10 de dezembro de 2020

O EXPERIMENTO - SEXO NO SHOPPING?

Apenas imagine, não comente!



Te chamo para sair no shopping cidade, é um dia quente de semana não muito movimentado...

Nos encontramos na entrada, você está vestindo uma camiseta, que você comentou que era a sua preferida e um shortinho justo.

Te cumprimento com um abraço passando minhas mãos nas suas costas; te dou um selinho que lhe assustou, digo a você que amo o seu perfume, sorrimos um para o outro e você me dá um selinho de volta.

Andamos pelo shopping com minha mão na sua cintura, eu fico segurando em uma alça por onde deveria passar um cinto, até encontrarmos a loja de açaí, da qual eu lhe havia falado anteriormente.

Vamos para os bancos mais afastados e sentamos um do lado do outro com você do lado da parede.

Onde estamos sentados o descanso vai até nosso ombro, então se por acaso algo acontecer por debaixo ninguém conseguiria perceber e é exatamente por isso que eu escolhi esse lugar.

Antes de irmos pedir chego perto de você e passo minha mão pelo seu ombro e as pontas dos dedos da outra pelo seu pescoço indo em direção ao seu queixo, isso te deixa arrepiada e você não resiste a minha investida.

Puxo seu corpo para mais perto do meu e começo a te beijar, você está comedida, mas permite que eu continue.

Passo minha mão no seu joelho e vou em direção ao meio de suas pernas, você as fecha por vergonha e pudor, mas eu coloco força para afastar uma da outra e, quando meus dedos tocam a parte mais sensível, o meu toque faz você ceder.

Te dou uma massagem em seu sexo, por cima de seu short, massageando com carinho, você está vermelha, envergonhada, mas acaba de abrir as suas pernas me proporcionando melhor toque e você sentindo ainda mais prazer.

Eu tiro do meu bolso um pequeno objeto cilíndrico de silicone, o qual havia trazido como surpresa para você.

O tesão é tamanho que você só se dá conta de que eu abri o seu shorts quando minha mão afasta sua calcinha.

Você está nervosa e não para de olhar ao redor para ver se alguém está nos observando.

Passo minha mão por debaixo da sua calcinha que já começou a ficar molhada e coloco o meu brinquedinho lá, o que te faz arregalar os olhos por não saber o que é aquele objeto.

Coloquei a sua calcinha devoluta no lugar, fechando seu short e sugiro irmos fazer o pedido, pedindo para você não tirar o brinquedinho de lá.

Seu olhar para mim foi igual um cachorrinho com fome, mas não era de açaí, você deseja que eu continue a lhe proporcionar aquela sensação proibida.

Levanto e você logo vem atrás, ao chegar no balcão eu peço o meu açaí favorito, com chocolate e bombom de chocolate branco.

Enquanto o meu açaí está sendo preparado eu lhe chamo e te mostro um pequeno controle que tirei do bolso, você me pergunta o que ele faz e eu aperto um botão que havia nele, nesse momento o brinquedinho que eu coloquei dentro da sua calcinha começa a vibrar fraquinho, você fica mais vermelha que antes e tenta pegar o controle da minha mão, mas sem sucesso.

O meu açaí fica pronto e é sua vez de pedir, mas quando você vai pedir eu aumento a força da vibração e sua voz falha, a atendente pede para repetir pois não conseguiu entender, você olha para mim quase chorando com os joelhos levemente flexionados se apoiando com os cotovelos na bancada, eu digo que você vai querer um açaí pequeno com leite ninho e a atendente vê você acenando com a cabeça, quando ela começa a preparar o pedido você pisa no meu pé, um pedido meio violento para eu parar.

Você olha para mim, está brava e eu lhe dou um sorriso. Minha intenção não é fazer mal.

Seu açaí fica pronto e eu pago, voltamos para onde estávamos sentados, começamos a comer e em momentos aleatórios eu ligava o vibrador apenas para me divertir, você quase deixa cair a colher de plástico que estava usando e chega a cravar suas unhas no meu braço para eu desligar "esta merda" como você disse.

Após ser provocada tanto você não aguenta mais, para de comer e me leva pela mão para fora da loja, ao perceber que você não sabe onde ir eu te levo para as escadas de incêndio, quando a porta fecha fica um escuro total apenas com a fraca luz verde que sinaliza a saída

Você começa a me beijar ferozmente me colocando contra a parede, mas eu lhe conduzo pelo corredor escuro até uma saída.

Estamos no estacionamento, logo ali, o sétimo carro, é o meu Carango.

Você mal espera a porta fechar e vem para cima de mim.


Eu pego no seu pescoço e mando você tirar seu shorts, você faz o que eu mandei com as mãos trêmulas, tiro sua camiseta e suas costas ficam contra o estofado do carro.


Começo a chupar seu pescoço e você geme. 

Você segura meu braço e diz que quer se lembrar desse momento quando se olhar no espero em casa, então te dou um chupão demorado, mas tão demorado que fiquei preocupado se eu não havia lhe machucado.

Te dou leves lambidas descendo até chegar no seu sutiã, tiro as alças que ficam no seu ombro e apenas abaixo ele, seus mamilos já estão duros, você olha para mim e eu começo a chupa-los.

Aperto o bico de seu mamilo e você solta um gemido de dor, mas parece ter gostado.

Então depois de chupar e apalpar seus seio eu volto a beijar sua boca, nossas línguas se encontram e nessa hora eu coloco o vibrador na força máxima, você aperta meus braços e treme as pernas mas eu não paro.

Abaixo a calça e tiro a minha camiseta e esfrego minha coxa pelo meio das suas, sobre seu sexo que está com o brinquedinho, você mal consegue se concentrar em me beijar...

Desço para o seu pescoço e começo a dar mordidas fracas nele, você geme quando passo por onde te deu o chupão.

Você me abraça sentido os músculos das minhas costas, enquanto sinto seu gozo escorrer por suas coxas, enquanto você crava suas unhas em mim e gemendo alto.

Tiro sua calcinha que está totalmente molhada e coloco o vibrador sobre ela no console central do carro, perto do câmbio.

Olho em seus olhos e digo que eu quero meter, eu quero te possuir de uma forma inesquecível.

Você suspira, quer que eu te leve para um lugar menos arriscado, mas a adrenalina não permite você espero de nada além de um gemido.

Reclino o banco o suficiente para você ficar mais confortável.

Você está lambuzada de tanto gozar, uso uma flanela para tirar o excesso, passo os dedos sobre seu grelo e massageando seu clitóris.

Te masturbo acertando teu ponto G, você mexe seu quadril colocando meus dedos mais fundo e não demora percebo que você vai gozar novamente.

Quando percebo que você vai ter um orgasmo eu paro.

Eu estou com o pau tão duro que chega a doer, aproximo ele do seu sexo e você tenta colocar meu pau dentro com suas mãos, eu seguro elas colocando-as contra o chão

Estou por cima de você segurando-a pelos pulsos, então começo a mover meu quadril e passo o meu pau em seu sexo, te deixando louca

Começo a penetrar devagarinho, ao sentir a cabeça entrando você geme

Mas não vou tão fundo, volto antes de chegar na metade do meu pau

Continuo a repetir esse movimento até um momento em que você tenta me empurrar com suas pernas

Olho nos seus olhos e digo que foi você quem pediu e empurro meu pau inteiro lá para dentro.

Você quer gritar mas para ninguém ouviu você se segura

Eu continuo a meter e suas pernas tremem

Continuo a movimentar meu quadril tentando fazer o mínimo de barulho quando ele se choca com você

Eu começo a beijar sua boca mas você está sentido muito prazer para seguir meus movimentos de língua

Por estar metendo tão fundo a sensação é ótima e até suor começou descer de seu rosto

Você não aguenta mais segurar a voz e solta um gemido bem alto enquanto goza, mas eu não estou satisfeito. Não gozei ainda.

Começo a meter mais forte e mais rapido. Você arqueia o corpo para o meu pau ir mais fundo.

Eu sinto você gozando novamente, e eu também estou muito perto, o seu jeito de demonstrar que chegou ao orgasmo me fez chegar nele também.

Quando eu gozo você arregala os olhos, sentindo meu gozo quente e espesso dentro do seu sexo.

Você diz que não era para eu gozar dentro, pois eu estava sem camisinha.

Sua cara da satisfeita trai sua palavras e nos beijamos novamente.

Nós vestimos ficamos ali, sentados. Um olhando para o outro, lhe dou um sorriso e pego você pelos braços te jogando por cima de mim, te abraço fazendo um cafuné na sua cabeça...

Ouvimos dois toques no vidro do carro, é um segurança do shopping.

Com uma voz de autoridade ele nos manda sair antes que a gente comece a "trepar" no carro.

Peço desculpas e saímos com o carro, devagarinho pelo shopping até a avenida.

Foi quando notei que sua calcinha ainda está no console central do carro, junto ao brinquedinho.

Quando parei o carro em um semáforo, você se aproximou de mim e disse que foi muito bom...

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