7 de fevereiro de 2024

A TUTORA E A INICIAÇÃO AO PRAZER


Eu estava de plantão no Hospital. Naquela manhã havia derrubado suco no jaleco, acidente causado pela correria para comer alguma coisa no intervalo entre procedimentos.

Por isso estava usando um vestido branco e curto até as coxas com apenas um zíper que ia do colo até o comprimento das coxas, sapatos de salto alto e o jaleco de uma amiga, bem menor do que eu, por cima.

Enquanto me dirigia ao quarto 44 do paciente Enzo; um rapazote de uns 17 anos e meio, os médicos e enfermeiros (aqueles que não eram gays) me olhavam de cima a baixo com cara de gato com vontade de comer o canário...

Entrei no quarto e olhei o adolescente triste deitado na cama.

- Oi Enzo, meu nome é Carolina. Está melhor?. – ele havia sido operado das amígdalas há alguns dias e no dia seguinte teria alta.
- Oi... – ele respondeu desinteressado me olhando, até que seus olhos escuros se arregalaram. - Você...você é enfermeira? Nossa, nunca vi uma como você! – e sentou-se na cama.
- Sou enfermeira... – dei –lhe um copo com água e um antibiótico.
- Você é muito bonita...
- Ora, obrigada. Qual o motivo de sua tristeza? Amanhã terá alta. – me aproximei e afastei uma mecha de seus cabelos da sua testa.
- Minha namoradinha...
- O que tem ela?
- Terminou comigo. Disse que não sou bom...

Seu rosto ficou vermelho. Logo entendi e evitei deixa-lo mais embaraçado, só que não deu tempo, em seguida ele disse:

- Sou virgem...
- Ah é? Hum...

O avaliei, houve um silêncio entre nós, então perguntei:

- Posso dar uma sugestão?

Enzo me olhou com interrogação no olhar e perguntou:

- Qual?
- Eu posso te ajudar... – respondi.
- Pode? Como?
- Sim posso, mas não aqui. Vou te dar meu número e se quiser perder sua ... você sabe o quê. Estarei a sua disposição.

Rapidamente peguei um papel e caneta da prancheta que havia colocado na mesa e escrevi meu número de telefone.

- Posso te pedir uma coisa, doutora?
- Sim.
- Você colocaria esse seu uniforme?

Sorri, entendendo o que ele queria.

- Claro.

Então, me aproximei de seus lábios e o beijei, com um beijo suave e rápido.

- Aguardo você me ligar, tchau.

Saí do seu quarto certa de que Enzo estava contando os segundo para algo quente acontecer entre nós.

Uma semana se passou, cheguei a me esquecer de Enzo, até que recebi seu telefonema.

- Oi, doutora Carolina?
- Sim, quem é?
- Sou o Enzo, do hospital...
- Achei que não ligaria mais...

Marcamos em uma praça, que era perto minha casa naquela época.

Minha mãe havia viajado para Pirapora e eu estava quase para menstruar, o que me deixava louca de tesão.

Como ele pediu, me vesti com o conjunto que usava naquele dia, porém com um jaleco meu mesmo.

Quando no encontramos ele estava com meia dúzia de rosas vermelhas nas mãos, um gesto tão romântico que me deixou emocionada.

- Enzo, não precisava... que gracinha!

O levei até minha casa, coloquei as flores em um jarro na cozinha, ficamos conversando ali.

Ao abraça-lo tive de me controlar, pois ele era um rapaz muito bonito, dava para sentir que estava afoito para perder seu cabaço.

Dei um selinho em sua boca, meus seios por baixo do uniforme sem soutien intumesceram e ficaram arrepiadinhos, o que ele percebeu, pela reação que teve.

- Venha, quero que conheça minha casa.

O peguei pela mão e percebi que estava suada, ele estava nervoso.

Terminei o tour em meu quarto.

- O que quer fazer? – perguntei. notando que sua calça jeans estava com um volume bastante proeminente na braguilha.
- Quero você, quero experimentar o prazer logo... – ele me respondeu, olhando nos meus olhos.

Outra coisa legal naquele rapazote, ele me olhava nos olhos e não no decote. 

Senti tesão e um arrepio no meu corpo, minha abertura melou na hora, senti como se o fluxo sanguíneo tivesse se concentrado ali, deixando-a toda inchada e pulsando.

Pegando em sua mão fomos para a minha cama, chegando lá, liguei o som baixinho enquanto ele sentava nela, encostado na cabeceira.

- Enzo, tire a roupa. Vou conduzir até você estar pronto.

Ele me obedeceu, ganhando em seguida um striptease...

Coloquei uma música do Joe Cocker ;“You Can Leave Your Hat On”, que é absolutamente perfeita para isso.

Com sensualidade fui fazendo o strip e tirando aos poucos "o uniforme" de enfermeira.

O Enzo já estava nu sobre a minha cama, ostentava uma ereção e me olhava como que a um vídeo pornô.

Ao término da música eu já havia terminado de me despir, o garoto estava muito excitado, seu corpo magro, exalando sexo e seus olhos brilhando de desejo...

Nos beijamos. Minha língua mais experiente brincava com a dele, minha boca sugava sua língua.

Ofegantes nos olhamos.

Seus olhos desceram e fitaram meus seios com os mamilos rigidos.

- Já chupou antes? Já acariciou um seio? – perguntei
- N...Na...Não...nunca... – gaguejou, sem graça, mas sem desviar os olhos dos meus seios.

Minha abertura melava mais ainda e nossas respirações mais ofegantes. Abri o envolucro da camisinha e a desenrolei, a inserindo completamente na minha boca.

Abaixei, indo até seu pau, encapando aquela deliciosa ereção juvenil usando a minha boca.

Enzo grunhia de prazer enquanto eu ajustava a caminha chupando seu pau.

Montei nele, senti seu pau duro encostado na minha bocetinha, dei uma reboladinha para encaixar bem. “Hummm que tesão...”

Segurei com as mãos meus seios e o deixei olhar fascinado para eles.

Senti seu pau pulsar e os olhos extasiados em meus seios.

O puxei em minha direção e lhe beijei demoradamente, passando minha língua bem devagar e sugando de leve, explorando toda aquela boca macia e quente, nos beijamos por alguns minutos.

Eu sugava mais forte aquela língua e às vezes levemente, deixando-o doidinho.

Comecei a me esfregar, apertando-a cada vez no seu pau duro e gostoso.

Meu grelinho esfregando e inchando. Eu já estava quase gozando.

Então parei e peguei em suas mãos, direcionando-as nos meus seios pra ele segurar, apertar....

Ele apertava muito gostoso, e saber que ele nunca tinha feito aquilo me deixava com mais tesão.

Mexendo o quadril novamente, puxei sua cabeça encaixando sua boca no meu mamilo rígido e arrepiado.

- Ahhh assimm...chupa...suga... com vontade...assimm...ai...você me deixa louca...

Enzo sugava, chupava, lambia e apertava com vontade meus seios, instintivamente mexia o quadril como se estivesse me fodendo, o fiz ficar todo arrepiado quando comecei a passar minha língua no lóbulo da sua orelha.

Tirei sua boca do meu seio, o beijei com mais tesão, rocei o meu corpo contra o dele e gemendo perguntei:

- Sua namoradinha já te chupou? 

Ele balançou a cabeça negativamente. Como eu imaginava, ela devia ser uma "patinha" nojentinha.

- Vou chupar seu pau,  vou te chupar gostoso... antes de você me foder... quero ouvi-lo gemer bem gostoso e quero que goze na minha boca.

Desci até ficar diante de sua ereção, sobre a cama, e segurei seu pau com minhas mãos, removendo a camisinha.

Eu estava com água na boca pelo pau do Enzo. Comecei a lamber da base até a glande, minha língua bem molhada.

Fiquei olhando pra ele, seus olhos reviravam e fechavam, ele encostou na cabeceira da cama e se largou.

Chupei, suguei a glande e aos poucos fui descendo devagar, até enfiar o pau todo na minha boca, ele gemeu alto, retesando os músculos, soltei e fui chupando de leve, com a outra mão alisava seu pau, dava lambidas nele todo, chupei as bolas uma por uma e voltei a engolir o pau, mais forte e mais rápido, batendo uma com a outra mão. 

Aumentei o ritmo e gemia com aquele pau dele na minha boca, ele abriu os olhos pra me olhar. Olhando-o fixamente, comecei a sugar o pau todo pra minha boca.

Seu tesão era tanto que aquele garoto virgem, fodia minha boca, cada vez mais rápido, seus gemidos ficaram mais curtos, seu corpo com espasmos até que senti seu pau pulsando na minha boca e jorrando aquela porra direto na minha garganta.

Estava muito quente, engoli tudo e depois lambi seu pau inteirinho, chupando-o como se fosse um pirulito muito doce...

Deitei-me ao seu lado e o olhei sorrindo.

Sua respiração lentamente voltava ao normal e senti suas mãos acarinhando meus cabelos. Seu rosto estava lindo! Radiante como se tivesse ganhado um presente muito, mas muito especial.

Sentia minha boceta molhada e louca para sentir o pau dentro de mim, metendo gostoso.

Continua na próxima semana...

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