12 de dezembro de 2020

UM COLEGUINHA DO TRABALHO


Um dia, num domingo, estava em casa quando um número desconhecido ligou no meu celular. Não atendo esses números, pois geralmente são de telemarketing, mas neste dia fiz o contrário. 

Quando atendi, era um colega de trabalho, que trabalhava em outro setor do local onde eu trabalho, uma pessoa que eu achava "interessante".

Alguns dias antes ficamos trocando olhares no refeitório, eu fazia questão de observar cada um de seus movimentos.

Eu o achava sedutor, não sabia o que esperar dele, a não ser os flertes, pois continuávamos trocando olhares todos os dias no refeitório.

Eu sou enfermeira, ele administrativo do setor jurídico.

Conversamos um pouco, assuntos amenos, ele confirmou que uma amiga em comum tinha falado de mim e passado o meu contato, o que ela fez sem me consultar.

Papo vai, papo vem, combinamos de sair um dia pra conversar, no final do plantão.

Naquela semana o único dia em que pudemos sair, após o plantão, foi na quinta à noite, porém ele passou a me cumprimentar quando nos esbarrávamos pelos corredores.

Certo dia, eu estava saindo do refeitório, saía de costas, pois minha amiga Vladimira (nome fictício) e eu estávamos zoando uma a outra, mas repentinamente ela parou e olhou para alguém atrás de mim, era ele.

Tomei um susto ao vê-lo, mas lhe cumprimentei com um "oi" sem graça, mas ele esboçou um sorriso retribuiu o meu "oi", me deixando sem graça.

Na quinta, saímos do plantão no horário e, para evitar "disse e me disse", nos encontramos em frente ao Shopping Cidade, seguindo nossa caminhada.

Eu estava exausta, havia sido um dia muito turbulento.

Conversamos bastante, busquei ser o mais legal quanto possível, mas ficou claro que eu estava cansada.

Ele me contou que estava interessado em mim, que sentiu uma atração muito forte desde a primeira vez que me viu, mas havia um probleminha, ele era casado.

Mentalmente mandei ele ir a puta que pariu, mas notei que ele não usava aliança e que não tinha marca dela na mão esquerda.

Disse a ele que eu não queria me envolver com ele por esse motivo, mas ainda assim ele se mostrou gentil.

Fomos para o ponto de ônibus, não queria que ele me levasse em casa. 

Antes do meu ônibus passar ele me pediu um abraço e foi muito gostoso abraça-lo ali e sentir seu perfume.

Senti vontade de "ficar" com ele, mas ele era casado...

Nos dias seguintes trocamos algumas mensagens, fui amigável, mas continuava não querendo me envolver com um cara casado, mesmo tudo indicando que ele estava sendo honesto e verdadeiro comigo.

Contei para a "Vladimira" tudo o que estava acontecendo e ela disse que eu não tinha nada a perder, mas que eu não me apaixonasse por ele.

Na sexta-feira da semana seguinte, final do plantão da tarde, cansada, querendo ir pra casa descansar, ele me mandou uma mensagem perguntando o que eu ia fazer depois do trabalho. 

Sabia que dependia de mim mesma se rolaria alguma coisa ou não.
Naquele dia fui de ônibus, pois se as meninas fossem beber, eu não iria precisar voltar dirigindo.

Nos encontramos na porta do hospital mesmo e fomos caminhando até o local onde eu pego o meu ônibus.

Minha nossa, ele havia caprichado no perfume, usava sempre uma roupa que o deixava jovem, mas já era um quase quarentão.

Passamos a pé do lugar onde fica o ponto de ônibus, então me lembrei que ele pegava um ônibus um pouco mais á frente, onde tem uma Igreja Universal, e que o ponto servia para o meu também.

Conversamos bastante, o papo desenrolou com facilidade, ele disse que queria ficar comigo só que o primeiro beijo deveria ser meu nele, por que ele queria ter a certeza de que eu estava "topando" ficar com ele apesar de ele ser um homem casado.

Eu negava dar o primeiro beijo, mas ele insistia que não podia me beijar se eu não o fizesse primeiro.

Quando espalmei minhas duas mãos sobre seu peitoral, olhando em seus olhos, afirmei que eu não seria capaz de lhe beijar, então ele se aproximou de mim e me deu um beijo, um beijo tão bom que me senti abandonada quando ele se afastou.

Vencida a barreira inicial, continuamos a nos beijar, bem ao lado da igreja.

Quando veio o ônibus dele, disse que ele deveria ir, mas ele foi cavalheiro e ficou comigo até o meu passar.

Fiquei sentindo o calor do corpo dele e percebi quando ele teve uma ereção, embora não tive coragem de pegar... se é que você me entende.

O meu ônibus veio e nos despedimos, mas confesso que eu fui embora com um tesão da porra.

Cheguei em casa e aí, não teve banho frio que me ajudasse.
Nesse tempo eu morava sozinha, então deixei a luz do corredor acesa e peguei meu telefone, onde tinha uma msg no WhatsApp: 

"cheguei em casa bem, desculpa mas tive de bater uma pra você."

Respondi a mensagem com um áudio:

"Por que você não me mandou a foto do seu leitinho derramado?"


A resposta foi com a foto da mão dele, lambuzada de porra.
Fiquei frustrada dele não me mandar um nude, mas eu já sabia que ele era um homem distinto, que não faria isso.
Mandei outro áudio dizendo:

"Quero ver seu pau durinho..."

O áudio veio em seguida:

"Somente ao vivo".

Deitei na minha cama pensando:  "guardo esse tesão pra transar com ele ou pago uma sirica e gozo imaginando ele gozando comigo?" Como eu estava cansada, peguei o telefone e mandei um áudio dizendo:

"Acendeu o fogo, agora vai ter de apagar. Amanhã sem falta, depois do plantão."

A resposta foi imediata e por áudio:

"É o que eu mais quero."

O plantão de sábado para o administrativo era de meio horário, o que ele não sabia é que eu não estaria de plantão.
Retoquei minha depilação, vesti uma lingerie bem sexy, coloquei um vestidinho singelo e mandei uma mensagem:

"Estarei te esperando ao lado da (igreja) Universal, onde a gente ficou ontem. Espero que você não tenha gastado toda sua energia ontem batendo punheta..."

"Estou saindo pra te encontrar, meu amor."

"Meu amor", essa mensagem me deixou com ainda mais tesão.

Quando parei o carro o vi, ele parecia ansioso.

Sai do carro e fui até ele.

Nós abraçamos e trocamos um beijo longo.

Entramos no carro e ficamos beijando sem pensar no tempo. 

Aos poucos a situação começou a esquentar, eu estava carente, com tesão, ele me beijava e direcionava seu corpo em direção ao meu, fazendo ficarmos juntos um ao outro.

Não sabia onde íamos, mas aproveitei aquele beijo para pegar em seu pau, que eu não tinha tido coragem de pegar, mesmo ele tendo tido uma ereção pra mim, no dia anterior.

"Quero te levar para um motel, mas não sei onde te levar. Não sou o tipo de cara que sai por aí transando com as garotas com quem fico, mas tô louco por você "Carol".

"Você conhece algum? Quer ir em algum?"

"Nunca fui a motéis..."

"Jura?"

"Por tudo que é mais sagrado."

Eu fiquei louca, afinal um homem com uma áurea tão sexy não tinha ido a um motel? Foi quando ele comentou:

"Eu não aprontava na minha época de solteiro, me casei virgem..."

Quase bati o carro ao ouvir isso, mas coloquei a culpa "no ponto cego"

Chegamos ao motel e eu me sentia tão inexperiente quanto ele, pois geralmente eu era conduzida.

Ficamos nos pegando no carro, como preliminares, ele me pareceu tarado por peitos, pois não se cansava de pegar e chupar um, depois o outro, mas eu estava gostando.

Sou uma gordinha de seios fartos e isso, com toda certeza o deixou animado.

Já no quarto, depois de despidos, eu coloquei a camisinha no pau dele, que se deliciou disso e me deitei ao seu lado, enquanto ele veio por cima de mim.

Seu pau entrou deslizando de uma forma deliciosa... 

Pela forma como ele me comeu, notei que realmente ele não era muito experiente, mas eu contornei isso deixando o clima mais sensualizando.

Ele apoiava o corpo um braço para poder apalpar minha bunda com a outra mão e empurrar mais fundo.

Eu sabia que ele não era virgem, mas me senti descabaçando um homem tão gostosinho.

"Você é uma delícia, cheirosa..."

Eu apreciava sua voz, seus elogios, sua forma de me comer, estava sendo um "sexo descompromissado" que parecia que estávamos "fazendo amor".

Ele se levantou, trocou a camisinha ( ela estava pouco lubrificada ) e ficamos de lado, ele conseguiu encaixar direitinho em mim.
Gozei umas 2 vezes, e ele nenhuma.

Eu olhava seu pau duro, em meio a frustração de não ter gozado ainda, então eu disse:

"Não sei se deveria fazer isto ou não, mas acho que é isto que está faltando para você gozar..."

Fiz um sinal para ele se aproximar, tirei a camisinha e, com as mãos, fui espalhando os resquícios de lubrificante que ainda tinha em seu pau.

Me afastei, abrindo minhas pernas e disse:

"Vem!"

"Carol, mas sem... sem camisinha..."

"Vem logo gato!"

Ele encaixou seu pau em mim, começando um ritmo vigoroso e não demorou a gozarmos juntinhos, sim gozamos juntos, com direito a Squirt e muita porra escorrendo de mim. 

"Você é..."

Não deixei ele terminar a frase, queria aquela experiência eternizada até aquele momento, sem me apaixonar, pois ele era gostoso demais para eu me envolver e ser abandonada depois.

Logo depois, me deitei na cama de bruços, estava exausta. 

Dormimos abraçados e relaxados.

Ficamos no motel por seis horas, o levei até a mesma Igreja Universal onde ficamos da primeira vez.

Eu não queria, mas acabamos ficando ali, nos despedindo feito namoradinhos até ele pegar seu ônibus.

Tomei a pílula do dia seguinte, pois não queria correr o mínimo risco de engravidar e fui para minha casa com um gostinho de "quero mais".

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