Conto Extra
Este conto é "uma continuação", leia o conto anterior clicanco aqui. Para entender o que acontece neste conto, leia o anterior primeiro!
Eu estava divulgando meu conto natalino, que pelas redes sociais, quando comecei a trocar uma ideia com um perfil, um casal exibicionista e que estavam gostando dos meus contos. Papo vai papo vem, eles me presentearam com uma história "Provocação no Provador", eu li e editei, mandei para eles, que amaram, então postei aqui no blog. Isso aconteceu no dia 29/12.
Após isso fui fazer as minhas coisas corriqueiras, fora das redes sociais e na madrugada, no dia seguinte (30/12), que fui me deitar, pois ainda estava acordada, com tudo pronto para ir passar o réveillon em família em outra cidade.
A história daquele casal não saia da minha cabeça, e quando fui me deitar, peguei o telefone para reler o conto.
Acontece que eu sou o tipo de pessoa que lê uma história e me sinto imersa nela. Comecei a ouvir o texto usando um aplicativo que transforma texto em audio com uma voz feminina.
"Me vi" os acompanhando naquela loja. A esposa, os vendedores olhando para ela com olhares muito indelicados, o que foi atendê-la tentou até ver por debaixo da saia, enquanto auxiliava a experimentar uma sandália.
A esposa era uma mulher voluptuosa, com pernas grossas, bumbum grande e seios fartos, se chamava a minha atenção, imagina a dos homens ali presentes.
O marido estava enciumado, eu o fitava de onde estava, vendo o que a esposa estava aprontando e que isso fazia parte do joguinho deles.
O rapaz que atendia a esposa quase tropeçou em uma pilha de caixas e eu estava com a certeza de que ela fazia aquilo de propósito para atentar.
Enquanto o rapaz ajudava a colocar uma sandália, observei sua tatuagem e notei os pernões dela.
Ela se levantou e pegou um vestido numa arara e foi para o provador, o vendedor a seguiu e eu também, seguindo a história do conto, pois eu estava me imaginando dentro da história.
Eu me via olhando para o provador, atrás do marido e sentindo toda adrenalina do que ela ia fazer, pois eu já sabia o que ia acotnecer...
No mundo real, eu estava deitada na minha cama, usando somente uma calcinha, morrendo de calor devido ao clima e temperatura, mas também pelo conto que eu estava relendo.
Quando a leitura do conto chegou na parte do provador comecei a me tocar, participando e buscando prazer no clima dessa história.
Eu suava "vendo" a esposa dentro do provador, tirando toda a sua roupa e armando o que planejava fazer.
Literalmente ouvi o vendedor dizer:
- Se precisar de alguma coisa, estou aqui do lado de fora.
Quando ela abriu o provador, usando somente uma micro calcinha e com o vestido no braço, senti minha boceta molhar, ela estava provocando o vendedor, seu próprio marido e agora eu me sentia provocada.
Ela disse:
- Moço, não serviu. Você pode me ajudar!?
Me vi caminhando na direção do provador e ela puxando o rapaz para dentro do provador que ela estava, ficando junto dele em um espaço que mal cabia ela de tão pequeno.
- Você está aqui para me ajudar ou não!? - ela disse para ele, colando seu rosto no dele.
Ela o beijava com desejo e lascívia, enquanto eu admirava a cena com muito tesão. No mundo real, minha calcinha já havia sido baixada até os meus joelhos eeu dedilhava a minha boceta.
Aquela mulher tirou a calcinha e no mundo real fiz a mesma coisa, enquanto continuava massagenado minha boceta em um ponto dos mais sensíveis.
Eu podia "ver" eles se pegando no provador, enquanto a minha boceta estava clamando por atenção.
Quando ela tirou o pau dele para fora, o encaixando em sua boceta, minha imaginação mudou todo o roteiro do conto para me satisfazer, em um piscar de olhos estávamos os três naquele minúsculo espaço, ela sentada em um puff decorativo, usando para troca de roupa dentro do provador, de costas para um espelho, bem na minha frente.
Na posição em que eu estava, eu a olhava em seus olhos cálidos, que demonstravam seu desejo. Pelo espelho eu podia ver o vendedor, que estava agora me fodendo, ao invés de estar fodendo ela, como no conto, e o marido dela estava de pé, na fresta da cortina assistindo o vendedor me comer e a mulher dele e eu flertando.
No mundo real, meus dedos faziam o serviço na busca da satisfação, procurando o orgasmo. Os meus dedos entravam e saíam na mesma velocidade que eu imaginava que aquele vendedor estava mentindo, no conto era a esposa, na minha imaginação era eu.
Eu olhava para aquela mulher, que segurava meu rosto e mordiscada os lábios demonstrando estar dividindo aquela foda comigo. O marido nos olhava com um olhar de faminto. Dava para perceber o que ele estava sentindo.
O vendedor me dava estocadas deliciosas, a esposa gemia no mesmo ritmo das estocadas que eu levava, seus olhos refletiam "safadezas" e desejo por orgasmos múltiplos.
Sua boca demonstrava sua vontade, ela os mordiscava e passava língua de leve, de uma forma que me deixava excitada.
Fechei os olhos e comecei a sentir as ondas de prazer que percorriam meu corpo, pois eu ia gozar. Abri meus olhos ouvindo a "voz de leitura do aplicativo no celular" escutando o conto, as minhas pernas se debatiam com a violência do orgasmo se aplacava sobre mim naquele momento.
Me virei inserindo meu rosto em um travesseiro, gritando de prazer, mas usando o travesseiro para abafar o meu escandaloso prazer.
Senti meu rosto arder e o rubor tomar conta de mim. Se alguém tivesse me vendo ia ver o quanto eu estava com tesão.
Fechei meu olhos voltando para a cena do conto, vendo aquela mulher recebendo as estocadas do vendedor.
- Caralho - ouvi ela murmurando no ouvido dele.
Logo o vendedor grunhiu, parecendo sentir uma dor, seu pau inchou e gozou dentro da daquela linda mulher, jorrando seu leitinho quente dentro da boceta dela.
- Minha nossa! - o cara murmurou.
- Ca-ra-lhoooo! Que delícia! - eu murmurei, ainda sob efeito do orgasmo.
Ela o beijou e disse:
- Obrigada!
Dava para ver o restinho de porra escorrendo na ponta do pau dele e da bocetinha dela também.
O vendedor saiu de costas, com uma cara de satisfeito e um sorriso largo no rosto. Ao olhar para o marido daquela mulher, seu sorriso murchou, ele baixou a cabeça e foi até o balcão; a esposa veio logo depos até o balcão, já devidamente vestida, como se nada tivesse acontecido.
Parei o aplicativo de leitura de texto para curtir um pouco os resquícios do orgasmo que eu tive durante aquela primeira parte do conto, enquanto me tocava.
A minha cama parecia um colchonete, diminuida diante de tanto prazer que eu estava sentindo em uma foda imaginária.
Lambi meus lábios enquanto alisei mais uma vez minha boceta, espalhando o meladinho, pois havia gozado muito gostoso.
Fechei os olhos, após apertar play no aplicativo, e eu voltava a porta da loja, vendo o casal conversando com o vendedor.
Ela perguntou ao rapaz:
- Quanto custa?
Fiquei imaginado como ele estava tenso, satisfeito sexualmente e ao mesmo tempo com medo de o marido resolver brigar com ele, já que havia uma áurea de ciúmes.
Logo eles vieram em minha direção na entrada da loja, o marido passou direto por mim, mas ela passou a mão sobre meu braço e enlaçou seu dedo mindinho ao meu dedo mindinho, me conduzindo até o carro deles.
Entrei pela por de trás, ficando atrás dele, entre os dois bancos da frente.
Eles ficaram o trajeto todo em silêncio, mas ele acariciava a parte interna da coxa dela e eu só conseguia pensar que um pouco mais para o meio, em sua boceta, onde havia o gozo do vendedor...
O carro parou em um conjunto de apartamentos, saímos os três do carro. Enquanto o marido andava na frente, emburrado, ela enlaçou novamente seu dedo mindinho ao meu, me conduzindo em direção ao prédio onde moram.
Ao entra no apartamento, ela me conduziu para o banheiro onde ela tirou todas as peças de roupa que estava utilizando. Ela sorriu e entendi que deveria fazer o mesmo.
O marido entrou no banheiro e também ficou sem roupa, e não pude deixar de notar que ele já estava ostentando uma ereção.
Ele entrou no chuveiro, parecendo ignorar minha presença, enquanto ela o abraçou parecendo querer compensar o fato de ter dado para outro cara.
Eu parecia invisível naquele banheiro, ela começou a beijar ele de uma forma tão despudorada que imaginei que logo estariam transado na minha frente.
Ela desligou o chuveiro e, quando pelo conto ela começaria a chupa-lo, senti suas mãos em meus quadris, olhei para baixo e ela estava se preparando para começar a me chupar, passando sua lingua habilidosa em minha bocetinha carente.
No mundo real eu já estava me tocando imaginado a língua daquela mulher, explorando a minha boceta. O marido assistia parado de pé do lado de fora do box.
Enquanto imaginava tudo isso, parei o aplicativo que lia o conto, comecei a massagear minha boceta, mas agora claramente decidida a ter um orgasmo com aquela mulher incrivelmente sedutora.
Não sei se ela tinha a experiência que eu imaginava, mas entrei imersa na história e ela estava me chupado com maestria. Estava tão bom que perdi quaisquer sinais do mundo real, imersa em um túnel rumo ao orgasmo.
Quando ele veio foi como uma explosão, senti o líquido saindo pela minha boceta. Além do orgasmo tive uma ejaculação feminina, um squirting de molhar e muito a minha cama no mundo real. Fazia muito tempo que eu não tinha um squirting...
- Minha nossaaaaa!
Ela sorria para mim com seus olhos cálidos de prazer, se ergueu ficando de pé na minha frente.
Aquela mulher era mais alta que eu, então segurou meu rosto e disse:
- Sinta o seu gosto na minha boca.
Nos beijamos na frente do marido dela, que parecia vibrar com o que assistia.
Ela me abraçou, e cochichou no meu ouvido:
- Será que consegui realizar seu desejo de viver um trisal?
Senti um arrepio na espinha, porque logo em seguida o marido dela entrou no box e se posicionou atrás de mim, grunhindo de prazer e alisando o meu corpo.
Quando retornei ao meu quarto, saindo do devaneio daquele conto, estava lambendo meus dedos, então realmente senti "o meu gosto", o meladinho, por incrível que pareça estava doce.
Estava molhada do squirting e de suor. Estava muito calor e eu não havia ligado o ar condicionado.
A única coisa que eu queria era fazer contato com eles, mas não tenho telefone, whatsapp... nada! Nem sei como eles vão reagir quando souberem o que aconteceu...

Nossa extremamente excitante, acho que todo mundo que lê contos eróticos acaba imaginando uma versão onde participa também da brincadeira
ResponderExcluirQuando leio ou escrevo me ponho sempre dentro do personagem, muitas vezes o desejo é por demais... Ainda tenho na minha mente a imagem que formei de estares a gemer para a almofada. lindo
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