Acordei com o suave cheiro de café fresco preenchendo o quarto, uma fragrância reconfortante que se misturava ao ambiente acolhedor da casa de Jean, além do seu perfume impregnado no travesseiro, na coberta, por todo lado. Mesmo com as dores persistentes pelo corpo, resultado do acidente que sofri, senti uma certa tranquilidade ao perceber que estava em um lugar seguro e que poderia chamar de "Meu Refúgio de Amor".
A visão do quarto era familiar, pude sentir a maciez das cobertas que me envolviam, proporcionando um conforto necessário para minha recuperação. A luz suave que entrava pela janela indicava que já era manhã. O ar condicionado provavelmente estava ajustado para uns 16 graus Celsius e a preguiça que eu sentia de levantar era palpável, mas relacionada à medicação para dor.
A mesa de cabeceira do lado direito, onde eu dormia, parecia uma verdadeira farmácia. Alguns medicamentos, como ibuprofeno e gel de Cataflam, estavam ali prontos para aliviar a dor quando necessário. Os outros remédios, não consigo lembrar agora, mas eram fortes o suficiente para me fazer dormir a noite toda.
Com cautela, ergui-me na cama, sentindo a dor nas costelas e uma leve sensação de tontura. Os cortes superficiais no rosto, apesar de incômodos, não eram tão graves. A cabeça latejava, sugerindo os vestígios de uma possível concussão leve. O latejar do meu pé esquerdo indicava uma torção resultante do impacto. Decidi tomar um banho para despertar completamente e aliviar as dores. Caminhei lentamente em direção ao banheiro, tomando cuidado para não pisar forte com o pé esquerdo.
No banheiro, pude me olhar no espelho com cuidado, observando os sinais visíveis do acidente, marcas e lesões por todo o corpo. Senti um misto de gratidão por estar viva e preocupação com o processo de recuperação que se iniciava. Eu me sentia insegura, temendo principalmente que as lesões no rosto pudessem me deixar muito diferente, embora fosse possível perceber que eram apenas superficiais.
Tomei um banho revigorante, daqueles que permitem limpar o corpo e a alma ao mesmo tempo. Enquanto a água morna escorria pelo meu corpo, removendo a sujeira física e aliviando o ardor das feridas superficiais, esse banho também trazia consigo reflexões que lavavam minhas dores emocionais. Dúvidas e expectativas sobre meu futuro no sindicato e no Conselho das Águas pairavam na minha cabeça.
Ao retornar ao quarto, deparei-me com uma bandeja de café da manhã, gentilmente preparada por Jean. Estava disposta sobre uma mesa ao lado da cama, junto a uma cadeira. O aroma de café fresco, pão quente e frutas recém-cortadas era irresistível. Percebi o zelo nas escolhas alimentares, mostrando que ele estava atento às minhas necessidades. Não apenas seu cuidado comigo, mas também a maneira como adaptava o ambiente para me receber naquela situação, eram tocantes.
Minha recuperação seria um processo gradual, e a presença de Jean naquele momento trazia conforto com palavras que não podiam expressar apenas minha gratidão, mas também meu amor por ele. Apreciei a gentileza do café da manhã e, enquanto saboreava cada bocado, refletia sobre os desafios que pairavam no ar e os que estavam por vir, além das incertezas no meu futuro imediato.
Suas atitudes durante minha recuperação mostraram seu amor por mim, evidenciando que ele é um homem incrível. Se tudo isso começou como uma estratégia para afastar outra mulher que o havia seduzido, agora se revelava uma jornada de compreensão mútua e cuidado, especialmente porque eu estava debilitada após o acidente.
A maneira como ele cuidava de mim, não apenas com o café da manhã, mas também com a atenção que ele vinha dando à minha saúde, ajudando-me com os remédios e fazendo curativos nos ferimentos mais graves, demonstrava o quanto ele estava sinceramente comprometido em estar ao meu lado para sempre. Pelo menos, era isso que eu percebia.
Aquele acidente tornou-se para mim um divisor, que me mostrou além das superficialidades e me ajudou a desvendar algumas camadas mais profundas do meu relacionamento com Jean. Era evidente que ele estava disposto a fazer o que fosse necessário para me proporcionar conforto e apoio. Mas uma descoberta acendeu meu coração e consolidou ainda mais os sentimentos que nutríamos um pelo outro.
Enquanto ele foi buscar mais uma caneca de chocolate quente para mim, peguei a bolsa que usava no dia do acidente. Abri a parte onde guardava meu telefone e de lá retirei as duas cartas da cartomante, que apareceram misteriosamente no meu carro enquanto eu o guiava em direção a Itabira: a carta "A Morte" e a carta "A Cegonha". Elas traziam um mistério ao que havia acontecido comigo. Coloquei-as de volta antes que ele retornasse, mas eu tinha algo a dizer a ele.
Quando ele se sentou na beira da cama para me observar tomando café, perguntei: "O que ninguém está querendo me contar que estava no resultado daquele maldito exame?" A expressão séria de Jean tornou-se ainda mais grave, seu olhar tornou-se doloroso, como se não pudesse acreditar no resultado daquele papel e, ao mesmo tempo, desejasse que fosse algo diferente da realidade.
"Você jura que não sabia que estava grávida?" Meu estômago embrulhou imediatamente, como se um enjoo estivesse surgindo do meu âmago em direção à minha boca, em formato de um vômito quente, doloroso e amargo. Tive uma crise de tosse, balançando a cabeça negativamente para indicar que jamais faria aquilo. "Jamais esconderia isso de você, eu nunca esconderia que estava grávida. Eu não sabia", respondi. Em seguida, Jean continuou, dizendo: "O exame deixou claro para nós que você perdeu um bebê."
"Eu não sabia." Lágrimas quentes, como a água usada para preparar um chá ou um café, começaram a descer pelo meu rosto. Eu não podia acreditar que, naquele momento, eu era a mulher que perdeu um filho do homem que amo. Acima de tudo, por mais que não sonhasse em ser mãe ou não estivesse planejando ter um filho naquele momento, perder o filho de Jean era o mesmo que perder um presente dele para mim. Acontecesse o que acontecesse, aquela criança seria um fruto de um momento de amor eternizado para sempre em meu coração. E agora ele havia partido, sem ao menos eu saber se era um menino ou uma menina. Se seríamos bons pais para essa criança. Se Jean me abandonaria, voltando para Renata. Caí de joelhos no chão, em um grito abafado: "Não, não é possível que isso está acontecendo... É mentira, você está mentindo para mim. Não é possível, estou pedindo um filho, ainda mais um filho nosso... É mentira, é mentira..."
Sentir os braços fortes de Jean me abraçando, ignorei a dor que sentia na perna, fruto do impacto do meu corpo contra o chão. Pois a angústia de saber que eu havia engravidado dele e perdido era muito maior do que qualquer outra dor que eu pudesse estar sentindo naquele momento.
Seus olhos encontraram os meus de forma profunda, e era possível ver sua dor diante da trágica notícia. "Se você soubesse, me contaria?" Sua voz não era apenas uma pergunta; ela expressava também o desejo de me confortar, carregando nas costas a dor que eu estava sentindo. Para mim, era mais fácil suportar as dores dos hematomas e feridas físicas do que a perda de um filho.
"Claro, não faria uma burrice dessas!" murmurei, sentindo-me vulnerável diante dele. Seu abraço permanecia reconfortante, unindo-nos em um momento compartilhado de dor e esperança. "Foi uma fatalidade termos perdido esse bebê..." ele começou, sua voz embargada pela emoção, "... mas nós vamos construir uma vida juntos e, quem sabe, no futuro, teremos outra chance."
Como se tivesse formado uma bolha ao nosso redor, eu fiquei abraçado a ele e nada mais importava além do calor de seus braços envolvendo meu corpo. Jean era tudo que eu precisava naquele momento; ele era meu porto seguro, meu "homão da porra". E o meu amor.
Jean segurou meu rosto suavemente, olhando-me nos olhos com um misto de carinho e compreensão. "Vamos enfrentar isso juntos, Karina. Estamos aqui um para o outro, não importa o que aconteça", ele afirmou, suas palavras ecoando com a promessa de apoio mútuo.
Fechei os olhos, deixando as últimas lágrimas escorrerem pelo meu rosto, esperando que tudo aquilo fosse apenas um pesadelo, que ao acordar estaria em casa e todas essas lembranças seriam apagadas. Mas infelizmente, tudo aquilo era real. Por mais que parte disso fosse bom, ainda temia o que a dor poderia fazer. Será que Jean estaria pronto para encarar o fato de que eu havia perdido um filho dele? Será que ele estava encarando isso numa boa de verdade?
Seus braços fortes me levantaram do chão e senti um arrepio na espinha, mesmo confiando que ele poderia me carregar por longas distâncias. Ele me pousou suavemente sobre a cama, macia e perfumada com seu cheiro. Ajeitou-me com carinho, demonstrando uma gentileza que me fazia sentir prazer no que ele estava fazendo.
Com um gesto habilidoso, ele removeu minha camisola, jogando-a longe em uma poltrona. Seu corpo veio sobre o meu e sua boca enxugava as lágrimas que teimavam em descer pelo meu rosto. Suas mãos passeavam pelo meu corpo, mas não de forma luxuriosa; ele queria que eu me sentisse amada e desejada. "Se eu sou seu 'homão da porra', você é o meu 'mulherão da porra'!" Sua declaração foi como um soco no estômago e um bálsamo para meu ego, algo que eu precisava ouvir para me sentir viva.
Ele tirou sua camisa, e isso tinha um sabor todo especial para mim. Quando entrei para o Conselho das Águas, ele era um homem gordinho, parecia desleixado, embora sempre estivesse perfumado com um aroma que me cativava. Ele sempre estava bem vestido, mesmo que algumas vezes de forma simples, com uma camiseta e jeans. Seu único defeito na aparência era ter a famosa barriguinha de chopp, mesmo sabendo depois que ele não era adepto de bebidas fermentadas.
Com o tempo, ele começou a ficar mais sarado e atraente, estava malhando, talvez para me agradar, talvez porque estava cuidando de sua saúde. Independentemente da opção correta ou da resposta certa para essa questão, eu estava achando isso maravilhoso, pois ele estava ficando muito atraente.
Ele abaixou a cueca e tirou seu pau, que estava duro como uma pedra. Veio sobre mim com carinho, então pedi para colocá-lo em minha boca. Enfiei o máximo que pude e depois comecei a masturbar com a mão, enquanto chupava a cabeça rosada e lambia toda a extensão de seu membro.
"Alexa!" ele disse, com a voz embargada. Ouvi o som da assistente virtual sendo ativada e então ele disse: "Tocar músicas para transar!" Ouvi o som da assistente e em seguida a voz feminina e robótica respondeu: "Tocando a playlist 'Eros: músicas eróticas para transar', que encontrei no Spotify." Os acordes que se seguiram nas caixas de som eram de músicas que deixavam o ambiente ainda mais propício à carnalidade.
Senti o sabor dele e, ao mesmo tempo, ser abraçada pelos acordes que tocavam no som era algo muito gostoso. O clima e o ambiente eram propícios para o amor e, mesmo eu estando ferida e não podendo agir como gostaria, na cama, estava sendo acolhida por essas sensações agradáveis.
Parei de chupá-lo e ele se deitou ao meu lado. Subi com cuidado sobre seu corpo e sentei em seu colo, afastando a calcinha para o lado. Segurei seu pau, posicionado na minha entrada, e fui empurrando devagarinho, sentindo sua ereção entrando na minha bocetinha, um pau duro feito pedra.
Ele grunhia, olhando-me com desejo, enquanto eu estava por cima e ele deitado, contemplando a cena. Meus seios acompanhavam o movimento das estocadas, meus gemidos sinceros de prazer se misturavam ao amor envolvido naquele momento íntimo. Comecei a cavalgar com mais intensidade, nossos corpos se chocando. Eu me movimentava conforme suportava a dor do tornozelo torcido. Empurrava seu membro ainda mais fundo e gostoso, buscando cada vez mais prazer.
Para evitar que ele gozasse, parei de cavalgar. Com cuidado, levantei-me e deitei-me ao seu lado na cama, abrindo as pernas e dizendo: "Chupa minha bocetinha." Estava cheia de tesão, queria satisfazer completamente o meu 'homão da porra'. Sentia que, após o acidente, meu desejo sexual havia aumentado.
Jean rolou para o meu lado e veio por cima, cuidadosamente, evitando meu tornozelo. Ele começou a beijar entre meus seios, passando sua língua quente por toda a barriga, virilha e, finalmente, na bocetinha. Enquanto inseria dois dedos dentro dela, ele também chupava o clitóris, estimulando-me intensamente. Eu me contorcia e gemia incessantemente, como uma gata no cio.
Eu já estava quase atingindo o orgasmo quando, sem que eu pedisse, ele me segurou pela cintura. Subindo sobre o meu corpo, ele inseriu seu pau de uma só vez dentro da minha boceta, com força. Suas estocadas eram tão intensas que meus seios pulavam. Gemíamos alto; ele também estava gemendo de prazer, e eu não queria que aquele pau parasse de me dar essas maravilhosas estocadas, pois estava quase atingindo o clímax.
Quando eu gozei gostoso no pau dele, ele percebeu que eu estava chegando ao orgasmo. Ele me deu mais algumas estocadas, retirou o pau da minha bocetinha, fazendo com que três jatos de prazer fossem lançados na minha barriga e um pouco nas minhas coxas. "Ai, caralho, que leitinho quente você tem!" comentei.
Ficamos nos beijando e curtindo o momento pós sexo, com a mistura entre dor e prazer, que me mostravam que ele era um cara "perfeito" ao menos "perfeito pra mim".
Depois de um tempo, para acalmar-nos dos orgasmos que compartilhamos, saímos do quarto e dirigimo-nos ao banheiro, onde o som da água do chuveiro já criava uma atmosfera de renovação. Jean me carregou com delicadeza, levando-me com cuidado para evitar qualquer desconforto em minhas feridas e, ao mesmo tempo, para que eu não sofresse com o tornozelo. Seus olhos expressavam uma preocupação genuína, e eu me sentia abençoada por ter alguém tão atencioso ao meu lado.
No banheiro, o vapor da água quente envolvia o ambiente, criando uma sensação reconfortante. Jean ajustou a temperatura do chuveiro com todo o zelo, garantindo que estivesse perfeita para mim. A forma como ele cuidava de cada detalhe era como uma sinfonia de carinho, e eu me entreguei a esse momento de cuidado mútuo.
Adentramos o chuveiro juntos, e a água quente escorria sobre nossos corpos, aliviando as tensões e promovendo uma sensação de renovação. Jean foi extremamente cuidadoso, evitando as áreas mais sensíveis, demonstrando uma gentileza que tocava meu coração. Ele se certificou de que eu não tivesse nenhuma ferida sem higienizar, sem causar sofrimento ou dor.
Após o banho, Jean pegou a toalha e começou a me enxugar com ternura, como se cada movimento fosse uma carícia. As feridas eram tratadas com cuidado, e eu me sentia envolvida por uma sensação de segurança e amor.
O cuidado de aplicar a pomada cicatrizante, cuidar das feridas mais profundas e me secar para retornar à nossa rotina diária era algo que eu parecia ignorar, mas ele estava sendo um marido exemplar, o meu companheiro.
"Será que, se fossemos casados como você está com Renata, você seria tão atencioso comigo?" Ele me olhou, parecendo não ter gostado de eu ter mencionado a mulher com quem ele ainda era casado. "Não adianta me olhar assim. Você ainda é casado com ela. Dê 'seu' jeito, porque te quero oficialmente comprometido comigo..." reagi à sua expressão.
Ele me ergueu do chão. Soltei um gritinho como reação, mas eu já deveria estar acostumada, já que esse cuidado era para eu não ficar pisando com o tornozelo dolorido.
No quarto, ele terminou de me enxugar com a toalha, colocando-a sobre o encosto de uma cadeira. Apoiei-me nele para vestir uma calcinha e me ajudou com o sutiã, selando o cumprimento de sua missão com um selinho e em seguida, ele se vestiu com uma cueca boxer limpa que estava ao lado.
Ele me acomodou sobre a cama e deitou-se ao meu lado. Rolei para tê-lo como se fosse meu travesseiro, deitando minha cabeça sobre seu peito, perfumado pela colônia, e que me fazia sentir-me acolhida pelas batidas do seu coração. Então comecei: "Sabe quando você mexeu comigo pela primeira vez? Foi quando estávamos conversando sobre saúde, lá no aeroporto de Viracopos, e você disse: 'Nossa... levanto fácil...' Isso me fez pensar como seria você me levantando, e fiquei pensando nisso... Depois veio a oportunidade da 'farsa', que me aproximou de você e me fez ver em você o meu 'homão da porra' (quando reescrever e melhorar mantenha 'homão da porra'), com seu senso de humor..." Ele colocou um dedo sobre meus lábios, fazendo-me parar de falar, e então me beijou.
Quando ele terminou, olhei e seus olhos estavam marejados. Então, ele disse: "Eu te percebi quando você apareceu numa reunião do conselho, veio até mim e me perguntou: 'você é o menino que está colhendo as assinaturas?' e depois me entregou o ofício do sindicato, dizendo que iria ser a nova representante. Você bugou minha mente, porque eu sempre gostei de mulheres mais gordinhas, só que olhei para você, magrinha, e meu coração estremeceu. Só pude dizer 'oxe'..." Sorri e ele continuou: "...mas eu tinha de me controlar. Um dia eu sonhei com uma mulher tatuada, 'justo eu, um cara todo certinho e conservador, e duas tatuagens me chamaram a atenção..." Jean foi com as mãos no meio das minhas costas e continuou: "...no meu sonho, vi a mulher tatuada com essa boneca russa que você tem desenhada nas costas..." Suas mãos desceram até meu cóccix e ele continuou: "... e essa tribal, eu acho muito linda e, com todo respeito 'meu amor', muito sexy. É uma tatuagem que deveria ser proibida de tão sexy."
"Só diga que me ama, Jean!", ergui-me para ficar olhos nos olhos com ele. "Karina, eu te amo!", ele respondeu antes de sua boca envolver a minha, sua língua dançando com a minha em um beijo eletrizante, enquanto nossos corpos pousavam lentamente sobre a cama em um momento levemente romântico.
Quando ele parou de "me pegar", eu estava quase sem fôlego. Ele não era apenas um homem bonito e gostoso, ele tinha uma energia diferente!
Ofegante, desci por seu corpo até encontrar seu pau, que já estava duro feito pedra. Aquele pau lisinho e grande, eu saboreava como se estivesse tomando um sorvete italiano. Chupava as bolas e dava umas lambidas. Os pelos estavam aparados, o que demonstrava que ele é um homem que se cuida, além do fato de que ele estava cheiroso e perfumado. Não parecia que estávamos juntos há muito tempo; parecia que era um "date". Jean gemia, deixando-me ainda mais louca de tesão. Desde Recife, quando ficamos juntos no quarto de hotel dele, eu adorava ouvi-lo gemer, ronronando como uma fera aprisionada.
Concentrando-me no que estava fazendo, saboreei aquele cogumelo rosa, como um morango saboroso e incrivelmente delicioso. Estava muito bom, fazer aquilo estava me proporcionando um prazer imenso. Em alguns momentos, eu empurrava o pau dele na minha garganta, sentindo-me relaxada o suficiente para isso. Eu não resistia e continuava chupando, lambendo e mordiscando suavemente aquela delícia, estava extasiada de desejo e acabei não aguentando. Pela primeira vez, experimentei um orgasmo fazendo sexo oral.
Segurei-me, tremendo pelo orgasmo, mas concentrada em saborear o cogumelo rosa que estava na minha boca. Algumas lágrimas vacilantes desciam pelo meu rosto, enquanto minha língua, de forma travessa, me dizia qual era o sabor daquela iguaria masculina. Minhas mãos seguravam o membro dele para que eu não perdesse o controle.
Minha boca continuava a saborear o cogumelo rosa, enquanto minha mente mergulhava em diversas sensações daquele momento. Eu lutava para manter a concentração e evitar cometer erros ou desabar. Sugava o néctar de seu pau, aspirando por mais de seu sabor. Seu caldo delicioso me enchia de alegria.
Eu estava em êxtase, envolvida pelo meu orgasmo, que me envolvia em ondas de eletricidade e prazer, foi quando senti um jato de leitinho quente enchendo minha boca. Foi uma sensação maravilhosa! Fui apreciando o sabor, a textura e o prazer que aquele leite me proporcionava, engolindo-o devagarinho, enquanto ainda chupava o cogumelo rosa, para deixá-lo sequinho e lisinho.
Nesse momento, decidi testar sua masculinidade e o quanto ele desejava me dar prazer. Ergui-me, subindo pelo seu corpo, ignorando a dor no meu tornozelo. Quando meu rosto estava próximo ao dele, pedi: "Jean, me beija!" Ele não hesitou. Num movimento ávido, seus lábios encontraram os meus, iniciando um beijo ardente e cheio de vontade. Suas mãos firmes envolveram minha cintura, puxando-me para mais perto, enquanto nossas línguas dançavam num ritmo frenético, explorando e reacendendo a chama da paixão entre nós.
Ele provou ser o meu homão da porra, não se importando com os resíduos de seu leite que ainda estavam na minha boca, mostrando que o que realmente importava para ele era o meu prazer. Após o beijo, ele disse: "Tava gostoso o meu leite?"
Jean se deitou e eu pousei meu corpo sobre o dele, sentindo o clima e o ambiente. "Alexa!", ele disse, com a voz embargada. Ouvi o som da assistente virtual sendo ativada e então ele disse: "Gravity de John Mayer em modo ambiente". Ouvi o som da assistente e em seguida a voz feminina e robótica respondeu: "Tocando Gravity de John Mayer no Spotify em modo ambiente." Os acordes da música pareciam preencher o quarto e me deixaram ainda mais excitada. Ele então disse: "Você não gozou. Quero que goze pra mim!" Dei uma risadinha, ele não percebeu que eu havia gozado enquanto devorava o cogumelo rosa.
"Não se preocupe! Estou saboreando do seu leite e isso já é muito bom!" Os braços dele me envolveram em seguida, enquanto a música, o ambiente e o fato de estar em seus braços, tudo isso já me fazia desejar que aquele momento jamais acabasse.
No ritmo dos acordes da música, que tinha um chiado meio que de vinil, montei em sua ereção, empurrando seu pau inteiro dentro de mim. Segurei para não soltar um grito e olhava em seus olhos. Ele disse: "Caralho!"
Comecei a me movimentar, rebolava fazendo um oito, subia e descia, depois me movia para frente e para trás. Quando "ele" escapava, o colocava de volta e continuava. "Está tão gostoso!" comentei. Jean então disse: "Para agora!" Seu tom imperativo me fez parar imediatamente. Ele me tirou de cima dele, me acomodando com cuidado ao seu lado.
Comecei a me movimentar, rebolava fazendo um oito, subia e descia, depois me movia para frente e para trás. Quando "ele" escapava, o colocava de volta e continuava. "Está tão gostoso!" comentei. Jean então disse: "Para agora!" Seu tom imperativo me fez parar imediatamente. Ele me tirou de cima dele, me acomodando com cuidado ao seu lado.
Ele veio sobre mim, afastou minhas pernas com um movimento brusco, e foi então que eu entendi o que ele ia fazer. Ele tirou o esforço de mim. Jean colocou seu pau dentro de mim e começou a me dar estocadas, envolvendo parte do lençol ao redor do meu tronco, como se tivesse me laçado. "Toma, potranca!" ele comentou, e senti meu rosto sorrir com o 'elogio vulgar', mas que me encheu de desejo, por saber que ele me desejava.
Fechei meus olhos. Não queria mais tentar encará-lo e chegar ao clímax tão cedo. Ele começou a acelerar as estocadas, e eu senti que ia gozar; era inevitável. Então, eu disse: "Vou gozar! Pra você, amor!" E a explosão de prazer veio, de uma forma que, se fosse planejada, não aconteceria. No solo de guitarra da música, o orgasmo me envolveu; gemi alto, forte e gostoso, sentindo meu âmago contrair-se com o forte prazer.
Enquanto eu me debatia, ele me dava estocadas fortes e precisas, fazendo um movimento de vai e vem para intensificar o que eu estava sentindo. Segurei em seus braços com firmeza, mas ele não parou, mesmo minhas pernas se debatendo ao redor de seus quadris. Quando o orgasmo estava me consumindo e meu corpo estava relaxando, ele diminuiu o ritmo das estocadas, retirou seu pau de dentro de mim e liberou três jatos de seu gozo sobre a minha barriga.
"Que desperdício!" reclamei do leite derramado. Olhei nos olhos dele, que como os de uma fera selvagem, me encaravam. "Satisfeita!?" ele perguntou. "Você sempre acaba comigo!" respondi. Ele me beijou e me limpou, usando a toalha que estava na cadeira. E me veio à mente: e se eu tivesse ficado com ele no primeiro dia em Recife? Desde o aeroporto de Viracopos ele mexeu com meus sentimentos. E se eu tivesse morrido no acidente? E se ele tivesse ficado com Maria Laura para evitar problemas com a gerência do evento em Recife?
Jean me tirou deste maldito devaneio e disse: "Quero que este final de semana a gente se curta e que, quando você estiver melhor, a gente viaje para algum lugar como nossa lua de mel e escreva uma nova fase da nossa vida. Só você e eu, mais nada." Ele me abraçou com cuidado, devido ao tornozelo. Ficamos abraçados por um longo tempo.
E ali, naquele momento de cumplicidade, compreendemos que não importava o que o destino nos reservava. Estávamos unidos e prontos para enfrentar qualquer desafio juntos. Assim, diante das incertezas do futuro, encontramos paz no presente, unidos pelo amor que nos guiava, prontos para escrevermos juntos os próximos capítulos de nossas vidas.
CONTO ANTERIOR: ATÉ QUE A MORTE
Final da Temporada, será que continuo? Deixe um Comentário!




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