De pijama fui para cozinha, beber água, mas ao passar pelo escritório me assustei ao ver uma figura que dormia no sofá.
Era o Marcos.
- O que você está fazendo aqui?
- Eu sabia que você estava me traindo...
Discutimos algum tempo, sem que eu quisesse confirmar qualquer coisa, embora toparia outra "trepada" como aquela A-GO-RA.
Ele pegou as coisas dele e saiu, mas antes me pôs contra a parede e me deu um longo beijo, que me fez relembrar os velhos tempos.
O Marcos pegou as coisas dele e caminhou rumo a porta de saida, mas, antes de abrir a porta, me pôs contra a parede e me deu um longo beijo, que me fez relembrar os velhos tempos.
Havia muito tempo que ele não causava este tipo de reação física em mim.
O meu relacionamento com ele tinha se tornado aquele tipo de relação que uma sirica no chuveiro durante o banho resolvia meus desejos.
Aquele beijo havia me feito voltar no tempo, ao tempo em que eu queria morar junto dele.
- Não acredito!
- Não acredito no quê, Marquinho?
- Eu não acredito que você me traiu...
Abri a porta para ele ir embora e disse:
- Preciso falar alguma coisa sobre a loira do parque?
- Não, isso foi..., com toda certeza, depois desse cara...
- O Miguel eu conheço dos PS... ele sabe o que eu passo...
Marquinho, com os olhos marejados, disse:
- Você nunca se entregou pra mim como você fez hoje a noite. Enquanto ele... ele te comia sorrindo, eu estava sentado no sofá do escritório chorando..., você estava me matando...
Olhei nos olhos dele e disse:
- Vamos por as cartas na mesa?
Peguei meu telefone que estava sobre a mesa de jantar e mostrei um video.
No referido vídeo, a loira estava masturbando ele, por baixo da mesa de concreto.
No vídeo era possível ver o movimento das mãos dela até ele gozar, enchendo as mãos dela de sêmen.
- Isso é traição. E a propósito, eu estava lá... fui espairecer, estava triste com as suas últimas atitudes... eu vi você descendo do carro e fui atrás de você, até você se encontrar com a loira.
A vergonha ficou estampada em seu rosto.
- Você acha que eu acredito que tu não me traiu com esse cara?
- Não, saímos no mesmo dia em que eu te vi com a loira, fomos a um bar, quando eu cheguei aqui, você tinha deixado um bilhete pra mim. A minha carta de alforria.
Marquinho entrou de volta, fechou a porta atrás de si e avançou na minha direção.
- Como você ta gostosinha heim!
Ele me olhava como o lobo para a chapeuzinho vermelho, eu ainda estava usando um baby Doll.
Marquinho foi passando a mão nos meus seios, que já estavam duros, empinados, pesado e eu já estava completamente molhada.
Olhei em seus olhos e disse:
- Beija a minha boca, que há pouco engoli a porra de outro homem...
- Não me importo, Carol. Você é minha... você é minha mulher...
Ele me beijou novamente e com mais tesão do que antes. Seu pau, duro feito pedra, roçava na minha coxa e próximo a minha abertura, por cima da calcinha.
Abaixei, quando ele parou de me beijar, coloquei seu pau na minha boca e comecei a chupá-lo...
- Quero você mamando meu pau... Carol... quero gozar... quero fazer você beber do meu leitinho...
Fiquei agachada por uns 5 minutos chupando o pau dele bem devagar, não pretendia ter a melhor performance justamente com o homem que me botou um par de chifre.
Marquinho começou beijando meu pescoço e descendo a cabeça ja foi logo passando a lingua nos meus seios, tirando o baby Doll.
Ele explorava meu corpo usando sua lingua quente, descendo mais até o umbigo aí ele abriu minhas pernas e começou a lamber entre minhas cochas macias, subindo e descendo acariciando minha vagina por cima da calcinha.
- Sua boceta está cheia da porra dele, não é? Quero te encher da minha.
Segurei suas mãos.
Ele se levantou lentamente e um pouco assustado.
- Vamos para o tapete (na sala)! - eu disse.
Ele me olhou com uma cara de tarado e disse:
- Não, eu quero na mesma cama onde ele te comeu...
Ele sorriu, mas eu coloquei o pau dele devoluta dentro da calça, fechei o zíper de sua calça e o conduzindo até a porta disse:
- Hoje estou satisfeita, não quero mais... obrigada! Quem sabe em uma outra encarnação...
Ele saiu pela porta, meio que por instinto e eu tranquei-a por dentro, me assentando no chão do corredor .
Me masturbei em seguida e gozei com o tesão de saber que o Marcos me beijou, quando eu ainda estava com o gosto do gozo do Miguel...
Quando eu terminei e que o orgasmo passou, tomei um banho e fiquei imaginando se eu tivesse dado para o Marcos, na mesma cama onde eu havia dado para o Miguel. Só de pensar fiquei toda molhada.
Troquei a roupa de cama, deixando a cama "zerada" de resquicios do sexo da noite anterior.
Dormi tão relaxada que perdi a hora para ir ao trabalho, mas valeu muito a pena.

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