16 de fevereiro de 2021

PAU QUE DÁ NA CHICA, DÁ NA FRANCISCA PARTE 2



Quando cheguei em casa, na madrugada, sobre a mesa de jantar havia um bilhete:

... nosso casamento acabou há muito tempo. Fiz as minhas malas e estou na casa da minha mãe. Depois conversamos sobre o contrato de aluguel do apartamento.

Comecei a rir, pois ele nem sabia o tanto que aquilo me doía, mas o tanto que eu ficava aliviada por ele ter decidido ir embora, já que eu já estava propícia a pedir o divórcio.

No dia seguinte, Miguel me ligou para falar do apartamento que eu havia solicitado ajuda para comprar.

Ele me contou que o amigo dele, o que trabalhava com imoveis, tinha um bom apartamento que ficava dez minutos a pé do hospital.

Trabalhei normalmente e quando cheguei em casa recebi uma mensagem de texto do Miguel, que dizia:

Consegui o apartamento certo pra você, é muito top, quer conhecer?

Respondi:

Quero sim, quando?

Eu terminei de enviar e alguns segundos depois o meu telefonou.

- Oi Carol, eu sei que você começou a procurar o apartamento agora, mas a oportunidade que apareceu é incrível.

- O que esse apartamento tem demais?

- Vou te buscar para você conhecer.

- A noite?

- Agora! Chego aí em 10 minutos.

- Espera, eu desço em 20. Preciso tomar um banho...

- Estarei te esperando em frente do teu prédio.

Tomei um banho que me deixou prontíssima para o sexo. 

O encontrei e ele me levou ao apartamento, que ficava em um lugar excelente.

Um apartamento menor do que eu morava, mas melhor localizado e mais perto de meu trabalho. Ele estava lindo, novinho, todo reformado e do jeito que eu sonhava.

Voltamos rumo a minha casa, onde ele me mostrou os detalhes contratuais do apartamento, financiamento e afins.

Preparei um macarrãozinho pra degustarmos enquanto Miguel me explicava as condições do financiamento.

Conversávamos sobre financiamento quando surgiu uma figura inesperada.

Meu marido apareceu, do nada, no apartamento.

- Olá, estou atrapalhando?

Olhei pra ele meio assustada e muito nervosa pela aparição sem avisar.

Miguel, como um homem elegante, se levantou e estendeu a mão para o Marcos e disse:

- "Opa", como vai, sou Miguel, trabalho com a Carolina.

- Ah, sim, Marcos...

Eles apertaram as mãos e eu me levantei, já perguntando:

- O que você quer "senhor" Marcos?

- Vim buscar o restante das minhas coisas, incluindo minha chave reserva do carro e deixar a minha chave do apartamento.

- Fique a vontade...

Ele fez menção em dizer algo, mas antes que ele falasse qualquer coisa, eu disse:

- Não diga uma palavra, estou com visita. Não quero ter de falar sobre o teu encontro com uma loira no parque.... não quero falar nisso. Então, pegue suas coisas e vá embora.

- Do que você está falando.

- Uma pessoa viu você no parque com uma loira, vocês trocaram carícias, ela te masturbou no parque... vocês devem ter ido a um motel...

Ele ficou sem graça, pois não sabe mentir.

- ...como você mesmo disse, nosso casamento acabou.

Olhei para o Miguel, e disse:

- Querido, me perdoe... é que o Marcos as vezes me tira do sério.

Marcos tentou ser irônico, mas eu apenas o fiz prosseguir indo pegar suas coisas.

Voltei minha atenção a Miguel, que voltou a sua explicação sobre o financiamento em 30 anos do apartamento...

Quando ouvi o tilintar das chaves vindo do quarto, avancei na direção de Miguel, que retribuiu o beijo que eu dei nele.

Marcos ficou feito um paspalho nos olhando e quando terminei de beijar a boca de Miguel, ele voltou-se para mim e disse:

- Está aqui suas chaves. Vai continuar morando aqui?

- Não é mais da sua conta, a minha advogada vai lhe procurar para assinarmos o divórcio.

Me virei na direção de Miguel e disse:

- Vamos continuar de onde paramos?

- Claro....

Miguel me beijou com desejo, um beijo caloroso e muito gostoso, segurando meu rosto com as mãos, demonstrando ao Marcos o que ele "jogou fora".

Ouvi ele bufar e sair, quando a porta bateu, o Miguel parou de me beijar e disse:

- Esse beijo não foi encenação...

- Amei.

Me levantei, fui até a porta trancando-a e colocando a trava.

Fiz o mesmo na entrada da cozinha.

Ele já havia tirado o blazer e eu o conduzi até o quarto, que agora era só meu quarto.

O empurrei sobre a cama, abrindo a calça, revelando um pau que eu já conhecia, mas que pela primeira vez via semi-ereto.

- Você sabia que poderia ter namorado sério comigo ... - ele disse.

- Quem sabe agora que estou "solteira" ...

Tirei toda a roupa dele, liguei o MP3 player em uma playlist que dei o título "Músicas para Transar", mas que até então eu só tinha usado para me masturbar.

Quando os primeiros acordes tocaram no aparelho de som do quarto, percebi a sua excitação, pois "engoli" o pau dele

Miguel estava perfumado e gostoso.

Fiquei imaginando o Marcos entrando no quarto que dividimos, e me ver nua, nos braços de Miguel, fodendo minha boceta com desejo.

Continuei a chupar o pau do Miguel, que cresceu na minha boca e, em poucos instantes, encheu a minha boca de sêmen.

Já tinha bebido do leitinho do Miguel, mas naquele dia fiz isso com ainda mais prazer do que o normal...

Quase que me engasguei com tanta quantidade, eu amava o sabor.

Pouco depois passamos a rolar em minha cama, ele me chupou muito, muito gostoso... só que eu não me permiti gozar naquele momento.

Eu queria ter um orgasmo vaginal, capaz de me fazer ter espasmos deliciosos e sentir muito prazer.

- Você quer violento ou com carinho?

- Violento, forte, selvagem...

Sim, o que Almir queria era saber se eu estava afim de transar ou de "fazer amor".

Quem estava equivocada era eu, que imaginava que o melhor para mim era transar.

Miguel me pegou com força e precisão.

Segurei para não gozar, mas quando senti a onda de eletricidade percorrendo meu corpo, mas a sequência de espasmos me levou a loucura.

Entre gemidos pedi para me "foder",

-...mais..., mais..., assim... mais forte... isso...

Urrei de prazer, gemi, mordi seu ombro, e ele me fodeu, me fodeu, me fodeu... gozei uma, duas, três, perdendo a conta...

Repentinamente foi a vez dele estremecer, com um grunhido que eu já conhecida e senti a minha abertura ser preenchida por uma avalanche de sêmen morninho..., quentinho..., gostosinho...

Ficamos abraçados, aos beijos, quando ele sussurrou em meu ouvido que queria mais.

Eu imaginava que seria outra "foda" pesada, violenta, forte, entretanto Miguel penetrou deslizando devagarinho para dentro de mim.

Sua ereção era firme e macia, ou eu já estava tão lubrificada que....

Gemi mais alto, grunhi, me entreguei ao prazer, transpirava, mas logo ele começou as estocadas bem devagarinho.

- Você queria violento, mas eu quero apenas fazer amor com você.

Ele começou a pôr e a tirar, pôr e a tirar, sentia a cama me faltar tamanho era o prazer, não me refiro ao orgasmo, mas ao prazer de estar "fazendo amor".

Eu senti até falta de ar, arrepios, uma sensação indescritível, gemi mais e gozamos juntos.

Ficamos ainda um tempo na mesma posição, até sua ereção ir se desfazendo, o que demorou um pouco, para o meu deleite.

Nós dois ficamos ali com a respiração ofegante.

Miguel deixou seu corpo descer para o lado, mas sua cabeça ficou encaixada em meu ombro.

Quando voltou a respirar de forma controlada, ele disse:

- Eu queria apenas que você me desse uma chance, acho que você merece "meter" assim todo dia...

Sorri, mas eu sabia que com o tempo não seria mais assim todos os dias.

Fomos ao banheiro, tomamos um demorado banho, e perto das três da manhã, ele me beijou e foi embora.

Nós despedimos antes de uma abrir a porta para ele ir, voltei para meu quarto, um forte cheiro de sexo impregnava o ambiente, nos lençóis grandes manchas de porra denunciavam o que havia ocorrido ali.

De pijama fui para cozinha, beber água, mas ao passar pelo escritório me assustei ao ver uma figura que dormia no sofá.

Era o Marcos.

Assim que abri a porta, ele me olhou assustado.

- O que você está fazendo aqui?

- Eu sabia que você estava me traindo...

Discutimos algum tempo, sem que eu quisesse confirmar qualquer coisa, embora toparia outra "trepada" como aquela A-GO-RA.

Ele pegou as coisas dele e saiu, mas antes me pôs contra a parede e me deu um longo beijo, que me fez relembrar os velhos tempos.

Continua...

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