20 de dezembro de 2020

- A PONTE AÉREA -

Ponte Aérea, um conto que me contaram. Eu não sei se é verídico,  mas tive de contar.


Uma pessoa que me segue me contou essa história, que eu vou publicar aqui para vocês.

Eu estava num daqueles dias de tédio, procurando o que fazer e resolvi navegar no Facebook, para ver o que eu encontraria em algum grupo.

Num grupo de Amizade / Namoro, conheci ele, passando a chama-lo de pretinho.

Sou carioca, branquinha, cabelo preto, olhos azuis, seios medianos e durinhos, coxas grossas e um bumbum empinadinho; tudo isso acomodado nos meua.1.65m.

Ele, um moreno, magro, mãos firmes, sorriso grande labios grossos, em quase 1.80m.

Nos chamavamos de branquinha e pretinho, desde o momento em que começou a rolar algo diferente entre nós.

Trocamos whatsapp e logo combinamos que ele viria para o Rio, com o objetivo de termos um encontro quente.

Cheguei ao Santos Dumont meia hora antes do horário previsto para o vôo dele chegar, proveniente de Belo Horizonte.

Pretinho havia me pedido para eu o esperar o aeroporto, usando um vestido Rosa, que ele disse que tinha adorado.

Era um vestido que valorizava meu visto e era bem curto.

Quando ele surgiu na saída do portão de desembarque, tive a certeza de que era ele.

Demos um abraço demorado, sentia seus pelos arrepiados tocando minha pele. Havia uma conexão muito forte entre nós.

Sentiu que ele ficou de pau duro durante o abraço....

Quando nos afastamos, trocamos um selindo em publico.

Fomos de mãos até o ponto de táxi.

Expliquei ao motorista para onde estávamos indo, percebendo seu olhar malicioso para nós.

O taxi saiu do aeroporto e sentia que o Pretinho colocou a mão na minha coxa, alisando até sentir a minha virilha.

Apertava minha coxa com desejo, me fazia carinho e levou seu dedo a passar por debaixo da minha calcinha, tocando meu grelinho.

Eu estava muito molhada, muito afoita pelo que imaginava que iria acontecer.

Apoiei minha cabela em seu ombro e cravei as minhas unhas, que estavam pintadas de vermelhas, em seu peito.

Chegamos ao motel era por volta de 9:40, teríamos um dia inteiro para nós curtir ali, já que o vôo de volta dele seria somente as 17 horas.

Ele abriu a porta da suite, como um cavalheiro me permitiu entrar primeiro primeiro.

Fiz questão de entrar mexendo os quadris da forma mais sensual que eu poderia fazer.

Ele fechou a porta e me agarrou. O beijo romântico do aeroporto mudou para algo bem mais ardente e sedutor

Parecia que estávamos devorando um ao outro no beijo.

Dei um salto, pulando em seu colo para aproveitarmos ainda mais aquele beijo e o que viria em seguida.

Ele me levou até a cama, quando me pus no chão novamente, tiramos nossas roupas, ele começou a me devorar, chupando meus seios que estavam ficando duros como pedra.

Ele colocou meu corpo aninhado bem no meio da cama, abriu as minhas pernas e disse:

- Branquinha, sou vou parar quando você não aguentar mais...

Então ele tirou minha calcinha, carente de desejo, molhadinha.

Abri minhas pernas e senti ele se aproximar do meu sexo.

Eu sentia a forma como ele cheirava minha abertura, soprando seus hálito sobre meu sexo .

Comecei a implorar para que ele me chupasse, mas ele não comecou imediatamente.

Ele começou a beijar a parte interna de minhas coxas, subindo devagarinho até chegar bem perto do meu sexo e do meu cuzinho.

Subindo e descendo com carinho e destreza, de uma forma muito gostosa.

Ele me virou de bruços a toda aberta, ele me fez sentir-me devorada, explorada...

Seu corpo sobrepôs ao meu, achei que ele iria fazer algo do qual eu não iria gostar, mas ele começou a mordiscar, beijar e lamber meu bumbum.

Ele lambia tanto a minha bundinha e tocava meu cuzinho e a minha abertura, as vezes com o dedo, as vezes com a língua.

Percebendo que estava de crueldade comigo, ele abriu minha bundinha e enfiei a língua no meu cuzinho.

Eu quase gozoi só com isso, mas segurei rebolava para excita-lo, esfregando minha bunda em sua cara, enquanto ele ainda me chupava, me lambia, forçava a língua na entrada do meu cuzinho...

Eu estava enlouquecida, então não aguentou mais e gozou forte e gostoso.

Gozei gritando bem alto e depois fiquei gemendo por uns 5 minutos.

Fiquei com o corpo amolecido, mas eu não estava totalmente satisfeita.

Pretinho lambia meu gozo e engolia todo o mel que escorria , ele não queria perder nenhuma gota sequer do meu orgasmo.

Eu estava cheia de tesão novamente, meu grelo estava inchado de tesão...

Usando a língua, ele masturbou o meu grelinho, eu arfava e gemia.

Estava tão gostoso, jamais tinha sido chupada daquela forma.

Quando ele percebia que ia gozar, não deixava, queria me levar a um gozo como nunca havia sentido.

Repentinamente senti que ele enfiou o polegar no meu sexo.

Urrou de prazer.

Ele então enfiou o indicador no meu cuzinho e ficou simulando uma foda, como se tivesse me comendo, tanto na frente como atrás.

Não aguente aquela "DP" e gozei violentamente.

Eu não parava de gozar e ele não parava de me chupar gostoso, sugando e quase engolindo clitóris, tamanho era o meu tesão.

Eu já estava chorando de tanto gozar, mas aos poucos meu corpo foi relaxando, até que cochilei ao seu lado.

Quando estava recuperada, ele veio me beijando e o fiz parar.

Ele já ia judiado de mim e eu não ia deixar aquilo "barato".

Sugeri que ele fosse tomar um banho, ambos havíamos suado bastante.

Quando ele estava se enxaguando entrei no box, onde ficamos nos beijando.

Ele queria enfiar o dedo novamente em mim, mas eu disse que era a minha vez de abusar dele.

Fiquei massageado o pau dele, desejando chupa-lo.

Nos enxugamos, ele se deitou na cama e resmungou algo.

Eu sentei ao seu lado, batendo punheta até ele estar durinho.

O coloquei todinho na minha boca, inserindo até meus lábios tocarem a base.

Seu grunhido grave me indicou que eu estava no caminho certo.

Voltei e fiquei fazendo um vai e vem no corpo de seu pau, eu ia subindo e descendo até que ele se mexeu diferente, então parei.

Ele estava quase gozando, mas eu precisava me vingar da tortura que ele fez comigo.

Ele protestou, então voltei a punhetar de carinho, vendo ele perder um pouco de rigidez.

O reinseri na boca repetindo o processo, mas agora eu queria minha boca cheia de seu gozo.

Ele grunhiu e disse:

- Não para! Caralho... Caralho...

Senti ele pulsando e seu gozo encher minha boca.

Engoli tudinho, mas fiquei massageando a glande com a boca, enquanto sugava o gozo dele.

Ele tremia e eu investia para ele sentir mais prazer.

Quando eu parei, ficamos ali deitados, ele respirava ofegante, mas me disse:

- Não acabou.

Ele subiu em mim, abrindo minhas pernas, beijou minha boca, que ainda tinha o gosto de seu gozo, e logo deu pra sentir se pau cutucando meu sexo.

- Camisinha... - murmurei.

Ele se levantou e colocou a camisinha e encaixou o pau em mim.

Repentinamente, não resisti e lhe dei uma bofetada na cara...

- Safado!

Ele me olhou assustado, então murmurei:

- Me bate!

Ele me deu um tapa na cara, que me acendeu.

- Seu filho da puta, bate direito!

Pretinho me deu um tapa do outro lado, que virou meu rosto, ardeu.

Ele continuou as estocadas, mesmo eu tentando controlar a dor.

- Eu quero mais, me bate...

Ele não teve coragem de me dar outro tapa como aquele, mas os que vieram em seguida me fizeram sentir usada, abusada, comida...

Eu era uma putinha nas mãos dele. Uma bonequinha de sexo.

Quando ele parou, não entendi, pois sabia que ele não tinha gozado.

Ele me virou de bruços, achei que ele ia me comer por trás, mas foi aí que ele encaixou seu pau em meu cuzinho, enterrando-o de uma só vez.

Era uma mistura forte de dor e prazer.

Quando ele começou as estocadas, foi me preenchendo e me fazendo sentir desejada.

Ele se soltou e me dava uns tapas na bunda, enquanto metia.

Quando eu comecei a gozar tive uma agradável e doce surpresa, ele gozou junto comigo.

Deitamos na cama, ainda imersos em prazer.

Quando ele olhou no relógio, eram 15 horas, já haviam se passado mais de cinco horas de sexo naquele quarto de motel.

Tomamos um banho e após o procedimento para ir embora, pegamos um táxi rumo ao aeroporto Santos Dumont.

Na volta ao aeroporto o clima era de despedida, era triste.

Chegamos, ele efetuou seu check-in e ficamos como namoradinhos adiando ao máximo a sua entrada na sala de embarque.

Quando o alto-falante chamou o vôo com destino a Belo Horizonte, meus olhos arderam, tive vontade de pedir para ele não ir.

Mas nós despedimos com um beijo ardente e ele disse que quando chegasse em casa, que ia me ligar...

Voltei para casa ainda sentindo o prazer dos orgasmos.

Quando cheguei em casa a última surpresa do dia, ele havia conseguido meu endereço, não sei como, mas havia conseguido e me mandou um lindo bouquet de rosas vermelhas. 

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