Mônica era uma jovem muito formosa, ruiva, olhos castanhos cor de mel, uma mulher alta, seios pequenos, porém durinhos, muito sardentinha, uma bundinha média mas bem gostosinha.
A descrição não parece de uma freira, mas acreditem, ela era sim e das mais beatas.
No convento, ainda no processo, era cortejada, mas não se interessava por rapazes, tampouco por sexo, tendo rejeitado muitos bons pretendentes.
As amigas lhe diziam que estava jogando sua vida fora assim, mas ela nem se importava.
Ela queria mesmo era ser freira, amava ler histórias sobre santos, etc..
Com 18 aninhos, enquanto nós já estavam mais que experientes no sexo, Monica era admitida para um convento religioso.
Criada por seus avós já que seus pais já não estavam mais vivos, teve o consentimento deles, adentrou ao convento.
Mônica estava com 19 aninhos quando aconteceu.
As freiras costumavam servir sopa para moradores de rua, mas sempre padres as acompanhavam.
Mônica foi servindo um a um, até que encontrou um Senhor, já velho, alto, forte e com uma virilidade que chamou a atenção da freirinha.
Mônica lhe serviu, ele a agradeceu e conversaram um pouco.
O Velho lhe pediu um pouco de vinho, disse que há muitos anos não sábia o que era um bom vinho.
Mônica prometeu ao velho que levaria o vinho produzido no convento, um vinho artesanal, pouco teor alcoólico e um sabor muito agradável.
Na semana seguinte, todos do convento estavam distribuindo sopa novamente, Mônica se separou do grupo e foi levar o vinho que prometerá ao velho senhor.
Ela bateu na porta da casa onde o velho morava, ele abriu a porta e viu aquela ruivinha branquinha, meiga, parecia um anjo de tão bela.
O velho ficou muito feliz pela jovem freira ter se lembrado dele e cumprido a promessa.
Ele já aos goles, colocou quase toda garrafa para dentro e lhe perguntou:
- Minha Jovem, por qual motivo você escolheu ser freira?
Mônica era a pureza em pessoa, muito ingênua.
Cheia de sinceridade e veracidade, disse:
- Meu senhor, não quero me entregar as carnalidades que minhas amigas vivem, quero permanecer virgem, como a mãe de nosso Senhor, quando o deu a luz...
Quando falou em virgindade, o instinto do velho se aflorou, seu pau subiu e sua calça de moletom velha, subiu junto parecendo um cabide de parede.
Monica não conseguiu deixar de reparar no tamanho do membro do velho e tentou se despedir e sair daquele abatedouro de ninfetas.
Sim, naquela casa haviam ocorrido diversos atos de violência sexual contra meninas puras como Mônica.
Talvez por algum distúrbio ele somente violação garotas virgens.
O velho era um maníaco, violentava virgens e mais do que depressa fechou a porta e disse para Mônica:
- Olha aqui o que você fez? Vou ter de comer você também sua freira putinha... gostosinha.... sente meu pau durinho pra você, sua vagabunda!
- Não, senhor, por favor, sou virgem, me deixa ir embora, vou gritar... me solte, pelo amor de Deus!
- Se gritar te mato, sua puta....
O tapa violento que o velho deu em Mônica deixou seu lindo rosto avermelhado.
O velho pegou a freirinha, amarrou sua mãos e arrancou seu hábito, quase o rasgando...
- Nossa que visão... quero comer essa bocetinha lacradinha...
O velho caiu de boca no sexo de Mônica, depois mamava os seios da jovem freira, chupou sua abertura como se fosse engoli-la, beijava sua boca forçadamente e lhe mordia.
Ele estava louco de tesão.
O Velho montou nela, penetrando sem dó de a pobre menina ser virgem.
Ele ia dando estocadas fortes ao ponto de se poder ouvir a cabeceira da cama bater na parede.
Mônica chorava, implorava mas o velho continuava.
Quando ele ia gozar, pulou de cima dela caindo no chão, começou a chorar e se agredir.
Repreendia o demônio, dizia para ele se afastar.
Mônica se arrastou até um canto, juntando seus cacos e seu hábito, amassado pela agressão.
Seu rosto ardia em vergonha, assim como seu sexo, ferido pela violência sofrida.
Seu choro abafado escondia sua frustração, a já mencionada vergonha e a semente da vingança, está última plantada em seu coração.
A mulher que se levantou daquele canto, horas depois, não era a doce e meiga Mônica.
Ela vestiu cuidadosamente o hábito e caminhou até a porta dos fundos, por onde saiu, deixando o velho se debatendo em sua loucura.
Um pequeno rastro de sangue denunciou sua presença e o seu trajeto de saída da casa.
Após se confessar com o padre Miguel e informar a "madre superiora", Monica foi a hospital para fazer exames de rotina e os testes para doenças sexualmente transmissíveis.
Seu cabelo estava na cintura, ao que ela o cortou, vendendo por cerca de se três mil reais, o que ninguém no convento perceberia, já que permaneceria usando o hábito.
Sua sede de vingança era palpável, ao ponto de preocupar o padre Miguel, que sabia do ocorrido devido a confissão da jovem freira.
Passado um ano da violência sofrida, novamente a campanha da sopa reiniciava, mas Mônica se recusou a ajudar e as freiras organizadoras compreenderam suas razões.
Ela havia ficado sozinha no convento, naquela noite, acompanhada apenas do som dos grilos, a única coisa que quebrava o silêncio daquele lugar.
Embaixo da cama de Mônica havia um mochilão, que usava para transportar suas roupas quando ia visitar sua família, mas desta vez havia muito mais do que apenas hábitos, material de higiene pessoal e roupas íntimas.
Um vulto em meio a sobras saiu de trás da casa do velho naquela noite.
Ele estava ajoelhado no milho, chorando seus pecados.
Ao lado dele um prato de sopa das freiras esfriava sobre a mesa, coberto com outro prazo.
Sua penitência era rezar o terço três vezes antes de jantar todos os dias.
Ele se assustou quando o prato foi arremessado na direção da parede.
Uma mulher, toda vestida em couro e com uma arma apontada para sua cabeça, o algemou o conduzindo até a cama fétida onde há exatos um ano ele havia abusado de Mônica.
Com uma faca da própria casa ela rasgou as roupas que ele usava, o deixando nu, completamente nu.
Aquela mulher, misteriosa para o velho, tirou de um bolso um estimulante sexual e fez o velho tomar, o amordaçado em seguida.
Ela lhe deu quatro comprimidos de 50mg e preparou o ritual, amarrando as mãos e os pés do velho, de tal forma que ele não poderia escapar.
O efeito do estimulante, foi uma ereção forte, um pau duro feito metal e o líquido pré ejaculatório escorrendo da ponta.
Para que o velho não sentisse prazer algum naquilo, aquela mulher o vendou, depois abaixou a calça, colocou uma camisinha no pau dele e montou naquela ereção.
Ela cavalgou por muito tempo, até alcançar o orgasmo.
Tapas e xingamentos ao velho eram "sua diversão".
Antes que ela tivesse o segundo orgasmo, ela notou que o velho começou a se estribuchar, virando os olhos e enrolando a língua.
Ele estava tendo um enfarto devido ao remédio.
Ela não se importou, cavalgando até chegar a mais um orgasmo.
Dava para ouvir o estampido das bolas do velho batendo em seu corpo.
O velho tentava respirar, mas não conseguia, a ereção se mantinha e seu pau estava com as veias até ressaltadas.
Ela massageava o pau, ainda com a camisinha, punhetando.
Dava para ouvir o velho clamando para que ela parasse e o ajudasse, mas ela o ignorou.
O velho morreu em meio a uma ejaculação, que foi tão forte que quase arrancou a camisinha.
Ela se levantou, colocando luvas, tirou a camisinha do pau do velho, jogou-a pela janela, colocou os comprimidos que não haviam sido usados sobre a mesa, ao lado do prato de sopa, e colocou um terço feminino no chão, perto de uma outra cadeira ao lado da que o velho sentava para comer.
Mônica arrancou a máscara que usava até ali, ao perceber que havia matado o velho.
Ela acendeu quatro velas, as posicionando como nas pontas de uma cruz e conferindo sua roupa, saiu pelos fundos, adentrado na mata.
Havia sido a única relação sexual em que sentiu orgasmos.
Entrou no convento sorrateiramente, guardou as peças de roupa que havia usado para sua vingança, junto a arma.
Ao chegar junto a janela contemplou as chamas, a casa do velho estava em meio a um incêndio.
Sua alma vibrava como no primeiro orgasmo que teve aquela noite. As lágrimas eram de felicidade, seu desejo de vingança havia sido finalizado.
Em seu plano só faltava dar sumiço a roupa usada para ir até a casado do velho, junto a arma e o hábito de noviça, usado para sair do convento, pois ela estava reclusa.
Mônica colocou tudo dentro de dois sacos de lixo e os colocou dentro da caçamba.
Antes de ir se deitar, Mônica foi tomar um banho, se lavar de tamanha sujeita física e em sua alma.
Enquanto se lavava rezava o terço, três ave Maria, um pai nosso.. ensaboando e esfregando as partes onde havia tido contato com o sêmen do velho, a parte que mais incomodava era da ocasião da violência.
Monica ainda tomava banho quando a irmã Cleide, a madre superiora entrou no quarto.
- O que está fazendo menina?
- Estou me lavando, do que aquele monstro me fez...
A irmã Cleide estava preocupada com Mônica, mas não sonhava como ela havia se tornado má.
As duas conversaram e a "jovem e doce" Mônica chorou no colo da irmã Cleide.
Mônica ficou em seu quarto sozinha. Naquela madrugada ela se entregou a luxúria em um ato de "self-service".
Seus dedos extraíram de seu ponto mais sensível sensações absurdamente fortes.
Ela havia molhado a calcinha de tao excitada que havia ficado.
Na manhã do dia seguinte, após as notícias oficiais chegarem ao convento, Mônica pediu seu desligamento do convento.
Voltou a morar na capital, onde passou a viver luxuriosamente de balada em balada, em relacionamentos estranhos, sempre regados a muito sexo.
Uma semana depois de sair do convento fez uma tatuagem ao pé da coluna vertebral, em que dizia: "Vingada."






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