha buceta. Apoiei seu corpo usando minhas coxas, embora ainda estava trêmula. "Mete gostosinho, mete pra me encher de leitinho..." Ele encaixou seu pau na entradinha da minha buceta, podia sentir ele pulsado.
Ele começou a meter, me abrindo com uma força que me deixava ainda mais excitada. Suas estocadas potencializavam meu tesão, me fazendo gemer. As estocadas eram firmes, embora lentas, o que me causava uma urgência por mais, enquanto com a mão puxava meu cabelo, até seu pau entrar todo.
"Me fode com força!" disse, meio que no calor do momento. "É isso o que você queria!?" Só consegui responder. "Uhumm.." sentindo uma mistura de dor e tesão, ele ia aumentando a velocidade devagarinho, até estar me fodendo... dava para ouvir o "plac,plac,plac" do som de seus ereção "socando" minha bocetinha sedenta.
"Me fode, me fode gostoso... me arromba e me enche porra." Não sei o que estava na minha cabeça, mas deixei o meu tesão falar por mim, não era eu, mas o meu tesão falando. "Vou gozar, vou gozar e encher sua bucetinha linda...." Ele continuou bombando por mais uns minutos, eu estava pompoando e estumulava meu clitóris com a mão direita, cada vez mais frenético.
"...não aguento mais, vou gozar" Ele avisou. Então eu disse: "Goza safado, goza! Me encha de leite!" Ele me deu umas três bombadas mais fortes e então me encheu com seu leitinho quente. "Ahhhh... gozei!" Ele confessou, quase desfalecendo. "Deixa aí, deixa ai um pouquinho, quero sentir pulsar tudo ela pediu." Segurei, mantendo o meu pau dentro da bucetinha dela, sentindo ela pompoar entorno do meu pau.
Ficamos ali, ele sobre mim e o resquícios do orgasmo de ambos no ar. Repiração ofegante e uma sesação de que que estavamos entregues de corpo e alma, um para o outro. E assim lentamente adormecemos novamente, envolvidos em um abraço apertado, nossos corações batendo em uníssono, como uma música em um compasso perfeito.
Após um início de dia tão sereno e íntimo, decidimos aproveitar final da manhã e almoçar fora. Nos levantamos com a sensação de que aquele lugar afastado nos proporcionava uma estadia perfeita. Nos vestimos adqueadamente, como um casal de férias naquele lugar. "Vamos no meu carro!" ele disse, antes de pegarmos a chave do chalé. Deixei a chave do meu na lateral da minha mala e então saímos.
Acompanhei Lionel até o carro, ambos estava estacionado em uma pequena área, praticamente ao lado do chalé. Quando nos aproximamos, o cenário diante de nós fez meu coração acelerar. Em um instante, a tranquilidade foi substituída por um choque gelado de realidade, uma sensação de pânico se formou entre nós.
"ADULTERO" estava escrito no vidro do carro de Lionel em letras grandes e vermelhas. Olhei para o meu carro e vi o mesmo tipo de vandalismo: "ADULTERA" e "PIRANHA" estavam escritas nos vidros, haviam usando um batom que eu deixara no carro, a mensagem parecia pessoal, quem enteve ali deixou claro que era eu quem estava sendo atacada.
Os pneus dos carros estavam completamente esvaziados, tornando impossível qualquer tentativa de sair daquele local naquela hora. O desespero rapidamente tomou conta de nós.
Lionel tentou manter a calma, mas o pânico era evidente em seus olhos. "Não pode ser," ele murmurou, passando a mão pelos cabelos. "Como descobriram onde estávamos?"
Eu estava paralisada por um momento, olhando para as palavras ofensivas que tinham sido escritas nos vidros. O choque inicial foi rapidamente substituído por uma sensação esmagadora de desespero. "Fomos descobertos," eu disse, minha voz tremendo. "Alguém sabe sobre nós."
Lionel agarrou minha mão, tentando buscar alguma forma de conforto no toque. "Temos que pensar em algo. Precisamos entender o que fazer agora. Não há câmeras de segurança aqui, então não podemos identificar quem fez isso."
Olhei ao redor, o estacionamento vazio parecia um cenário quase surreal, como se o mundo estivesse tentando nos dizer que estávamos em um lugar seguro apenas para ter o chão cortado debaixo de nossos pés.
"Eu não estou acreditando que isso está acontecendo," eu disse, minha voz mal conseguindo esconder o pânico. "E agora? O que fazemos?"
Lionel respirou fundo, tentando recuperar a compostura. "Vamos dar um jeito de resolver isso. Primeiro, precisamos encontrar uma solução para os pneus furados. Depois, tentaremos limpar os vidros e tirar o batom. Vamos ver se conseguimos encontrar algum meio de comunicação e relatar o ocorrido."
Sentia a necessidade urgente de encontrar uma maneira de sair daquela situação constrangedora e angustiante. As palavras ofensivas nos vidros, o carro vandalizado e o fato de que estávamos completamente presos ali era um lembrete brutal de que nossa relação não era apenas secreta, mas agora também estava em risco.
Nos aproximamos dos carros para examinar os danos mais de perto. Tentamos limpar os vidros com o que tínhamos à mão, mas sabíamos que isso não resolveria o problema do vandalismo ou da situação em que estávamos. A sensação de vulnerabilidade era palpável, e o desespero apenas aumentava com cada minuto que passava.
"Não podemos deixar que isso nos domine," disse Lionel, tentando trazer um pouco de racionalidade à situação. "Vamos resolver isso, e depois encontraremos uma forma de continuar com o nosso plano."
Eu balancei a cabeça, tentando absorver suas palavras e encontrar algum conforto na sua presença. "Vamos fazer isso," eu disse, segurando firme a mão dele. "Temos que ser fortes, não importa o que aconteça."
Com isso, começamos a trabalhar juntos para lidar com a situação, conscientes de que, mesmo em meio ao caos, a nossa relação e a nossa determinação eram o que nos manteriam firmes.
Depois de muita insistência, conseguimos fazer com que os nossos telefones pegassem um sinal suficiente para chamar o suporte da empresa que administra os chalés. A resposta foi rápida, e o auxílio prometido estava a caminho. No entanto, até que eles chegassem, precisávamos lidar com a situação o melhor que pudéssemos.
Lionel e eu, ainda abalados, começamos a trabalhar para resolver o problema. Com cuidado, ele pegou o compressor que tinha em seu carro, e eu o ajudei a encher os pneus do meu carro. O som do compressor encheu o ambiente, quase como um lembrete do quão longe nossos planos de um dia perfeito haviam ido. Assim que os pneus estavam cheios, Lionel começou a trabalhar no carro dele, o que nos deu um pouco de alívio.
Enquanto ele trabalhava, eu limpei os vidros dos carros com um pano e detergente, tentando remover as palavras ofensivas da minha mente, não somente dos vidros. O clima perfeito que havíamos desfrutado naquela manhã parecia ter desmoronado com o vandalismo. O brilho do sol, que antes parecia acolhedor, agora parecia apenas iluminar a realidade desconcertante diante de nós.
Finalmente, com os pneus dos dois carros devidamente inflacionados e os vidros limpos, decidimos ir embora. O sentimento de que o dia havia sido completamente arruinado nos acompanhava enquanto nos preparávamos para deixar o local. A atmosfera havia mudado drasticamente, e a sensação de que algo estava muito errado nos envolvia.
Quando o apoio da empresa finalmente chegou e verificou os carros, pediram desculpas, mas não tinham como saber quem havia feito aquilo, afinal era um lugar literalmente isolado e somente quem sabia da locação tinha acesso, já que era distante de quaisquer vias normais.
Assim que o apoio foi embora, o peso da situação se tornou quase insuportável. Não consegui mais segurar as lágrimas. O medo e a angústia se misturaram em um turbilhão emocional. Olhei para Lionel, minhas lágrimas escorrendo livremente.
"Jean, talvez ele saiba que fez isso..." Eu soltei, a voz tremendo com a dor e a incerteza.
Lionel me olhou com uma expressão de preocupação, tentando me confortar. "Calma, Vivian. Vou verificar e vamos descobrir o que aconteceu. Não podemos deixar que isso nos domine agora. Mas tenha calma!"
Seu tom era firme, mas compreensivo, e embora as palavras não pudessem apagar o que havia acontecido, a determinação de Lionel em resolver a situação me deu um pouco de esperança.
"Eu só... não posso parar de pensar que isso pode ter ligação com Augusto," eu disse, minha voz quase um sussurro. "Ele pode saber sobre nós, e isso é muito perigoso. Se foi ele, minha nossaaa... meus filhos...."
Lionel puxou-me para um abraço apertado, tentando me oferecer o máximo de conforto possível. "Vamos lidar com isso. Primeiro, precisamos sair daqui e depois vamos investigar tudo o que for necessário. Não podemos deixar que isso nos afete mais do que já afetou. Lembre-se, eu estou com você."
As palavras de Lionel eram um ancla em meio ao mar de incertezas. Com um último olhar para o chalé, seguimos para os carros, tentando deixar para trás o que havia acontecido e buscar uma maneira de enfrentar os desafios que viriam a seguir.
Continuar...

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