Depois de uma noite memorável ao lado do meu namorado, não esperava nada mais do que acordar e encontra-lo, deitado ao meu lado; mas era algo que raramente acontecia, pois ele sempre acordava mais cedo e ia para o trabalho.
Eu ainda estava com remorso por ter traído o Fred, embora ainda não soubesse que ele havia feito nos dias do Natal, não me conformava de que, na sexta-feira, havia transado com o Miguel, um ato inconsequente de vingança, uma vingança burra por sinal.
O observei dormir, me sentindo em êxtase por finalmente ter acordado e encontrado com ele ao meu lado em um profundo sono.
Olhei por debaixo do edredom branco, que nos cobria, e notei que ainda estávamos nús, ele não havia vestido nada durante a noite, nem mesmo sua clássica cueca boxer, que eu adorava.
Ele estava deitado de bruço sobre a cama e eu pude contemplar seu corpo gostoso, cada contorno me deixava excitada, pronta para continuar o sexo da noite anterior. a libido estava alta e a vontade de trepar só crescia.
Aninhei o meu corpo junto ao dele sentindo o seu calor e relando o meu corpo no dele. Ele protestou, mas em seguida aceitou o meu toque e as minhas carícias, estava beijando suas costas com carinho e luxúria.
Minhas mãos deslizavam por suas costas até o seu belo traseiro, sentindo muito prazer em tocar seu corpo.
Será que ele sentia o mesmo tesão que eu sentia quando ele me tocava, agora que era eu quem estava tocando ele? A resposta veio em uma deliciosa ereção, que eu percebi se formar e logo tatiei para sentir seu pau quente em minhas mãos.
- Nossa Carol como você é gostosa - ele murmurou
Eu continuava a beijar e lamber seu belo corpo sentindo seu cheiro e deixando o meu tesão crescer, dentro de mim., a minha boceta já estava molhada, o suficiente para trepar gostoso novamente, já queria sentir "ele" dentro de mim ali, agora, sem o menor pudor, pois estava cheia de vontade.
Estava gemendo também, mas parecia que era ele quem estava me tocando, pela forma como eu estava gemendo, porém Fred estava em imóvel, apenas curtindo as minhas carícias.
Quando eu me ergui, me afastando para o lado da cama, ele girou seu corpo lentamente, ficando com sua ereção apontando para cima, pronto para foder gostoso, mas o que eu queria era colocá-lo inteiro na minha boca, engolir aquele cogumelo rosa, se é que ele caberia dentro da minha boca, pois estava grande e grosso, suas veias estavam ressaltadas, demonstrando a imensa vontade que ele também estava sentindo de trepar.
Não me contive em fazer o que estava desesperada para fazer, e sentir a ponta daquele cogumelo rosa tocar no fundo da minha garganta, mas ao invés de me fazer sentir ânsia de vômito, ele me fez sentir um prazer incrível.
- ...que é isso Carolina, assim você me deixa muito louco…
A voz de Fred quase não saía a sua garganta, ele estava preso e imerso em seu prazer; mas eu queria levá-lo ao orgasmo puro, eu queria engasgar quando ele ejaculasse dentro da minha garganta, queria dar ao Fred uma experiência que jamais havia tido ou que teria em sua vida, ou seja, ser absolutamente inesquecível para ele.
Sentir suas mãos apertarem minha bunda com avidez, ele queria sinalizar que estava maluco pelo que eu estava fazendo, eu subia e descia freneticamente, até com um pouco de receio de a ponta de seu pau tocar minha garganta em um ponto que me fizesse sentir ânsia, mas estava tudo dando certo, até que ele grunhiu, começando a tremer violentamente, parecendo um ataque epilético, comecei a sentir as pulsações dentro da minha boca e logo três jatos poderosos de prazer foram lançados dentro da minha boca.
- Caralho carol, caralho …
Não esperava nem mais nem menos daquela situação, apenas queria que ele ficasse imerso num prazer impossível de se explicar ou de se replicar, algo que ele sempre iria lembrar, mesmo que estivesse na cama com outra mulher.
O leite escorria no canto da minha boca e eu tentava sugar para que nenhuma gota fosse perdida.
Quando terminei, eu o ouvi como se tivesse trepado exaustivamente, seu rosto estava vermelho, sua cabeça prendia para um lado, sua respiração estava tão ofegante que parecia que ele havia tomado um murro entre as pernas, ele suava frio enquanto lágrimas desciam pelo seu rosto, não de tristeza, mas de prazer.
Voltei a dar atenção a seu pau agora para deixá-lo sequinho, sem nenhuma gota do leite derramado. Suas mãos agarraram meus cabelos ruivos, me segurando e me forçando a diminuir o ritmo.
Fred me conduziu a deitar ao seu lado na cama, agora seria a minha vez de receber o devido castigo, por ser uma menina má, algo que eu já estava acostumada, ou ficando acostumada, a receber: um castigo bem dado.
Ele era um namorado compreensivo, carinhoso e dedicado. não sabia de onde eu havia tirado a ideia de que ele poderia estar me traindo, mas isso me passou pela cabeça quando ele ficou alguns dias sem contato comigo, entre o natal e o começo do ano.
Eu tinha absoluta certeza que, naquele final de semana, todas as suas atitudes eram para me compensar a ausência que ele me fez no final do ano de 2023, e ele sabia exatamente o que estava fazendo, ele se alinhou em meio às minhas pernas, afastando bem devagarinho as minhas coxas, levando sua boca a um ponto mais sensível e tocando com a sua língua a minha pele macia. as sucções me provocava um desejo e vontade de ser possuída naquele momento por ser membro grosso.
Só conseguia gemer freneticamente ao seu toque e as suas investidas, que me faziam me debater. Ele me segurava tentando me manter imóvel, enquanto se dedicava ao oral, que ele estava me proporcionando.
Sua dedicação me levou rapidamente ao primeiro orgasmo, eu consegui fingir ser apenas ondas de prazer, evitando que ele parasse com as carícias, só que logo em seguida veio o segundo, tão forte como um coice de mula, explodindo dentro do meu âmago, me deixando em estado de Êxtase puro, agora era o meu corpo que se debatia. Ele já estava tendo dificuldade de me segurar, eveitando que eu rolasse e caísse da cama.
Soltei um grito forte, que saiu como um trovão, cravando as minhas unhas no lençol da cama e arqueando meu corpo de forma instintiva, imersa na sensação de orgasmo que ele me proporcionava.
- Minha Nossa minha nossa ... - foi o que eu consegui dizer, com a voz abafada em um dos travesseiros.
Enquanto esperava o meu corpo se acalmar, o Fred ficou beijando entre minhas coxas, acariciando com a língua a parte mais sensível entre minhas pernas, e proporcionando sem querer em terceiro orgasmo, que veio como a cereja no bolo, gostoso intenso.
Nesse momento em diante não consego lembrar de mais nada, era como estar em túnel escuro apenas sentindo orgasmo e mais orgasmos.
Depois ele me contou que, no meio de um dos orgasmos, tive um squirting, lavando todo o seu rosto com o meu gozo, confessando que ele ficou muito feliz ao ver que conseguiu extrair de mim algo dessa magnitude.
Ficamos ali abraçados por alguns instantes, eu ainda estava alheia, inconsciente do que estava acontecendo ao meu redor. Fred teve a certeza de que alguém escutou tudo, dizendo que ouviu ruídos no corredor, logo após o orgasmo em que só tem o grito.
- Minha nossa, alguém pode ter visto? - perguntei preocupada.
- Claro que não, só estamos aqui, a minha mãe, você e eu. - ele me respondeu calmo.
Ainda debaixo do edredom, fiquei olhando para ele, ainda estava sentindo resquícios do orgasmo.
Quando me virei na direção da porta, ainda enrolada no edredom, eu sei que eu não podia ve-lo, mas conseguia sentir uma presença ali, eu tinha a convicção de que alguém estava assistindo tudo, podia ser uma plateia imaginária, poderia ser algo da minha cabeça, poderia ser a síndrome de Burnout ou algum resquício dessa condição vinculada tanto estresse pelo qual estava envolvida, poderia ser algum fetiche enrustido em mim, sei lá, eu não sabia ao certo o que estava acontecendo, mas sentia uma presença ali, próximo aquela porta ou do outro lado dela.
Pensei em alertar meu namorado o que eu estava sentindo, porém e se fosse alguma coisa irreal, uma sensação imaginária? Foi quando ouvimos um objeto cair, parecia algo de metal pesado que caiu e rolou.
- Alguém estava nos assistindo transar! - disse com a voz embargada
Meu namorado, usando apenas uma cueca, correu na direção da porta abrindo, a de uma só vez.
- Droga, não tem ninguém aqui. O que foi isso - ele disse então de xingamento.
Uma sensação de violação de privacidade se abateu sobre mim, queria certeza de que alguém assistiu ao que estávamos fazendo, pelo menos a uma parte do que aconteceu, senão a tudo.
Fred se vestiu rapidamente, havia ficado irritado com o que aconteceu, embora nenhum de nós dois tivesse a certeza de que alguém estava ali nos assistindo.
Quando ele abriu a porta novamente lá estava ele, um adolescente de cerca de 12 anos, seu nome era Mateus, o afilhado de fred, que havia chegado pela manhã para conhecer a namorada de seu padrinho .
- Mateus, que você está fazendo aqui? - Fred perguntou com os olhos carregados de raiva.
Fred teve a certeza de que o garoto estava espiando atrás da porta, talvez tenha chegado e ido procurar por ele e acabou presenciando que não deveria.
O garoto estava claramente encabulado, Fred ou pegou pelo braço e seguindo em direção ao corredor, fechou a porta atrás de si, me deixando sozinha dentro do quarto, dava para ouvir as passadas fortes no piso de madeira.
Comecei a chorar envergonhada pela violação pela qual havia passado, fosse alguma coisa de adolescente, aquilo não havia me feito bem. Comecei a chorar deixando vergonha de ter sido vista em um ato puramente sexual, com meu namorado, descer pelo meu rosto. Uma dor aguda veio só no meu peito, causando um choro bem amargo.
Comecei a csentir remorso, me ouvia dizer: “vagabunda, puta, desgraçada, sem vergonha, piranha, biscate…” Todos os adjetivos desse tipo possíveis deferidos de mim para mim mesma, me sentindo uma verdadeira safada por ter traido meu namorado, e pensar que eu estava no céu, em volta em diversos orgasmos, maravilhada de prazer proporcionado por Fred, um dos caras mais legais com quem eu já tinha me envolvido. devia ser mesmo um castigo pelo que aconteceu na sexta anterior.
Quando eu tomei coragem, me levantei indo até o banheiro. Fechei a porta sem trancar, fui até o box e abrindo o chuveiro deixei que a água tentasse lavar o meu corpo de toda aquela situação. O que eu podia fazer, se apenas um garoto tivesse me assistindo trepar com meu namorado? absolutamente nada.
Então, fechei os meus olhos e, voltando ao momento em que Fred e eu trocando carícias mergulhamos em um orgasmo intenso, tentei ver se meu radar havia percebido a sua presença e eu simplesmente o havia ignorado. tudo isso em vão, porque eu estava imersa em uma sequência violenta de orgasmos.
Quando eu já estava vestida, pronta para descer para o café da manhã, quando Fred apareceu no quarto.
Ao constatar que eu estava vestida, abriu a porta atrás de si revelando o garoto franzino, com cerca de 12 anos, que acabou confessando a traquinagem. Olhando para os próprios pés, o pobre do garoto me pediu perdão, dava para sentir uma pontada de dor no coração por isso, Fred o estava punido por seu erro, tenho certeza de que ele só não levou uma surra porque eu estava lá. Com a voz embargada eu disse:
- Olha garoto, estou muito chateada com o que você fez. Você violou a minha privacidade. Nunca mais faça isso! Está perdoado!
Minha voz saiu como se estivesse chorando, o garoto parecia querer enterrar sua cabeça no meio das pernas, salvando o buraco no chão de madeira, até encontrar a terra abaixo de nós.
- Me perdoa, me perdoa por favor!
Fred virou para ele e, com uma voz tempestuosa, disse:
- Ela já te perdoou piá, agora desse vai tomar café!
Quando o garoto desapareceu eu olhei nos olhos de Fred, eu sei muito bem que o meu olhar escancarou para ele, ele notou o meu desespero e a minha vergonha, então ele me abraçou e ficou me consolando pelo que havia acontecido.
- Carol, ele não viu nada! Eu tinha acabado de chegar. O barulho que a gente escutou foi ele me procurando no escritório do outro lado.
- Tem certeza? Vai que ele viu e…
- Fica tranquila, ele não viu nada!
- Fred, então por que ele está pedindo perdão?
- Porque ele deveria ter esperado lá embaixo e, ao nos ver daquela forma... o repreendi dizendo que ele não deveria fazer isso nunca mais e que deveria respeitar a minha futura esposa.
- Futura esposa?
- Carol, quero me casar com você. quero que seja para sempre minha mulher. Quero que momentos como este sejam rotina para nós dois juntos.
Engolir seco, primeiro porque não estava esperando você pedir em casamento naquela circunstâncias, segundo por tudo que aconteceu na sexta-feira envolvendo o Miguel e eu, e terceiro porque havia a síndrome de Burnout, que ainda não estava devidamente diagnosticada, mas que poderia ser um problema para mim.
Me sentei na cama esperando que ele me questionasse novamente, mas antes que ele dissesse qualquer coisa disse:
- Preciso te contar algumas coisas antes de tomar qualquer decisão nesse sentido.
- O que foi meu amor? - ele me perguntou em meio ao clima que se formava.
- Eu confesso que não esperava por isso. Estou doente!
A forma como eu disse deve ter o assustado, pois quase caiu de costas no chão. Contei ele de algumas crises e o que eu estava passando secretamente, foi o motivo base para eu ir até a casa da minha mãe interior, em Pirapora, passar alguns dias no final do ano. relatei tudo em detalhes e até mesmo as consultas que eu estava fazendo secretamente, ele era a primeira pessoa do meu meio pessoal para quem eu estava contando sobre aquilo de uma maneira abrangente e ricamente detalhada.
No começo ele não entendeu do que se tratava, quando compreendeu pode notar a sua preocupação mais profunda, seu medo de que eu estivesse a um passo de cometer um ato fatal para minha vida.
Esclarecer que o que eu precisava era apenas um tempo de descanso e que eu havia ficado grato por ele ter me trazido aquela chácara, o que me proporcionava o momento de prazer e descanso, claramente algo que eu precisava. Então ele disse:
- Vamos tomar café, o Mateus veio para mim ver, vou combinar com ele da gente sair durante a semana e eu vou te levar para uma cachoeira .
Adorei a sua proposta concordando em fazer conforme ele havia proposto, descemos para tomar café e logo depois nos preparando para a aventura que faríamos mais tarde.
CONTINUA...



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