Conto de Terceiros, este foi reescrito depois de eu ler um relato muito interessante de um seguidor.
Em um dia após o trabalho, como sempre, encontrei com Camila, uma mulher encantadora, bonita e muito sexy. Eu sempre tive vontade de foder com ela, queria que fossem uma foda memorável, mas infelizmente, por ela ser uma mulher de respeito, não tentei seduzi-la, mantendo entre nós uma boa e agradável amizade.
Naquele dia a minha amiga falou que queria conversar comigo, em particular, mencionou que não estava bem. Nos encontramos na saída do escritório.
Ela começou a reclamar do marido, falando que relacionamento dela não estava indo bem! Tínhamos uma amizade muito tranquila e transparente. Ela disse que eles não estavam tendo relações e que tudo era motivo para brigas.
Ela havia brigado com o marido naquele dia, por esse motivo havia "me chamado para conversar", ao que aceitei, imaginando que na verdade não ia rolar nada, afinal de contas "cachorro que late não morde" e como ela disse o que queria, achei que era algo somente da boca para fora.
Tomei um banho e vesti uma bermuda de time de futebol, nem coloquei cueca, iria pedir para ela ao menos me punhetar um pouco, já que ela "me chamou para conversar", uma camiseta bem larga e chinelo.
Ela exibia uma expressão ansiosa e excitada, revelando a complexidade de suas emoções. Seus olhos brilham nervosamente, enquanto seu cabelo caia de maneira mais descontraída sobre seus ombros, contrastando com seu habitual estilo clássico com o qual a via no escritório. Vestida em um elegante vestido que realça suas curvas de forma sutil, ela transmitia uma mistura de feminilidade e confiança, preparada para um encontro que poderia alterar o curso de sua vida.
Havia ido no meu carro e a mulher que eu avistei me fez me sentir ridículo com aquela roupa, deveria ter me vestido melhor para esse encontro.
Ela entrou no carro e me olhou de cima abaixo, eu estava absolutamente sem graça só de saber que ela estava bem vestida e eu em trapos.
Paramos em um Drive Thru McDonald's, fizemos um pedido, recebemos e ao estacionar em um local apropriado, começamos a comer e conversar.
A conversa era descontraída, Camila me zoava por causa da roupa e por notar que eu estava sem nada por debaixo da bermuda. Ao terminar de comer e vendo que horas haviam se passado, liguei o carro e comecei a guia-lo na direção da casa dela, foi quando ela disse:
- Para! Me leve para outro lugar!
Olhei para Camila, perguntei o que realmente ela queria. Confessei que aquela bermuda era por que eu queria que ela me tocasse. Então ela disse:
- Para! Preciso falar uma coisa.
Parei numa rua meio deserta, mesmo com medo de assalto, porem certo de que o que ela queria me falar era importante.
Camila começou a falar mal do marido novamente, que o cara era um grosso, ela relatou que as coisas não estavam bem, que ele não comia ela direito, que havia tempo que não tinham relações, que ele sentia nojo de chupar a boceta dela e que achava nojento comer cu dela.
Ela relatava e eu mencionei que amo chupar um boceta e amo foder, arrombar, comer.... Um cuzinho gostoso. Disse a ela o quanto curo tudo isso e falei com ela das minhas experiências e o quanto eu achava aquilo que o marido dela não dava a ela prazeroso.
Ela falou das coisas que falei, que ela tinha vontade as vezes, que ela tinha vontade de experimentar do tipo de sexo que eu falava e que ela sabia o que havia acontecido entre mim e a estagiaria dela.
Olhei em seus olhos cálidos e falei pra ela que não era bem assim, que cada pessoa sente o momento de sua forma peculiar, que cada um tem seu jeito, deixei claro que queria comer o seu cuzinho, que eu fazia as garotas que eu comia gozar quando eu comia o cuzinho delas.
Quando ela percebeu que aquela conversa gerou uma ereção entre minhas pernas, ficou olhando para minha ereção, Camila parecia estar
Aí ela só parou de olhar pra mim e olhou pra baixo percebendo o meu pau armado. Camilha então disse:
- Nossa, como está duro!
- Estou com muito tesão, quer ver? - respondi.
- Quero!
Ela puxou o short e o meu pau pulou pra fora da minha bermuda, todo duro e, modéstia parte, é bem grande.
Camila me contou, enquanto me masturbavam que o pau do marido dela tinha entre seis e oito centímetros, o que me fez soltar um riso contido pelo prazer das mãos dela, que alisavam minha ereção.
- Desculpa, mas não estou resistindo!
E veio abocanhando meu pau fazendo um boquete maravilhoso de tão gostoso, tive a certeza de que ela sabia muito bem o que estava fazendo. Ela estava engolindo e engasgando, tamanha era a vontade dela, sentia meus testículos batendo em seu queixo, estava maravilhoso.
Camila mamava gostoso meu pau de uma forma que estava gostoso; e quanto mais ela mamava, mais o meu pau ficava mais duro.
Segurei a cabeça de Camila e comecei a foder sua boca, sentindo os ruídos quando ela engasgava, mas não parava. Ela gemia de prazer e apertava minha perna com sua mão direita e sentia que sua outra mão estava apoiando seu corpo para não cair.
Quando ergui a saia dela, ainda fodendo sua boca, descobri que ela estava sem calcinha, o que me fez parar ao reparar aquela raba maravilhosamente grande.
Camila se levantou, passou as pernas de tal forma que suas costas ficaram apoiadas no volante e, sentando no meu pau, começou a subir e descer.
Não sabia se era por que o marido não estava comendo ela ou por se era por que ele tinha o pau pequeno, mas a bocetinha estava toda apertada, parecendo que eu estaca comendo seu cuzinho.
- Minha nossa, Camila!
Meu pau entrava apertado e abrindo aquela bocetinha e ela sentindo tudo entrando e gemendo gostoso e logo sua boceta engoliu o meu pau todinho.
Camila começou a quicar com gosto sobre meu pau, ela gemia mais gostoso, meu pau estava doendo de tão duro. Ela gostou de brincar de quicar e ficou quicando cada vez mais forte e mais fundo, ao ponto de gozar, rebolando sobre mim e me fazendo sentir o seu melado escorrendo entorno do meu pau.
- Assim, gostoso...
Fazendo isso, Camila gozou umas três vezes montada sobre o meu pau, mas quando ela anunciou que estava gozando pela terceira vez eu enchi a sua boceta com o meu gozo, grunhido gostoso em seu ouvido, puxando seus cabelos com força, já que eu estava imerso no prazer que Camila estava me envolvendo.
Camila ficou sentada sobre o meu pau, depois que eu gozei ela saiu, se momento para o banco ao meu lado e ficou contemplando o leitinho escorrendo da sua bocetinha.
Ela limpou com um lenço de papel, o que na verdade me deixou com tesão, ele ficou brincando e espalhando toda a minha porra por toda extensão de sua bocetinha e havia sido uma grande quantidade de gozo. Camila ainda se limpava quando disse:
- Você abriu meu apetite, quero mais. Me leva para um motel!?
- Tem certeza que você quer isso?
- Tenho, que dar pra você numa cama e fazer tudo o que você disse que fez com a estagiaria.
Fomos para um motel, no caminho ela continuou mexendo em sua boceta, melada pelos orgasmos que tivemos e cheia da minha porra, o gozo que o meu pau havia derramado dentro dela.
Quando chegamos no motel, parei na garagem a descemos, fechei o portão encostei no capô empinei a raba dela e comecei a comer a boceta dela de novamente, agora de quatro.
Fiquei fodendo gostoso e sem a menor dó a boceta dela, dava uns tapas naquela raba e ela ficou com a bunda empinada e fodendo com vontade.
- Caralho... caralho... caralho...
Antes de gozar, parei de meter e a condiz, conduzindo-a na direção do quarto, subindo as escadas. Entramos no quarto, fiz com que ela caísse sobre a cama, comecei a beijar sua boca, ela beijava gostoso, tirando o vestido que Camila estava usando, mordendo seu pescoço, voltando a beijar sua boca, mordiscava a sua orelha e ela ficando mais cheia de tesão, rebolando a raba mostrando sua boceta cheia de tesão!
Me ergui e caí de boca nos seios dela chupando um, depois o outro, enquanto enfiava os dedos em sua boceta, a masturbando.
Camila pediu pra tirar o dedo e pôr o pau em seu lugar, então me ergui, me coloquei entre suas pernas e comecei a tentar encaixar meu pau em sua boceta, colocando e tirando em estocadas firmes e ritmadas.
Em meio as estocadas ouvi ela dizer:
- Quero dar o meu cuzinho! Vai ser a minha primeira vez.
Fui pro céu, ia comer aquele cuzinho virgem, um anal com uma mulher maravilhosa. Olhar aquela raba linda, estava me deixando muito feliz.
Eu pincelava a entrada e comecei a inserir o meu pau no cuzinho e ela ia apertando meu pau. Empurrava a cabeça, ela já deu aquela gemida forte e parei, deixei ela acostumar com a cabeça do meu pau no cuzinho dela. Ela rebolou um pouquinho e relaxou, e eu fui socando meu pau todinho lá dentro.
A Camila ficou pedindo para eu parar, reclamando que estava doendo, só que eu continuava socando, até que ela acostumou, ela estava de quatro quando eu comecei a comer o cuzinho dela, estava puxando pelo cabelo e segurando na cintura, fodendo a raba dela com gosto, já que o corno não fazia isto e eu ia mostrar pra ela como é que se fode um cuzinho, até encher o cú dela com o meu gozo, deixando aquela mulher com a boceta inchada de tesão.
Eu me deitei ao seu lado, ela veio para o lado, ficamos curtindo um pouco dando uns pegas, nos beijando gostoso e não demorou para o meu pau ficar duro, a Camila começou a chupar o meu pau, mesmo ainda escorrendo o gozo que eu havia lançado dentro do cuzinho dela, ela chupava, massageava batendo uma punheta, engolia minha ereção até bater no fundo da garganta, me fazendo gozar. Eu gozei gostoso, enchendo sua boca com meu leite, ouvindo ela gemer de prazer ao receber meu gozo em sua boca.
Quando terminou, chamei a Camila para bora tomarmos um banho, mas ela se negou, disse que queria ir embora para casa com a minha porra sobre sua pele e espalhada por sua bocetinha, por que ela queria dar pro marido com minha porra seca sobre sua pele.
Olhei em seus olhos cálidos de desejo e luxuria, e disse que eu podia deixa-la cheia, mas tão cheia do meu leite, que seria impossível ela executar seu planto sem que ele não ingerisse parte do meu gozo.
Seu olhos brilharam com a ideia, ela se ajeitou na cama, conforme eu explanava meu plano, começando a executar fazendo um "bate estaca" forte, para excitar e eu ter uma ejaculação forte.
Na primeira a estratégia do "bate estaca" funcionou, consegui gozar gostoso, enchendo aquela boceta maravilhosa com o meu leite. Ela segurava meus braços, Camila estava emprenhada em estar cheia do meu gozo em seu ventre.
Eu estava segurando para que o meu pau não escapasse, quando ela começou a ordenha-lo usando seus músculos vaginais. Foi assim que comecei a ficar pronto para a segunda, em mais uma sequência, mas dessa vez sem a força do "bate estava", pois eu já estava meio cansado. Ela gozou gostoso, eu senti o seu gozo e aquela bocetinha maravilha me apertando e me fazendo gozar gostoso novamente, ela tremia, então eu disse:
- Segura... segura... não deixa escapar!
Camila gemia como uma gata selvagem, enquanto eu emendava o segundo coito, após ter gozado dentro dela, ao terceiro, pois queria preenche-a como ela queria.
Estava socando gostoso quando ela se viu imersa em mais um orgasmo. Enquanto meu pau entrava e saía de dentro dela, ela estava começando a tremer, sentia suas pernas batendo em mim, Camila estava quase perdendo o controle e eu ainda não havia ejaculado pela terceira vez, mas não demorei e quando aconteceu ela gritou, não foi um gemido alto, foi um grito de prazer.
O orgasmo que Camila sentiu fez com que ela me fizesse cair ao lado dela na cama, enquanto ela ficou tremendo, parecia estar tendo um ataque epilético.
- Caralho... caralho...
Eu me ergui, subi sobre ela e beijei sua boca, não levando em consideração os resquícios do meu gozo que ela mesmo havia pedido pra eu deixar ali.
Algum tempo depois, quando fomos embora, ela ficou demonstrando o quanto gostou da noite de sexo que tivemos; no caminho ela foi dando uns pegas no meu pau, massageando e mantendo o clima quente, mas estava muito preocupada com o sigilo sobre o que aconteceu, embora estava realizada como mulher pela primeira vez.
Perto da casa dela, ela pediu pra eu parar o carro. Ela passou entre as duas poltronas da frente, indo para o banco de trás e, ao senta, noite que tirou um calcinha da bolsa, colocando-a.
- Pare na entrada da minha casa, acho que o Antônio vai estar lá e não quero que ele desconfie. Se você fizer isso, ele vai achar que você é o Uber.
Fiz que sim com a cabeça e agi como ela me pediu. Ela piscou pra mim e eu vi pelo retrovisor, saiu do carro e foi na direção da grade da entrada. Quando ela ia entrando o marido dela apareceu, olhou na direção do carro e quando ela entrou pela grade, coloquei o carro em movimento, notei que ele entrou com ela, como ela disse... estava esperando por ela.
Fui para casa pensando em tudo isso e imaginando o que ia acontecer.
No dia seguinte fiz tudo como em minha rotina, academia bem cedo, café da manhã na padaria, vesti uma roupa social e fui para o escritório, ansioso para vê-la e saber que está tudo bem.
Entrei no escritório, olhando para a baia onde ela trabalhava, mas ela não estava lá. Fui para a minha baia, colocando minha mochila no armário e ligando o meu computador. Meu telefone não tinha mensagens e nem o corporativo.
- Droga! Onde você está?
Tomei um susto quando ouvi uma voz feminina atrás de mim:
- O senhor está me procurando?
Olhei para a dona da voz, uma estagiaria morena, com quem eu já tinha ficado, mas que trabalhava com Camila e não comigo.
- Oi Fernanda, não! Estou procurando minha caneca...
Passando a mão pelo meu armário, puxei a minha caneca para fora e então disse:
- Achei!
Ela sorriu e disse:
- A Camila não vai vir trabalhar hoje e pediu para eu pegar orientações de trabalho com você, já que ela vai trabalhar hoje em home office.
Para o senhor Lionel liberar isso, ela devia estar no mínimo passando mal, o que fez a minha espinha gelar. Só conseguia pensar nela machucada depois do "corno" percebeu o que tinha acontecido.
Tomei café preto, estava tão tenso com a história que peguei café sem açúcar por engano.
Mais tarde, eu estava envolvido em várias planilhas quando Camila me mandou uma mensagem no telefone, falando que "o corno" estava meio bêbado quando ela chegou, que ela puxou ele pra transar, o beijando com minha porra, e depois colocou ele pra chupar a boceta dela, com as várias esporradas que eu dei dentro dela.
Na mensagem seguinte ela falou que deixou ele transar com ela, só que ela estava feliz por ela estar com o meu gosto em sua boca, ela estava era pensando era no meu pau dentro dela, mas eu não estava com ela naquela quarto.
Após ouvir as mensagens, sorri e agradeci por ela estar bem. Mandei uma mensagem por escrito dizendo: "acho que estou com ciúmes" e antes de eu voltar ao trabalho recebi uma mensagem de texto em que eu li: "não vejo a hora!".




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