23 de fevereiro de 2021

PAU QUE DÁ NA CHICA, DÁ NA FRANCISCA PARTE 3



De pijama fui para cozinha, beber água, mas ao passar pelo escritório me assustei ao ver uma figura que dormia no sofá.

Era o Marcos.

Assim que abri a porta, ele me olhou assustado.

- O que você está fazendo aqui?

- Eu sabia que você estava me traindo...

Discutimos algum tempo, sem que eu quisesse confirmar qualquer coisa, embora toparia outra "trepada" como aquela A-GO-RA.

Ele pegou as coisas dele e saiu, mas antes me pôs contra a parede e me deu um longo beijo, que me fez relembrar os velhos tempos.

O Marcos pegou as coisas dele e caminhou rumo a porta de saida, mas, antes de abrir a porta, me pôs contra a parede e me deu um longo beijo, que me fez relembrar os velhos tempos.

Havia muito tempo que ele não causava este tipo de reação física em mim.

O meu relacionamento com ele tinha se tornado aquele tipo de relação que uma sirica no chuveiro durante o banho resolvia meus desejos.

Aquele beijo havia me feito voltar no tempo, ao tempo em que eu queria morar junto dele.

- Não acredito!

- Não acredito no quê, Marquinho?

- Eu não acredito que você me traiu...

Abri a porta para ele ir embora e disse:

- Preciso falar alguma coisa sobre a loira do parque?

- Não, isso foi..., com toda certeza, depois desse cara...

- O Miguel eu conheço dos PS... ele sabe o que eu passo...

Marquinho, com os olhos marejados, disse:

- Você nunca se entregou pra mim como você fez hoje a noite. Enquanto ele... ele te comia sorrindo, eu estava sentado no sofá do escritório chorando..., você estava me matando...

Olhei nos olhos dele e disse:

- Vamos por as cartas na mesa?

Peguei meu telefone que estava sobre a mesa de jantar e mostrei um video.

No referido vídeo, a loira estava masturbando ele, por baixo da mesa de concreto.

No vídeo era possível ver o movimento das mãos dela até ele gozar, enchendo as mãos dela de sêmen.

- Isso é traição. E a propósito, eu estava lá... fui espairecer, estava triste com as suas últimas atitudes... eu vi você descendo do carro e fui atrás de você, até você se encontrar com a loira.

A vergonha ficou estampada em seu rosto.

- Você acha que eu acredito que tu não me traiu com esse cara?

- Não, saímos no mesmo dia em que eu te vi com a loira, fomos a um bar, quando eu cheguei aqui, você tinha deixado um bilhete pra mim. A minha carta de alforria.

Marquinho entrou de volta, fechou a porta atrás de si e avançou na minha direção.

- Como você ta gostosinha heim!

Ele me olhava como o lobo para a chapeuzinho vermelho, eu ainda estava usando um baby Doll.

Marquinho foi passando a mão nos meus seios, que já estavam duros, empinados, pesado e eu já estava completamente molhada.

Olhei em seus olhos e disse:

- Beija a minha boca, que há pouco engoli a porra de outro homem...

- Não me importo, Carol. Você é minha... você é minha mulher...

Ele me beijou novamente e com mais tesão do que antes. Seu pau, duro feito pedra, roçava na minha coxa e próximo a minha abertura, por cima da calcinha.

Abaixei, quando ele parou de me beijar, coloquei seu pau na minha boca e comecei a chupá-lo...

- Quero você mamando meu pau... Carol... quero gozar... quero fazer você beber do meu leitinho...

Fiquei agachada por uns 5 minutos chupando o pau dele bem devagar, não pretendia ter a melhor performance justamente com o homem que me botou um par de chifre.

Marquinho começou beijando meu pescoço e descendo a cabeça ja foi logo passando a lingua nos meus seios, tirando o baby Doll.

Ele explorava meu corpo usando sua lingua quente, descendo mais até o umbigo aí ele abriu minhas pernas e começou a lamber entre minhas cochas macias, subindo e descendo acariciando minha vagina por cima da calcinha.

- Sua boceta está cheia da porra dele, não é? Quero te encher da minha.

Segurei suas mãos.

Ele se levantou lentamente e um pouco assustado.

- Vamos para o tapete (na sala)! - eu disse.

Ele me olhou com uma cara de tarado e disse:

- Não, eu quero na mesma cama onde ele te comeu...

Ele sorriu, mas eu coloquei o pau dele devoluta dentro da calça, fechei o zíper de sua calça e o conduzindo até a porta disse:

- Hoje estou satisfeita, não quero mais... obrigada! Quem sabe em uma outra encarnação...

Ele saiu pela porta, meio que por instinto e eu tranquei-a por dentro, me assentando no chão do corredor .

Me masturbei em seguida e gozei com o tesão de saber que o Marcos me beijou, quando eu ainda estava com o gosto do gozo do Miguel...

Quando eu terminei e que o orgasmo passou, tomei um banho e fiquei imaginando se eu tivesse dado para o Marcos, na mesma cama onde eu havia dado para o Miguel. Só de pensar fiquei toda molhada.

Troquei a roupa de cama, deixando a cama "zerada" de resquicios do sexo da noite anterior.

Dormi tão relaxada que perdi a hora para ir ao trabalho, mas valeu muito a pena.

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