23 de março de 2021

O DIA QUE EU FUI ASSEDIADA

Eu estava de férias e viajei com o carro do meu então namorado.



Optei por ir a praia em Porto Seguro, escolhi uma pousada e fui ao mercado comprar algumas coisas.

Eu usava apenas o biquíni, era um biquini branco, bem pequeno para o meu tamanho, e uma pequena canga transparente.

Como tivemos um desentendimento, o meu namorado não quis viajar comigo, então eu estava sozinha e disposta... Se é que vocês me entendem!

Naquele mercadinho, dei show de exibicionismo, debruçando-me e expondo meu bumbum inteirinho.

Terminei a compra e ia cantarolando dentro do carro rememorando as secadas e até as cantadas de alguns homens mais atrevidos.

De repente ouvi um forte barulho vindo da frente do carro, que ficou sem potência, parando metros a frente.

Levei um susto enorme, pois o carro era novo. Nervosa, procurei uma oficina indicada pela seguradora.

Quando o reboque chegou, expliquei a situação para o sujeito que me atendeu, mas ele não tirava os olhos de meu corpo.

Eu estava muito assustada, pois a situação era muito séria.

Telefonei para o meu namorado, mas antes que ele atendesse o telefone o sujeito me agarrou, me tocando com suas mãos sujas, e procurou minha boca.

Rejeitei, mas como ele era muito forte, não me soltava de jeito nenhum.

Ele continuou suas investidas, tentando invadir meu biquíni, enquanto eu ainda tentava me esquivar.

Seu hálito era forte e nojento, o que me dava ânsia, suas mãos alisavam meu corpo, apertavam meus seios e minha bunda.

Não passava ninguém para me ajudar, eu estava começando a ficar desesperada.

Ele tentou me puxar para trás do guincho, mas consegui dar uma ajoelhada entre suas pernas e corri...

Somente muito depois é que eu notei que meu biquíni havia soltado, um de meus seios estava exposto, e foi isso o que chamou a atenção de um grupo que passava em um carro.

Relatei o que aconteceu e ele foram comigo até o local, onde só estava o carro, pois o cara havia fugido.

Os caras se entre olharam, mas notaram as marcas de mãos com graxa na lateral do carro e que eu tinha marcas dessa mesma graxa em partes onde eu não alcançaria sozinha.

Quando um deles tentou ligar o carro, o carro funcionou, me deixando ainda mais confusa.

O rapaz que tentou ligar o carro me orientou dizendo que eu deveria passar no posto de combustíveis e verificar a água e o óleo, que o carro parecia em ordem.

Ele guiou o carro até um posto, pois eu ainda estava nervosa.

No posto, eles se despediram de mim e agradeci a ajuda.

Voltei para a pousada "cagada" de medo, liguei para o meu namorado e contei a respeito do que aconteceu.

No dia seguinte ele veio me buscar, embora estivesse puto por termos brigado, fizemos as pazes até o dia amanhecer...

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