14 de fevereiro de 2024

A TUTORA NO ULTIMO ATO DE PRAZER



Mais tarde, nos vestimos e o levei até a praça, onde nos encontramos. Quando parei o carro em uma das esquinas disse a ele:

- Espero ter compensado a sua espera por este momento.
- Obrigado, muito obrigado "doutora" Carolina.

Eu ri, afinal não sou medica e ele estava me tratando como tal. Então ele me perguntou:

- Vai rolar novamente?
- Enzo, para você não se apaixonar e nem nos apegarmos, acho melhor não... mas foi muito, muito melhor do que imaginei que ia ser.

O beijei gostoso e em seguida ele foi embora. Dava para ver que ele estava triste por eu ter dito que não rolaria mais.

No caminho para casa senti que havia feito errado em dizer a ele que não podíamos nos envolver, afinal eram somente seis anos de diferença, mas o que significam seis anos? Enzo era um garoto doce e romântico, bem diferente dos demais.

Consegui chegar em casa antes da minha mãe, que me encontrou deitada na cama.

Fingi que estava dormindo, então ela apagou a luz e fiquei quietinha.

No dia seguinte, saí para o trabalho mais cedo, querendo evitar conversar com a minha mãe, eu estava muito sensível e não queria "dar com a lingua nos dentes" sobre o Enzo.

O dia inteiro passei evitando olhar para o meu celular, mas haviam várias chamadas de um número desconhecido, mas de aqui de BH mesmo, então não era um desses numero chatos de cobrança e logo o telefone começou a tocar novamente.

Atendi e era o Enzo. Primeiro ele se desculpou pela quantidade de tentativas para falar comigo, mas que queria saber como eu estava e se realmente não havia alguma chande de eu mudar de idéia.

Não é todo dia que aparece um príncipe pra gente, então marquei com ele para conversarmos, só que naquele dia a minha "amiguinha", a dona Chica, se fez presente em sua aparição mensal, o que me deixou apreensiva.

Não ia poder rolar nada caso o tesão tomasse conta de nós dois nesse encontro.

Fomos a um bar, alí mesmo na praça, era um barzinho conhecido e muito elegante, ficamos papeando um pouco, pedimos algo para comer e enquanto esperávamos notei que ele ficou tenso, apreensivo. Cheguei no ouvido dele e perguntei:

- Está menstruado?

Ele sorriu, entendendo o que eu queria dizer.

- Não é isso, claro, é que queria saber como reverter sua resposta.

Então eu respondi:

- Enzo, não tem como reverter isso. Se a gente se envolver vamos nos magoar no futuro. Podemos continuar saindo como amigos, mas se a gente se tornar um casal, vai perder a magia de ontem.
- Carolina, quero apenas uma oportunidade. Uma chance. Deixa eu tentar!?

Seu jeito da falar me deixou encabulada, ele me olhava enquanto eu argumentava a respeito, mas nada o convicencia de que seria um erro continuarmos juntos.

Após comermos, ele gentilmente pagou a conta e eu o conduzi até o meu carro, onde o fiz descer sua bermuda, revelando aquele pau, que no dia anterior havia me arregaçado.

Começamos a nos beijar intensamente, beijos muito intensos que pareciam até soltar faíscas e me faziam perder o ar. Conforme a intensidade dos beijos e pegadas aumentava ele começou a colocar a mão na minha bocetinha, que já estava molhadinha, estava escorrendo de tanto tesão.

Ele começou a colocar dedos, me acariciando e me masturbando, da mesma forma que noite em ficamos na minha casa, isso ia me levando ao êxtase de tanto tesão. Enquanto isso eu continuava massageando o pau dele, que já estava fora da bermuda, estava duro feito pedra, quando eu massageava ele pulsava e ficava mais forte, mais durinho.

- Carolina, por favor, já que não vou ter a chance de namorar você, me dá uma chupada de despedida, eu não aguento mais de vontade sentir a sua boca me chupando gostoso.

Então eu me abaixei na frente dele, seu pau já estava todo melado do liquido pré-ejaculatório, duro feito pedra e latejante. Comecei a chupar a cabeça bem devagar, até que, após respirar fundo, fiz um garganta profuda colocando ele todinho dentro da minha boca.

- Carolina, você está me deixando maluco...

Então ele segurou minha cabeça e então começou a foder a minha boquinha bem devagar com aquele pau gostoso e eu adorando tê-lo na minha boca. Conforme fui me acostumando ele ia aumentando a velocidade e que delicia era sentir ele o cheiro doce que vinha dele, aquele gosto delicioso, e sentir ele latejando na minha boca me deixava maluca. 

Ficamos nisso uns 20 minutos e então senti o pau dele pulsar, era a hora de me entregar o liquido precioso, gozando em três ou quatro jatos de leitinho na minha boca...

- Carolina, vocé é muito gostosa!

Eu não respondia, estava sugando para não deixar uma gota sequer. Quando terminei de saborear o leite vindo daquele pau juvenil, cheio de virilidade e tesão, após ter engolido cada gotinha, subi, procurando sua boca, beijando Enzo com o mesmo tesão que eu havia ficado ao chupá-lo.

Após alguns beijos, disse a ele para me esquecer, que isso seria o melhor para nós dois, que eu estava triste em ter de fazer aquela escolha, mas que era o certo.

Nos despedimos e ele foi embora, mas vira e mexe ele volta ao meu quarto em uma das minhas seções de self-sexo, para o meu deleite.

Hoje, depois de muito tempo, cheguei a conclusão que deveria ter dado uma chance para ele, talvez estariamos juntos ou talvez eu estivesse certa, mas jamais saberei.

Mas será que teremos mais capítulos dessa história?

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