2 de fevereiro de 2024

ENTRE AMIGOS & AMORES: TRÍADE DE AMOR


Acordei aquela manhã com uma dor de cabeça daquelas de querer arraca-la com um golpe, me virei para o lado e lá estava ele, o meu namorado. Não era muito comum que ele dormisse comigo, raramente ele dormia na minha casa. Ele estava debaixo do mesmo edredom que eu, usando apenas uma cuequinha boxer preta, que eu adorava.

Quando me virei para sair da minha cama, tomei um susto ao quase tropeçar em Valquíria, uma amiga minha, que estava dormindo ao lado da cama em um colchonete, ela está praticamente nua, usando apenas uma calcinha.

- Que porra é essa?

Olhei ao redor, os dois dormiam e a minha cabeça doia forte, como se eu tivesse na pior dentre as ressacas. Tentei recuperar minha memoria, mas não conseguia me lembrar direito o que havia acontecido.

Me deitei, notando que o teto rodava lentamente sobre mim, meu namorado girou e me braçou com carinho e senti o desejo que havia entre nós.

Fechando os olhos, me lembrei da noite anterior, haviamos ido a um casamento e o Jean havia gastado muito dinheiro em um vestido para eu ir com ele, Valkíria havia ido com um vestido de festa que ela já tinha, acompanhada do namorado dela, um taxista chamado Luis.

Olhei pelo quarto, mas não havia nada que indicasse que ele estava ou que esteve ali com a gente, olhei para Valkiria, que estava ainda com resquícios da sua maquiagem e, embora estivesse dormindo, seu cabelo estava ainda com o penteado.

Na mesa de canto havia duas embalagens de camisinha, uma delas estava vazia e a outra estava com uma camisinha "socada" dentro da embalagem, parecendo ter sido usada.

Jean e eu não usavamos camisinha, exceto quando tentamos fazer anal, mas não deu certo e não tentamos novamente.

Deitada na cama, em meio a uma turbulencia de sentimentos, me questionei acerca do que estaria acontecendo.

Na noite anterior, haviamos ido a um casamento. O casamento de uma professora que nós três tivemos no 3º ano do ensino médio. Ela era apaixonada por um professor de matemática, que era um cara safado, mas depois de ver que não se daria bem com ele, aceitou namorar com o professor de inglês e pareciam felizes ao aceitarem um enlace matrimonial.

Durante a festa, Jean e eu fugimos para o estacionamento e, no carro dele, demos uma rapidinha.

Naquele breve momento de impulsividade, entramos no abrigo acolhedor do carro, escondidos no canto menos iluminado do estacionamento. A tensão palpável, combinada com a urgência do momento, levou-os a explorar a paixão proibida. 

Sob o luar, as mãos entrelaçadas e lábios se encontraram em um breve êxtase. O espaço limitado do veículo intensificou a proximidade, enquanto a respiração acelerada e suspiros contidos revelavam a natureza clandestina do encontro. 

Entre suspiros contidos e olhares furtivos, estavamos no banco traseiro do carro, onde o desejo nos consumiu em um frenesi proibido. O toque dos nossos lábios se transformou em um beijo ardente, mãos explorando com urgência enquanto se entregavam à paixão proibida. 

No calor do momento, os corpos se uniram em um ritmo frenético, alimentados pela adrenalina da transgressão, até que o breve encontro culminou em um êxtase compartilhado, deixando-os ofegantes e cúmplices de um segredo ardente, mas carregado de emoções, pois estavamos super apaixonados.

Meu vestido justissimo, estava erguido revelando meu corpo sem nenhuma peça de roupa da cintura para baixo. Ele estava com as calças abaixadas e a minha calcinha estava do lado dele.

Eu o beijei, sentindo o prazer que davamos um ao outro e o amor que sentiamos.

Ele arrumou meu vestido e quando eu me sentei ao seu lado, o vi se remexer para colocar seu pau devolta dentro da calça, enquando vesti a minha calcinha.

Quando saimos do carro, vimos a Val e o namorado discutindo, ela deu um tapa no rosto dele e voltou para o salão pisando duro. Ele abaixou a cabeça com a mão no rosto, no lado que levou a bofetada.

Ao nos ver balançou a cabeça e saiu, indo embora da festa. Automaticamente entendi que ela teria de ir embora comigo, mas tinha planos de dormir na casa de Jean.

Comentei com ele, mas ele me disse que isso não seria problema. Nós dois poderiamos leva-la ao apartamento que dividia comigo e depois iriamos para o apartamento dele. Concordei, voltando com ele para festa, sentindo o meladinho escorrendo por entre minhas pernas, que estava me deixando com mais tesão.

A música animada e a atmosfera festiva envolviam o salão quando eu e meu namorado, Jean, entramos de mãos dadas. Logo avistamos minha amiga Valquíria, com uma expressão furiosa. Intrigados, nos aproximamos, e antes que eu pudesse dizer qualquer coisa, Valquíria começou a desabafar sobre uma situação que gerou ciúmes intensos. Ao longo da festa, Luis, namorado de Valquíria, foi flagrado em uma dança excessivamente íntima com uma das convidadas, alimentando boatos e provocando desconforto entre os presentes. A traição emocional de Luis atingiu um ponto crítico quando foi visto trocando olhares comprometedores com a moça.

Sentindo uma mistura de raiva e desapontamento, agradeci a Valquíria pela sinceridade e pedi que me levasse para casa. Juntas, nos despedimos dos noivos, desejando felicidade genuína enquanto nos retirávamos do tumulto da festa. O trio partiu, deixando para trás a celebração manchada pelas sombras de uma traição recentemente revelada.

Valquíria, ainda visivelmente chateada, virou-se para mim e pediu que a levasse para casa. Compreendendo a situação, concordei e nos despedimos dos noivos, que nos lançaram olhares de preocupação diante do ocorrido. 

Caminhando em direção à saída, Valquíria suspirou e pediu desculpas por estragar a festa. Ela reconheceu que poderíamos ter aproveitado mais um tempo ali, mas a revelação da traição de Luis trouxe à tona um turbilhão de emoções que não podiam ser ignoradas. Consciente de que as coisas não seriam as mesmas, Valquíria expressou seu pesar por ter interferido no momento de celebração dos noivos.

Ao chegarmos ao carro, Valquíria Jean e eu partimos, deixando para trás a atmosfera conturbada da festa. O silêncio no carro ecoava a tensão que pairava no ar, mas a amizade entre nós permanecia, mesmo que abalada pela revelação inesperada. O trajeto até a casa de Valquíria foi permeado por pensamentos reflexivos sobre o que aquela noite significaria para todos nós.

Ao chegarmos ao condomínio, Valquíria pediu para não a deixar sozinha. Jean fez que sim com a cabeça, e eu, compreendendo a necessidade de apoio, convidei Jean para que ficasse conosco naquela noite. Valquíria, ainda visivelmente abalada, concordou com um aceno de cabeça e disse que seria reconfortante estar na companhia de amigos em quem confiava.

Entramos no apartamento, onde o clima ainda era carregado pela emoção da noite. Procurando alguma forma de aliviar a tensão, decidimos compartilhar uma garrafa de vinho, buscando um refúgio temporário da confusão que se desenrolara na festa.

Sentados na sala, trocamos algumas palavras, tentando dissipar o desconforto que pairava no ar. Jean, compreendendo a situação delicada, ofereceu apoio silencioso, enquanto Valquíria agradecia a nossa presença naquele momento difícil.

Valquíria se aproximou de mim e me disse que seus planos era foder a noite inteira, que havia até se preparado para isso e que Luis havia estragado tudo.

Só achei estranho ela dizer isso com meu namorado na sala. Não era algo normal para nós, mas entendi que ela estava frustrada em seus planos e desabafando comigo, sua melhor amiga.

Num piscar de olhos estavamos no meu quarto, nos beijando. Valquíria beijava gostoso, como eu nao sabia que ela era tão boa de beijo assim. Era a primeira vez que nos beijavamos.

Jean estava sentado na minha poltrona que usava para trocar de roupa, sem senta na cama. Ambas nos despimos diante dele e continuavamos a nos beijar e as mãos dela passeavam pelo meu corpo até que ela apertou a minha bunda de uma forma que me deixou louca de tesão.

Valquíria parou por um instante e perguntou se Jean participaria da transa ou se ele ficaria somente assistindo. Sentindo uma ponta de ciumes, olhei nos olhos de Valquíria, eu queria dizer "não", mas o tesão falou em minha boca e eu disse "Sim".

Ela se deitou na minha cama, olhei para o meu namorado que se despia com movimentos sensuais, que eu conhecia. Ele foi até a minha mesa de canta, onde ele tinha uma gaveta, onde já haviamos feito amor antes e, de lá, tirou uma cartela com tres camisinhas. Ele abriu uma e encapou seu pau de uma forma como eu nunca tinha visto, já que faziamos sem camisinha.

Jean me conduziu para uma posição e logo comecei a senti a boca de Valquíria me chupando. Jean se posicionou entre as pernas dela e beijava a minha boca. Sentia os beijos de cada um deles, Jean na minha boca e Valquíria na minha boceta.

Jean começou a socar seu pau na boceta da Val, percebia a forma como ele metia gostoso nela, enquanto nossas bocas se tocavam em um beijo caloroso.

Ele não tocou no corpo dela, suas mãos acariciaram apenas em mim, em Valquíria ele somente abriu suas pernas e inseriu o pau. Aquilo estava fazendo com que eu ficasse excitada, ela me chupava e grunhia mexendo com o meu grelo usando seus lábios.

Eu gemia com o prazer que aquilo estava meu causado, estava gostando de tudo aquilo. A experiência de senti o beijo gostoso do meu namorado e os labios ágeis de minha melhor amiga, que exploravam minha boceta com muito carinho.

Quando ele começou a meter, do jeito que eu sabia que ele estava chegando próximo ao orgamos, o segurei para que ele gozasse e eu chegasse também ao orgasmo e vendo o meu namorando gozar, comecei a sentir as ondas de eletricidades vindo sobre mim, Valquíria começou a apertar meu grelo com desejo, então gozei e senti que a minha melhor amiga estava se remexendo, o que indicava que ela estava gozando tambem.

- Minha nossa! - Val disse quando parou de me chupar.

Me ergui saindo devagarinho de cima dela e me deitei ao seu lado, mas Val rolou e saiu da cama. Olhei para Jean, que removeu a camisinha e colocou na embalagem, após dar um nó. Ele vaio sobre mim, seu pau ainda ostentando um gostosa ereção, abriu as minhas pernas e encaiuxou o pau dentro de mim.


Ele havia colocado uma camisinha, o que eu não entendi por que, já que transavamos sem camisinha há muito tempo. Só que naquele momento estavamos em uma transa diferente e quando ele começou, eu fiquei aproveitando seu toque, suas caricias.

Algo que ele não fez com a Val, suas mãos passearam por meu corpo, apalpando meus seios até eu senti que iria gozar novamente, cravando meu dedos em seus braço e foi quando eu senti seu pau inchar e o pulsar do seu pau dentro de mim.

Apenas senti falta do "quentinho de seu leite" me preenchendo, me deixando ainda mais excitada e com vontade de  gozar mais uma vez.

Ele se abaixou e ficou me beijando, de uma forma apaixonada. 

- Eu te amo! - eu disse.

Sorri, notando que aquela noite de loucura, foi também de amor e carinho e que seria feliz, desde que tivesse a presença deles na minha vida. Sabia que com Valquíria, não haveria outra transa, mas que com meu namorado, com ele eu teria momento intensos.

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