21 de fevereiro de 2024

EM RITMO DE CARNAVAL NO UBER


Eu estava exausta após a festa de carnaval em Belo Horizonte. Chamei um Uber para me levar para casa, esperando apenas uma viagem tranquila e silenciosa. Nathan, o motorista de 29 anos, chegou logo e entrei no carro, preparada para um trajeto comum até minha casa.

No início, conversamos sobre trivialidades, trocando comentários sobre o carnaval e a cidade. Nathan era simpático e eu me sentia confortável em sua presença. Mas à medida que o carro avançava pelas ruas, algo começou a mudar. Uma tensão sutil pairava entre nós, uma faísca de algo mais intenso.

Nossos olhares se encontravam no espelho retrovisor, e o silêncio entre nós começou a ser preenchido com uma eletricidade palpável. Palavras sugestivas começaram a escapar, e logo estávamos compartilhando desejos e fantasias ocultas.

Perguntei a ele se já havia "ficado" com alguma cliente, foi quando ele me contou que namorou muito tempo com uma garota, quando ele estava morando em São Paulo e que a conheceu trabalhando no Uber, ela havia esquecido o celular no carro.

Brinquei com ele dizendo: "E se eu esquecer o meu celular, aqui no teu carro? Como que a gente faz?" Ele me encarou pelo retrovisor e disse: "Vou devolver, pois sou um cara honesto..." O interrompi dizendo: "Tá, mas você só vai me devolver? Só isso?" Eu o estava provocando com um joguinho, queria que ele me desse uma resposta "atrevida".

Ele desconversou, dizendo que era óbvio que eu não iria esquecer meu celular no carro dele, mas eu insisti: "Suponha então..., que você me deixou no endereço da corrida e que você olhou no banco de trás do carro e viu o meu telefone. Ele começou a tocar e eu disse: 'ai moço, esqueci meu telefone no seu carro... por favor...' e te pedisse para trazer meu telefone pra mim. Você só ia desviar sua vida para trazer o meu aparelho de telefone de volta pra mim, por honestidade? Não ia me pedir nada?

Um lindo sorriso se formou em seu rosto e ele disse: "Ah, acho que pediria um beijinho, bem gostoso... ainda mais de uma moça, com todo respeito, linda como você." Então eu quis provocar mais um pouco. "Posso deixar esse valor em crédito?" Ele me olhou com uma expressão incrédulo e perguntou: "Como assim?" Soltei uma risada e em seguida disse: "É simples, vou te explicar, quando você fizer uma parada, você vira pra trás e eu te dou um beijo, bem gostoso. Ai se eu esquecer meu celular, por acaso, aí esse valor pra você me devolver, ele estará pago! Tipo um seguro."

Ele sorriu e balançou a cabeça, parecia não acreditar ou levava na brincadeira. Ai eu disse: "E se eu quiser te dar um beijo? Você é casado? Comprometido de alguma forma que não posso te dar esse beijo?" Ele pareceu ficar "nervoso" com a situação e respondeu: "Não sou comprometido, mas nunca recebi uma cantada dessas..."

Fiz questão de ficar no meio do banco traseiro antes de dizer: "Só preciso dizer que não estou brincando. Se quiser, quando parar é só virar para trás e dizer que posso te beijar." Ele entrou em uma rua a direita, estacionando o carro, soltou o cinto e virou-se para trás e disse: "Eu quero!" e colocou uma bala na boca.

Mordi os lábios ao ver o que ele fez, pois adoro beijar com uma balinha gostosa na boca. Eu o beijei sugando de lambendo de levinhos os seus lábios, a balinha de menta veio para a minha boca e, com destreza, a coloque de lado, enquanto ainda o beijava gostoso. Nathan gemeu, parecia se segurar entre os bancos da frente para não me atacar no banco de trás. Quando nossos lábios se separaram ele disse: "Moça, o que foi isso?"

Olhei nos olhos castanhos dele e disse: "Isso se chama tesão! Gostoso!" Nesse momento tive a certeza de que ele não tinha noção de como eu estava vestida, eu estava com uma tanga, uma camiseta feita como rede, que não tampava nada, meus seios estavam a mostra, exceto meus mamilos, que estavam coberto com adesivo e uma cobertura que eu estava usando para me locomover e não ser presa por atentado ao pudor, fora do ambiente do carnaval.

Ele não resistiu e disse: "Gostosa!" Eu disse: "Está me devolvendo o elogio ou me elogiando também!?" Ele mordeu os lábios e disse: "Estou te chamando de gostosa! Posso pedir outro beijo?" Fiz cara e pensativa, então eu mesma avancei em sua direção e o beijei.

Nossas mãos se tocavam com urgência, nossos lábios se encontravam com um desejo desesperado. O ar estava carregado de eletricidade, e cada instante era preenchido com uma intensidade avassaladora. Ele se assentou com uma expressão, como se tivéssemos transado e disse: "Moça, quer que eu te leve pra casa ou pra um lugar onde a gente continue essa conversa? Por que se eu te beijar assim, mais uma vez, não querer outra coisa a não ser..."

Me ergui entre os bancos do carro e disse: "Somente se depois você me levar para casa." Ele me respondeu: "Mas é claro!" Então disse: "Tem algum drive in por aqui? Quero aqui... no banco de trás!" Nathan fez uma expressão parecendo não acreditar, levou a mão ao telefone e encerrou a corrida. Meu celular apareceu a notificação. Olhei para ele, que fechava o aplicativo, em seguida pôs o carro em movimento, pegando uma avenida famosa por ser cheia de todo tipo de motel.

Enquanto o carro estava em movimento ele me perguntou: "Tem certeza que quer um drive in, tem um motel muito gostoso aqui perto." Pensei bem e disse: "Não quero um transa longa. Quero só uma rapidinha com um motorista de Uber gostoso que eu conheci agora. Não precisa gastar dinheiro com motel caro..."

Paramos no drive in e não acreditei no nome do lugar, o Amor Sideral, que tinha cabines para carros, com banheiro. Saímos do carro, deixei a porta aberta, pois eu queria que ele me fodesse no banco de trás do seu carro.

Ele veio e nos agarramos, ele segurava a porta aberta com uma mão e apalpava minha bunda com a outra, me afastando até ele poder fechar a porta e usar a mão que segurava a porta aberta, para tocar meus seios.

Me lembrei da vez que fiquei com tesão em um outro motorista de Uber, então perguntei: "Já pegou a camisinha?" Ele me respondeu: "Já! Está aqui!" Pedi a ele uma bala, da mesma que ele havia colocado na boca no primeiro beijo, então ele foi até o console do carro, perto do câmbio e pegou duas, colocou uma na boca e me entregou a outra. Eu a coloquei na boca, mesmo ainda estando com a primeira ainda dissolvendo.

Abaixei a sua calça, até ele estar com a sua ereção para fora. Que pau gostoso, devia ter no mínimo vinte centímetros. Eu o alisei, queria chupar, mas não tive coragem, apenas o encapei, masturbando gostoso aquele cacete.

Tirei com cuidado a tela que estava sobre meu corpo, soltando a parte de cima da tanga e a abaixei. Abri a porta e entrei no carro, somente com a tela ainda sobre o meu corpo e me deitei no banco do carro. Ele entrou logo atrás de mim, afastando minhas pernas ao máximo que o carro dele permitia.

Nathan chupou minha boceta com uma vontade que me deixou maluca, até que eu enfim cheguei ao primeiro orgasmo. "Gozou gatinha?" Olhei para ele e apenas soltei um: "Aham!" Ele veio sobre mim, conferi que ele ainda estava com a camisinha e permiti que ele fodesse minha boceta com a vontade que estávamos.

Suas estocadas eram maravilhosas e seu corpo parecia estar em sintonia com o meu. Não demorou e senti seu pau inchar e ele tremer enquanto me dava estocadas que demonstravam que ele chegou ao orgasmo, não sem antes disso me dar um orgasmo que me fez gravar os dedos em seu braço.

Ele saiu do carro, de costas e ficou em pé, dava para ver sua ereção e a camisinha ainda encapando seu pau gostoso. Me levantei seguindo ele, que tirou a camisinha, dando um nó e jogando em uma lixeira.

A caminho da minha casa, ele me agradeceu dizendo que eu havia alegrado seu dia, antes ele estava chateado e se perguntando se valia a pena continuar.

Quando me despedi de Nathan, com um sorriso nervoso nos lábios, meu coração ainda acelerado pela aventura que acabáramos de compartilhar trocamos números de whats e espero que nos tornemos grandes amigos. Entrei em minha casa sã e salva, mas com a mente repleta de memórias daquela noite ardente. Sabia que jamais esqueceria aquele encontro, e me encontrava ansiosa para ver o que o futuro reservaria, talvez até mesmo outra viagem com Nathan.

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