Minha cunhada adolescente e o meu sogro assistiam TV na sala, então fui até o quarto atrás do meu namorado.
Ao entrar na suite, de dentro do quarto observei o chuveiro ligando e então disse:
Ele não respondeu, achei que estava cansado do trabalho.
Tirei a minha roupa e entrei atrás dele, notando que ele estava triste, abalado. Dava para sentir a energia que emanava por seu corpo.
- Garotão, deixa eu ensaboar suas costas! Deixa eu cuidar de você!
Com ele já de costas pra mim, o ensaboei enchendo seu corpo de espuma. Larguei o sabonete e acariciei seus ombros e fui descendo minhas mãos por suas costas bem devagar, chegando até a cintura. deslizei minhas mãos pra frente em seu abdômen, pegando em seu pau já durinho em minhas mãos, que reagiam ao meu toque.
Continuei a acariciar seu pau e roçava meu corpo em suas costas.
Gemia perto de seus ouvidos, para provoca-lo, e mordiscava seus ombros, pois ele ainda estava de costas para mim.
Ele se virou, ficando de frente pra mim, me levantou do chão e me colocou de costas na parede, ele emanava excitação e desejos.
Seu pau entrava e saia deslizando em minhas coxas escorregadias, estava duro feito pedra.
Como estávamos ensaboados, o pau dele deslizou para dentro da minha boceta, provocando uma sensação de prazer incrível.
Abaixei acariciando seu pau e o chupei, com carinho e volúpia, até ele gozar gostoso na minha boca, me fazendo engolir todo seu leitinho.
Engoli tudo, chupando bem gostoso, até ele não ter mais uma gota de sémen escorrendo do seu pau.
Agora estava com cara de satisfeito, o homem mais feliz do mundo, enxaguei minha boca com a água do chuveiro mesmo e falei:
- Adoro engolir seu leitinho... é muito bom.
Nos beijamos antes de sair debaixo do chuveiro.
Apesar de não ter gozado, eu estava feliz. Ele era o meu homem, meu amante; tudo isso em um só homem.
O mais importante era que ele não falhava comigo e me respeitava como uma mulher merece ser respeitada.
Saindo do banheiro fomos para a cama, onde ficamos feito namoradinhos, quase em silencio, apenas o ruido da TV ao longe e da nossa respiração.
Eu queria mais, porem achava que já estava bom estar com ele daquela forma, afinal não se tratava de quantidade, mas do amor que tinhamos um pelo outro.
Ele acariciava meus cabelos e eu sentia seu perfume natural, deitada sobre seu ombro esquerdo.
- Te amo! - ele disse antes de um beijo.
Fiquei ali degustando essa noite de prazer até adormecer em seus braços.


Nenhum comentário:
Postar um comentário