27 de dezembro de 2023

CONTO DE NATAL



Vocês gostam de histórias reais? Pois é, nem imaginei que, justo agora, quando voltei a postar no blog, iria ter um conto fresquinho pra vocês.

Pois vamos lá... final de ano com plantões apertados e muito trabalho, vi meu namorado pela última vez a noite do dia 20, ele também iria trabalhar muito, vendas de natal e tal...


No dia 24, cheguei em casa exausta. Acendi a árvore natal, fui para a área de lavar roupa, tirei toda a minha roupa, ficando só de calcinha e fui assim para o banheiro, sozinha dentro de casa.

Tomei um banho de lavar a alma e depois de me vestir, fui olhar meu celular, que para minha "surpresa" não tinha nenhuma mensagem do meu namorado.

Liguei uma, duas, três, diversas vezes para ele, mas ele não atendeu, eu estava louca de tesão e morrendo de vontade de transar gostoso a noite toda e dormir relaxada depois de tanto meter, mas não teria esse presentinho de natal.

Deitei na minha cama e comecei a chorar, passaria mais um natal sozinha. Foi quando o meu celular vibrou com mensagens do whatsapp.

"Feliz Natal pra você para sua família" - remetente Miguel.

Sorri e respondi com um: "oi feliz Natal", como eu fui criativa (risos).

Eu já ia desliga o telefone para voltar ao meu entediante momento de choro, quando veio a mensagem: "estou sozinho, sei que você está namorando, mas se não tiver nada pra fazer, seria o melhor presente de natal, a tua companhia..."


"A dona moça até bateu palmas, ao que imaginei que ela sabia ler também"
... e com esse tesão todo a dúvida era, me entregar ao prazer nos braços do meu PA favorito ou choramingar durante toda a noite de natal!?

Procurei um conjunto de calcinha e sutiã, um vestidinho "pronta pra arrasar" e quando eu estava pronta mandei a mensagem: "vem me buscar!"

Desci até a entrada do prédio e não esperei nem dez minutos, o Miguel chegou em seu carro para me buscar.

Ao estrar no carro, pude notar seu perfume, um dos que eu mais curto Malbec. Quando a porta se fechou atrás de mim segurei o rosto dele e o seu ímpeto, e disse:

- Nada vai mudar, Miguel. Nada! Só que, hoje eu não quero que a gente transe...

Eu pude notar imediatamente sua feição mudar completamente para uma feição de profunda tristeza. Eu sabia que o que ele queria era uma noite de sexo intenso.

- ...quero "fazer amor" e acredito que você sabe a diferença de uma coisa e outra.

Um sorriso se iluminou em seu rosto ainda com a barba por fazer. Ele que, no passado, havia me proporcionado momentos, em que pude me redescobrir como mulher e agora me dava a oportunidade de me sentir feliz e satisfeita.

Soltei o seu rosto e a primeira coisa que ele fez foi me dar um beijo como há muito tempo eu não tinha recebido. Nossas línguas se tocavam de leve. Dava para notar que o beijo estava diferente, ele estava atendendo meu pedido de não ser apenas sexo, mas o ser uma noite de amor prazerosa como eu queria.

Como era de se esperar suas mãos me respeitavam, não me tocavam de forma indevida, embora fosse exatamente o que eu queria.

Após o beijo me acomodei na poltrona do carro e ele seguiu pelas ruas até chegar em seu apartamento.

Era um lugar que eu conhecia, já havia passado algumas noites ali, mas naquela noite não queria que fosse uma transa, naquela noite eu queria estar com "o meu namorado" só que estava sozinha e o Miguel estava ali para ser "o meu namorado".

Deixe minha bolsa em cima do sofá e logo começamos a nos pegar de pé mesmo na entrada do apartamento.

Minhas mãos ficaram apoiadas entre as paredes, eu tava sentindo o perfume que ele usava, Malbec era o meu preferido mesmo.

Realmente a sua intenção era te atender o meu pedido, ele estava sendo voraz, como um bicho faminto e desejando "comer" a sua presa.

Eu podia sentir que suas mãos queriam erguer minha saia e arrancar a minha calcinha antes mesmo de entrarmos no quarto, mas ao contrário disso elas permaneciam firmes me segurando pela cintura enquanto a sua língua dançava dentro da minha boca acariciando a minha e um beijo quente e molhado.

Outra parte do meu corpo que parecia queimar era minha boceta, que desejava ser devorada por Miguel.

- Há alguma chance de alguém aparecer aqui hoje? - perguntei preocupada.

- Não se preocupe, moro sozinho e ninguém vem aqui hoje.

Passei minhas mãos para os seus ombros até tocar as suas duas mãos, dei um passo para trás o suficiente para ver o seu olhar carregado de desejo. 

Eu conhecia aquele apartamento, então, mesmo andando de costas, fui eu que nos conduzi até o quarto.

Ele me despiu com destreza, demonstrando um carinho absoluto, principalmente ao passar por partes sensíveis. Nem percebi quando ele tirou a sua própria roupa.

Como eu havia conduzido até o quarto, agora era ele que tomava as rédeas da situação, o controle daquele momento, me conduzindo até a cama e me posicionando da forma como ele queria.

Eu estava somente de calcinha, todo o resto estava do lado da cama. Ele me posicionou bem no meio da imensa cama queen, abrindo as minhas pernas revelando minha boceta para o seu deleite.

Temia que a minha depilação não estivesse em dia, mas também que nada disso foi empecilho para que ele devorasse a minha boceta com a vontade de quem estava com fome há dias, há meses... sem fazer amor.

Sabia o ponto certo, onde chupar, onde lamber, sugava com intensidade impressionante, e fazia ficar toda arrepiada e sem chance para desistir do que estava por vir.

Por instinto puro, arquei meu corpo e logo tomei o primeiro coice de um orgasmo firme que me fez tremer todo o corpo, eu gemia feito gata no cio, enquanto era devorada por ele.

Havia gozado gostoso, mas ainda não estava satisfeita.

- Quero mais!

Senti que ele vinha sobre mim, então exigi:



- Camisinha! Pode ir colocando.

Assistir Miguel colocar a camisinha foi um tesão a parte, mas ao tocar em seu pau, duro feito pedra... minha nossa...

Ele o encaixou em minha boceta com carinho, mas estava duro demais, cada metida eu sentia ele bater no meu útero.


Eu gozei duas vezes antes de sentir o pau dele pulsar, ele tirou o pau de dentro da minha boceta, removeu a camisinha e despejou todo o seu leite quente sobre a minha barriga.

Miguel se abaixou, chegando junto a minha orelha disse:

- Feliz natal, meu amor! Obrigado pelo presente!

Ele me abraçou me aninhando em sua cama queen, nossos lábios se tocavam, estávamos como namoradinhos

Adormeci em seus braços, como queria ter adormecido nos braços do meu namorado.


Na manhã do dia seguinte, acordei sozinha no quarto, o cheiro do café fresco estava no ar. Por um momento imaginei ser um sonho ou ter tido um devaneio durante a noite anterior, mas para meu deleite estava enganada.

Miguel apareceu na porta do quarto usando apenas cueca e disse:

- Tome um banho, estou terminado de passar café.

Conhecendo a casa, fui até o banheiro, e entrei debaixo do chuveiro, lavando onde ainda havia resquícios do sexo na noite anterior.

Demorei anotar que estava sendo observada por Miguel, que assistia ao meu banho parado na porta do banheiro.

- Não tenho outra palavra para dizer se não "gostosa"...

Eu sabia que o elogio era para mim, mas nunca me imaginei "gostosa", ou menos não julgava que eu fosse.

Após todos os procedimentos de higiene, fui tomar café enrolada em uma toalha.

O assunto a mesa de café não poderia ser outro, a deliciosa noite de amor que tivemos na noite anterior. Diante de tudo o que ele disse só pude ter certeza de que ele havia adorado o chá de boceta embora eu tivesse tomado um chá de pau durante toda aquela noite.

Eu havia gozado por três ou quatro vezes, enquanto ele apenas uma, mas ele estava tão satisfeito com aquilo que não parecia ser uma desvantagem.

Depois de tomar café, "ficamos" um pouco e, por volta de meio dia, do dia 25, pedi a ele que me levasse de volta pra casa, mesmo eu não tendo nada para fazer lá.

Miguel me atendeu e na despedida disse:

- Podemos ser namorados...

Coloquei o dedo na boca dele o silenciando e disse:

- Se eu namorar você, o que temos vai ser destruído. Somos PA um do outro e se a gente tiver algo, podemos passar a detestar um ao outro...

- Eu quero tentar, desde que você se separou eu quero ser seu namorado, seu homem...

- Você é...

- Não, eu não sou. A gente "fica", "transa"... ontem foi a primeira vez que "fizemos amor" e eu não quero que seja só quando estivermos precisando de um PA. Quero que o meu pau seja o único a te satisfazer... "pronto falei". Não precisa me responder agora, só pensa no assunto. Nada vai mudar se formos um casal, mas nada vai mudar se vc só me quiser como PA.

Senti a sua sinceridade e depois de lhe dar um beijo disse:

- Eu vou pensar, mas que fique claro que eu queria era manter tudo como está.

- Pensa se mereço ser o seu homem. Se eu merecer você não vai ter outro natal sozinha, mas ficaremos juntos, nois dois, ou juntos de família e amigos...

Trocamos um último beijo e desembarquei do carro dele, entrando no prédio do meu apartamento.

Ao me deitar no sofá, olho as mensagens e nenhuma novidade. Não recebi um oi como resposta do meu chamado ao meu namorado.

Tomei uma ducha, para tirar o suor e os resquícios de Miguel, fui para minha cama e me deitei abraçada ao meu travesseiro.

disclaimer:
As fotos são ilustrativas, antes que alguém imagine que em fotografei meu proprio ato ou que estou dizendo ser quem não sou.

Um comentário:

  1. Uma delicia de conto, adoro o cuidado na descrição de todos os detalhes. Nota 10.

    ResponderExcluir