Este conto é a continuação do conto Final de Semana Ardente na Chácara.
Após um dia em que me masturbei pela manhã, transei com Miguel a tarde, tirei outra sirica antes de me encontrar com Fred e que ainda tive duas fodas incríveis com ele, não poderia terminar sem eu apagar exausta na cama.
Meu corpo havia vivenciando uma verdadeira maratona sexual, de não sobrar absolutamente nada de energia.
Acordei na manhã do dia seguinte, ainda me situando de onde estava. O Fred não estava ao meu lado, então me levantei, fui ao banheiro da bela suíte em que estavamos na casa da familia de de Fred, indo fazer as minhas necessidades fisiológicas e me arrumar para tomar café da manhã.
Quando eu estava pronta, Fred surgiu no quarto, usando uma bermuda e todo sujo. Havia ido para "a lida na area rural"...
- Bom dia, minha princesa!
- Bom dia, meu amor!
- Vou tomar um banho e vamos tomar café.
Fiz que sim com a cabeça enquanto ele tirava aquela roupa nojenta e a colocava em um cesto.
Caminhei atrás dele, observando sua bundinha, até que ele entrou no box para tomar banho.
Fiquei assistindo ele se lavando pelo espelho, fingindo estar me maquiando, embora só tenha passado um batom de leve nos lábios e protetor solar nas bochechas.
Quando ele lavou entre as pernas, seus saco e seu pau, de forma bem metódica, senti a minha boceta aplaudir, mas não rolou nada de conotação sexual, mesmo que fosse exatamente isso o que eu queria.
Ele saiu do box e ficamos nos beijando no quarto, antes mesmo de irmos tomar café.
Estava muito bom trocar carinho com o Fred, ao ponto que quase nós esquecemos de ir tomar café da manhã.
A mãe do Fred entrou no quarto, antes mesmo de eu vê-la, percebi sua presença. Antes dela falar qualquer coisa, beijei Fred, sabendo que dona Isa estava vendo, queria deixar claro para ela que eu estava gostando de verdade do filho dela.
Quando o beijo cessou eu disse:
- Eu te amo muito!
O Fred sorriu, segurou meu rosto e beijou minha têmpora.
Dona Isa fez um ruído, nos chamando a atenção e então disse:
- Meus amores, desculpa interromper o momento íntimo entre vocês, mas eu vim chama-los para tomarmos café....
Não demorou muito e estávamos a mesa tomando um delicioso café. O papo era agradável, ao mesmo tempo que Fred acariciava minha coxa, na parte interna, enquanto a conversa rolava.
Tivemos um dia agradável, mas eu estava estava incomodada com o tanto que eu ainda estava queimando de tesão.
Só que tive de me segurar, afinal as atividades daquele dia eram com a família do Fred e não incluíam sexo em grupo, claro!
Após o jantar, tomei um banho frio, eu estava com vontade, mas estava duas vezes mais cansada, mas foi só nós deitarmos os dois para firmar um encontro entre chama e gasolina, para que o fogo se propagasse. Desta vez deixei ele vir por cima, num papai e mamãe com direito a brincar de "bate estaca", o que me deixava com mais vontade...
Devo confessar que eu ADORO bate estaca, fazendo amor com o meu namorado, mesmo quando chega a doer. No bate estaca, ele enterrava sua ereção em alguns intervalos e massageava meus seios com carinho.
Quando ele começou a meter, senti as ondas de prazer lentamente tomando conta do meu corpo, me levando a um orgasmo incrível, que não puder nem tentar esconder. Enquanto eu gozava, eu senti ele acelerava suas estocadas e jorrava leitinho dentro da minha bocetinha.
Eu gemia forte, sentindo todo prazer envolvido. Em um instante de crescente calor e tensão, cada toque e movimento desencadeou uma sinfonia de sensações, meu corpo tornou-se um campo elétrico, reagindo a cada carícia como se estivesse à beira de uma explosão e quando o ápice chegou, como uma tempestade, uma liberação que inundou todo o meu ser, dissolvendo todas as fronteiras do prazer e me envolvendo em um êxtase etéreo de rendição e plenitude.
Senti seu corpo vibrar durante o meu orgasmo, cada respiração ficando mais profunda conforme a tensão aumentava. Seus olhos fixos nos meus, expressando uma mistura de desejo e entrega. Então, como uma onda imparável, o ápice chegou para ele também, observei seus músculos se contraírem, seus suspiros se tornarem gemidos, foi uma visão visceral da liberação de uma intensidade palpável. Naquele momento compartilhado, sua entrega se tornou o meu êxtase, ambos envolvidos na vulnerabilidade compartilhada de um prazer intenso e apaixonado.
Quando terminamos de gozar, ele se estendeu sobre mim, beijando minha boca, de uma forma deliciosa.
- Eu te amo! - ele me disse.
Ficamos um tempo ali, ofegantes, nos beijando, namorando na penumbra daquela suíte e procurando manter o clima apaixonante.
Não resisti, descendo por seu peitoral, sentindo os pêlos e ao chegar a sua ereção, engolir "ele" todinho, sugando o resquício do sexo que havía me feito ter um orgasmo memorável, não deixando uma gota sequer sobre ele.
Descia e subia por seu pau, passando a ponta da língua, estava escuro pois eu estava debaixo do edredom, até chegar nos testículos, colocando um deles na minha boca.
- Caralho Carol....
Eu sugava o testículo, enquanto ele grunhia de prazer, gemendo alto, massageava o pau num vai e vem, o masturbando até que senti que ele ficou diferente, me erguendo e enchendo a boca com o leitinho quente que ele jorrou na minha boca. Estava difícil engolir de tão espesso que estava o gozo que o ele me deu.
Fui engolindo devagarinho, enquanto sugava sua ereção. Suas mãos procuraram minha cabeça e massageava meus cabelos, senti que ele estava aprovando o carinho, o que eu estava fazendo por debaixo do edredom.
Seus gemidos de prazer indicavam que eu estava fazendo ele se sentir satisfeito e feliz, seguindo o ruído fui subindo, sentindo sua barriga e seu peitoral, até encontrar sua boca. Mesmo com seu leite ainda escorrendo pelo canto da minha disse:
- Sinta o seu gosto na minha boca!
Eu o beije, com tanto desejo que até doia. Acho que estava ficando maluca. Suas mãos procuraram minha bunda, me segurando de uma forma bem sexy e que me deixava com bastante tesão, me deitei ao seu lado e agora era sua vez de me castigar, por ser uma menina má. Sua mão deslisou pela minha barriga, brincando com meu umbigo e descendo até penetrar minha boceta com carinho em movimentos leves. Seu polegar dançava na minha virilha, com uma saborosa massagem no meu clitóris bem gostoso.
Ele começou a me masturbar, ele abocanhou meu seio direito, ele acelerava a fricção do seu dedo polegar sobre meu grelo estava me deixando mais molhada e com mais tesão. Repentinamente senti o dedo meio acompanhar o indicador e instintivamente soltei um gemido alto, ao ponto de eu me segurar em seguida.
Ele não me perdoava, continuava a massagear minha boceta, me masturbando com força e carinho e chupando meu seio direito. Logo senti as ondas de eletricidade vindo, o meu corpo começou a tremer involuntariamente e já não podia segurar meus gemidos. O Fred acelerava os movimentos de seus dedos em minha boceta me provocando sensações prazerosas.
- Caralho ... caralho...
Como em um golpe de jiu-jitsu, ele subiu em mim, ao mesmo tempo que abria minha pernas e começava a roçar sua ereção em mim. Protestei por ele ter parado, mas logo senti sua ereção invadir meu âmago e com algumas estocadas me levar a um orgasmo tão forte, mas tão forte, que nos derrubei da cama, como se estivessemos lutando jiu-jitsu.
O estrondo foi forte, nosso corpos batendo no chão após o sexo frenético. Estava sentindo a dor da queda da cama sob o chão do quarto e, ao mesmo tempo, sentia o prazer daquela foda maravilhosa.
- Amor, está tudo bem?
- Ah que gostosa essa gozada! Foi do Caralho, Fred!
Ele ainda estava me ajudando a me levantar, quando a mãe do Fred bateu na porta.
Eu me deitei na cama, me cobrindo com o edredom, ainda mergulhada no orgasmo.
Estava tão imersa nas sensações, que eu não consegui prestar atenção no que eles conversaram, mas logo o Fred voltou para a cama, me abraçou e logo dormimos juntos.
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