24 de outubro de 2023

SE AQUELE SOFÁ FALASSE...


Quando nos mudamos de Pirapora para Belo Horizonte, na mudança veio um sofá de dois lugares, o qual ficou na sala por algum tempo, até meu pai comprar um sofá novo e este ir parar em um quarto, que virou "sala de TV".

Eu ainda era uma criança, descobrindo as sensações ao toque em meu clitóris, primeiro beijo, tesão... literalmente o início da adolescência.

Um dia frio, em que eu estava sozinha, me enrolei na coberta e assistia algo do tipo "lagoa azul" (não me lembro direito que filme era) quando rolou "uma coçeira" numa região sensível do meu corpo.

Fiquei deitada passando o dedo sobre aquele ponta e notei que era muito gostoso fazer aquilo.

Instintivamente inseri o dedo indicador em um ponto que me fez arrepiar, minha nossa como era possível sentir tanto prazer com um toque.

Freneticamente comecei a esfregar este monto mais sensível, notando que não demorou eu eu estava atingindo ao ápice, gozando gostoso.

O entrar e sair do meu dedo indicados na parte mais sensível, liberou o meladinho, que até então eu não conhecia. Uma deliciosa descoberta.

Descobrir onde e como provocar estas sensações em meu corpo, foi libertador, foi incrível.

Estava muito excitada, com a minha abertuta pulsando e a cabeça a mil por hora, imaginando o carinha que eu gostava transando comigo, embora nem soubesse como seria uma trepada.

Obviamente nesse época eu ainda não havia transado, mas já era tinha um tesão por alguns meninos.

Algum tempo depois, em outro dia, fiquei pensando em um objeto que usaria naquela para me satisfazer.

Pensei em pepino, cenoura, mas não tinha feito feira naquela semana e portanto não os tinha à disposição. Além disse, fiquei pensando em como isso seria nojento, usar uma cenoura e depois comer... não!

Coloquei almofadas no sofá, para ficar mais confortável e comecei a pensar em como iria me estimular.

Resolvi então tirar a calcinha que estava totalmente enfiada em minha bunda, para ficar mais à vontade.

Sentada e com as pernas abertas e dobradas, passava os dedos lentamente em minha boceta, que latejava de vontade de ser estimulada..

Abri bem as pernas e coloquei meus pés sobre a mesa de centro. Lia alguns contos eróticos, em uma revista masculina que pertencia, acredite se quiser, aos meus pais, tendo assim meus primeiros contatos com contos eroticos, mesmo ainda sendo uma menor de idade na época.

Muitas das fantasias eroticas da "Carolzinha adolescente" vieram dessas leituras ...

Certa vez, me peguei gemendo, acariciando meu clitóris, imaginado que eu estava "fazendo amor" com um garoto que eu gostava na escola, mas que extraia de mim um tesão absurdo. Esse garoto nem sei se sabia da minha existência, pois eu não era uma menina popular entre os garotos e nem tentava ficar com ninguem.

Na época da faculdade, entre um livro e outro, sempre rolava uma esfregadinha. Depois de perder a minha virgindade, resolvi me dar de presente um brinquedinho, que me fez gozar várias vezes naquele sofá e as na minha cama também.

Sempre que eu estava em casa sozinha, colocava o meu brinquedinho para trabalhar dentro da minha bocetinha e trabalhar para me fazer gozar.

Uma vez, eu usei o brinquedinho, colocando em cima dos travesseiros, cavalguei gostoso emcima dele, imaginando uma transa sobre o meu sofá.

Enquanto "ele" me arregaçava, sentia uma absurda vontade de gozar, até que não houve como segurar... foi uma explosão sem tamanho, fiquei com as pernas fracas e com o travesseiro molhado.

Quando tirei o brinquedinho de dentro de mim, havia uma pontinha de sangue e muito gozo... naquele dia dormi satisfeita, porém com um pouquinho de medo de ter machucado algo por dentro, mas estava tudo normal pra minha alegria.

Com a experiência, optei por um brinquedinho realmente menor, que vibrava estimulando os pontos mais sensíveis e passei a me sentir auto-suficiente quando o assunto é sexo. Ele era mais discreto para situações de alguém aparecer de surpresa, o que quase aconteceu algumas vezes.

Aquele sofá contemplou self-sexo por alegrias, por decepção, por vontade de trair e até algumas transas "repentinas", com amigos, com primos... sim, rolou algumas vezes com um primo, que até hoje é um tesão.

Quando me casei, meu pai queira se desfazer dele, mas como eu tinha uma história com aquele sofá, o levei para a minha casa, onde ele ficou como parte dos móveis "do escritório". 

Foi nele que o meu ex- marido dormiu após ter ficado escondido e me visto transar com outro. [PAU QUE DÁ NA CHICA, DÁ NA FRANCISCA PARTE 3]  e nele várias vezes eu transei com meu ex-marido e com o Miguel.

Eu olho para ele agora, depois que passou por uma reforma e me pergunto: e se ele falasse? o que ele contaria a respeito de mim e do que já fiz junto dele...

Esse sofá ainda faz parte da minha história e espero ainda ter muitos e muitos orgasmos deitada nele.

A proposito, para celebrar esse conto, vou lá matar saudades...

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