Era um sexta-feira, não muito comum, já que era o primeiro final de semana de 2024. Naquele dia, o Fred e eu iríamos para a chácara dos pais dele.
Arrumei as coisas que eu iria levar, mas como não sabia se teria sexo no final de semana, mandei uma mensagem para o Miguel, que foi até a minha casa e me deixou momentaneamente satisfeita, ele sabia como "me satisfazer" na cama e eu estava insaciável.
Logo depois dele ir embora, tive a certeza de que estava enfeitiçada por Djony e Mikaela, ao ponto de que eu sonhava transar com eles, pois desde o conto Provocação no Provador, eu não tive um dia em que eu não tivesse precisado de sexo.
Eu estava totalmente fora do eixo e precisa tomar juízo.
A coisa estava tão seria, que mesmo depois que o Miguel havia me deixar mole, depois de uma trepada épica, ainda me masturbei antes de tomar um banho para esperar por Fred.
Quando o Fred chegou, peguei minha mochila, já está vestindo uma calça jeans, daquelas bem justinha, uma t-shirt e uma jaquetinha jeans para combinar com a calça.
Quando chegamos no estacionamento, o primeiro susto. Imaginei que ele estava com seu inseparável Uno Mille, mas ao contrário disso, ele estava com uma Mercedes, era uma SLK 200, daquelas menores que só tem os dois lugares na frente.
Fred colocou minha mochila no bagageiro, na parte de trás do carro, e eu sentia literalmente cheiro de carro de luxo.
- Eu não sabia que você tinha um carro desse.
Fred sorriu, era óbvio que para o dia a dia ele não deveria rodar em um carro luxuoso.
Seguimos na estrada e, como eu havia planejado, precisava dar o primeiro passo naquele assunto desagradável:
- Quando você vai me contar o que aconteceu, que você ficou desde antes do natal até depois do ano novo sem fazer contato comigo? Ou eu sou um casinho sem importância pra você?
Fred dirigindo aquela Mercedes, o fazia de uma forma que sensual para mim. Sua conduta me deixava em alerta e com mais vontade de transar.
Ele me contou tudo, enquanto seguimos pela estrada, que resumindo a história, ele foi resolver uma questão de família urgente e o telefone ficou em BH.
Eu não estava convencida de que aquilo era verdade, mas estava literalmente sentindo muito tesão com a forma como ele dirigia aquele carro, então decidi que iria fingir claramente que acreditei nele.
Para todos os efeitos havíamos feito as pazes.
Ainda na estrada, descobri uma vantagem daquele carro. Por ser um veículo de câmbio automático, Fred colocou sua mão direita sobre meu joelho esquerdo, massageando minha coxa pela parte interna.
Respirei fundo, já não suportando o desejo, disse:
- No caminho da chácara tem algum motel?
- Tem sim, mas...
- Você vai ter de me aliviar antes de a gente chegar, estou com muito fogo...
Eu claramente não sabia se era uma boa ideia deixa para transar ela, pois se a gente fosse dormir separados ou se a família dele fosse extremamente conservadora...
Ele pegou um retorno e entramos em um motel muito famoso da região. Na estrada eu escolhi uma suíte básica, notei claramente que ele estranhou a minha escolha.
Após estacionar o carro, entramos no quarto do motel, que mesmo sendo o mais básico era lindo e bem decorado.
Tiramos nossas roupas e colocamos elas cuidadosamente em duas cadeiras, afinal não queria chegar diante da mãe do Fred, com cara de que havia acabado de dar para o filho dela, feito uma puta, em um motel.
Completamente nus, com a iluminação na penumbra, começamos a nos pegar. O Fred parecia surpreso com a forma que eu estava partindo para cima dele.
Ele metia gostoso e eu aproveitando aquele sexo incrível com o meu macho.
Suas mãos habilidosas exploravam meu corpo e me fazia sentir ainda mais prazer.
Quando nossas bocas se encontravam, nossas línguas se tocavam como uma dança saborosa.
Ele começou a inserir seu pau em minha boceta, em um vai e vem frenético. Tive um orgasmo, mas me segurei para ele não perceber, cravando minhas unhas em seus braços, mas logo ele anunciou que iria goza e eu disse:
- Não goza ainda!
Então ele parou de meter segurando seu pau enterrado dentro de mim. Achei que ele estava gozando, mas ele tirou "ele" de dentro de mim e se deitou ao meu lado.
Olhei em seus olhos e eles estavam desesperados pelo orgasmo.
O beijei com carinho e paixão, queria que ele saísse de lá mais apaixonado.
Montei sobre ele, encaixando sua ereção dentro da minha boceta, empurrando ele todinho para dentro, até o fundo.
- Ah Carol, como você é gostosa!
Comecei a rebolar, a subir, a descer e aumentar o ritmo devagarinho, até estar cavalgando sobre aquele pau gosto.
- Caralho Carol, caralhoooo...
Ele apertava minhas coxas e eu sentia seu desejo, até que ele começou a se debater:
- Toma! Toma!
Logo eu senti os jatos quentes dentro da minha boceta e foi nesse momento que eu me toquei que não estávamos usando camisinha.
Fred segurava minhas coxas eu podia sentir o leitinho escorrendo de dentro de mim.
"Ele" pulsava, me fazendo sentir prazer, enquanto eu rebola a devagarinho com aquela deliciosa ereção dentro da minha boceta.
Para o meu deleite, comecei a sentir as ondas de eletricidade provenientes do meu clitóris. Eu empurrava o pau dele, já "meia bomba", para dentro da minha boceta e antes que ele tentasse me fazer sair de cima dele disse:
- Caralho, eu vou gozar! Vou gozar!
Reagindo ao que eu disse, ele me segurou pela cintura com sua ereção dentro de mim, pulsando para o meu prazer, foi quando desabei, gozando gostoso, forte, numa intensidade que parecia um ataque epilético.
Rolei para o lado, me mantendo abraçada ao Fred, que beijou minha tempora como um carinho.
Ele me segurava pelos quadris enquanto seus lábios procuravam os meus.
Seu perfume me deixava inebriada. Ele era quente e me deixa com mais vontade.
Nós levantamos e fomos para o banheiro, onde tomamos um banho juntos.
Ele me ensaboava com carinho e delicadeza, eu sentia sua ereção roçar em minha coxa e eu estava desejando aquele cacete dentro de mim.
O Fred me virou de frente para ele e, me erguendo o suficiente para começar o que pretendia, encaixou seu pau em minha boceta, me enchendo de prazer.
Meu corpo estava febril e o meu desejo inflamado pelas carícias que Fred estava me dedicando.
Suas estocadas eram firmes e ritmadas, tão fortes que eu conseguia perceber seus testículos batendo em minha bunda.
Fred estava buscando gozar e ao mesmo tempo me fazer realizada, suas mãos me mantinham firme contra a parede.
Eu estava imersa no prazer e quase gozando quando sentir ele vibrar, seu pau inchar e jorrar três jatos de leitinho dentro de mim.
Quando ele enterrou o pau dentro do mim eu gozei e gozei tão gostoso que eu tremia, ainda com os pés erguidos do chão.
Fred grunhia e respirava forte, aproveitando o orgasmo que estava sentindo. Suas mãos procuravam meus seios e aos encontrar os apalparam com desejo. Nossas bocas se encontravam em uma beijo carregado pelo desejo sexual que nós envolvia, nossas línguas dançando dentro de nossas bocas.
Terminando o banho, o Fred chegou perto do meu ouvido e disse:
- Eu amo muito você.
Sorri com a expressão de amor e afeto, enquanto a culpa começava a corroer, pois eu tinha transado com Miguel naquela tarde e devido ao sumiço dele na noite de natal, também havia transado com Miguel.
- Meu Amor, não chora! Está muito bom!
- Estou muito feliz, Fred!
Algum tempo depois, me sequei e sequei os meus cabelos, enquanto Fred se arrumava e chamava o serviço de quarto para acertar o pagamento da suíte. Fiquei me arrumando e ao mesmo tempo chorando de remorso, pois ele estava realmente se esforçando para eu me sentir uma rainha, enquanto eu estava tornando ele um corninho... o meu corninho.
Eu estava terminando de passar um batom, quando ele voltou ao banheiro, com um sorriso de intensa satisfação no rosto.
Olhei em seus olhos e só conseguia vê-lo como "meu corninho gostoso" e estranhamente o remorso estava se tornando um desejo sexual, estava com tesão por eu ter traído Fred.
Nós beijamos e fomos para o carro, seguindo rumo a chácara da família do Fred.
Mal saímos do motel e eu queria voltar.
- Gato, estou insaciável... você acredita!?
Ele sorriu, enquanto sua mão direita tocava minha coxa na parte de dentro.
- Teremos o final de semana todinho para isso.
Fiquei intrigada, então perguntei:
- Sua mãe vai estar na chácara?
- Sim, ela nos convidou.
Engoli seco e fiz mais uma pergunta:
- Ela sabe que a gente...
- Carol, estou levando você para conhecer minha mãe. Ela sabe tudo sobre você, eu já falei de você para ela. Nossa vida sexual é mero detalhe e ela sabe que somos um casal, não somos crianças...
- Se ela for uma mãe controladora?
- Não, ela não é...
- É sério...
- Carolina, para de neura! Vamos dormir juntos.
Senti minha espinha gelar. Então olhei para ele e disse:
- Estou precisando ter você mais presente. Sexo só quando de vez ou outra não vai resolver a minha vida.
Continuamos a conversa, até eu perceber que estávamos na estrada da chácara.
Entramos na sala da casa, era uma linda casa, bem decorada.
Uma mulher veio em nossa direção com um largo sorriso. Na verdade era uma jovem Senhor, mas imaginei que fosse no máximo uma irmã mais velha de Fred, jamais diria que aquela mulher era a mãe dele.
- Carolina, sua linda... Sabia que o Fred havia escolhido uma bela moça para namorar, mas jamais imaginei que seria tão bela! Muito prazer, Iza!
- O prazer é meu! - respondi sem graça.
Naquele momento a minha mente ficou no argumento, como seria se ela soubesse que eu estou traindo o filho dela? Que o filho dela é um corninho...
Ela nos levou até um quarto casal, coloquei minha mochila.
Após o jantar, Fred e eu fomos dormir naquela imensa cama de casal Queen.
Tirei toda minha roupa, me deitando junto ao Fred, debaixo de um edredom.
Ambos nus e se permitindo toques apaixonados.
Fred entrou debaixo do edredom, indo de encontro a minha boceta. Eu senti o estalo quando ele deu um primeiro beijo na minha grutinha..
- Não faz isso... - implorei
Ele continuava e eu sentindo mto prazer naquela chupada, sua língua entrava na minha abertura e eu estremecia como reação.
Não podia gemer alto, ao menos era o que eu imaginava.
- Fred, para! Alguém pode escutar!
Ele não me deu ouvidos e ao contrário, me deu uma sugada bem sobre o meu clitóris, me fez gemer muito forte...
- Ah caralho!
Ele continuava a chupar minha boceta, ignorando meus protestos, pois estava com receio de alguém ouvir, mas seu objetivo era me fazer gozar e de uma forma inesquecível.
Quando ele sugou uma parte mais sensível, senti meu âmago explodindo de prazer e minha boceta esguichar forte e gostoso.
O Fred surgiu, com o rosto molhar, mas uma feição de surpresa.
Eu havia gozado tão forte que rolou um squirting, algo que não acontece comigo com frequência.
Fred não sabia o que fazer, claramente eu percebi isso, então ele começou a beijar minha barriga, subindo até os meus seios.
Na posição em que ele estava, sentia sua ereção relar em minha coxa, então me movi deixando seu corpo se acomodar entre minhas pernas.
Quando isso aconteceu, me abri completamente ao momento e o pau dele entrou escorregando para dentro da minha boceta.
Ele me olhou nos olhos, já que ele não esperava que fosse encaixar tão rápido e lentamente ele foi iniciando as estocadas. Ele metia com força, com vontade...
As vezes ele reduzia a velocidade, se apoiando no braço direito e apalpava meus seios com muito carinho, algo que eu adoro.
Não demorou e comecei a sentir escorrer meu néctar e logo as ondas de eletricidade percorrer meu corpo e a explosão de um novo orgasmo, só que desta vez acompanhada da sensação de a ereção dele inchar, pulsando dentro de mim, e três ou quatro jatos de puro prazer masculino sendo lançados dentro de mim.
O Fred não conseguiu se segurar e deixou seu corpo cair ao meu lado na cama, tremendo, enquanto eu buscava renovar meu fôlego.
- Carol... Carol...
Sua voz embargada pelas sensações dos orgasmos que estávamos tendo, tanto ele quanto eu havíamos chegado no ápice do ápice.
Tomamos um banho, o segundo juntos naquele dia, mas agora já sem um pingo de energia para mais sexo.
Não trocamos uma palavra, mas o toque e os olhares falavam por si.
- Carol, você é muito gostosa. Eu amo você!
Nós beijamos ainda no banheiro e depois de nós secar, deitamos na cama e simplesmente apaguei.

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