Conto de Terceiros
Olá venho aqui contar mais uma história que aconteceu comigo e a minha tia gostosa, no dia em que fomos num restaurante de um cara que ela estava afim de dar.
A ida ao restaurante com a tia safadinha. Ela já há algum tempo tinha flertado com um homem que era dono de um restaurante.
Ela me disse em conversa: "...bem amor, nossas conversas estão bem quente, temos trocado fotos, estou enviando fotos pelada para ele." e eu estava observando essa situação.
Uma dia, após uma transa nossa, estavamos conversando e flertando sobre que coisas ousadas que ela queria fazer e ela se lembrou e disse: "...um dia quero dar pra esse homem do restaurante em Porto, queria dar para ele..." ela o tinha visto recentemente e ela disse que ele estava mais bonito, que andava na academia e a cuidar de si e que tinha se separado.
Fomos comer no tal do restaurante, e ela disse que durante a espera da comida ou no fim queria dar para ele na casa de banho (banheiro). Fiquei com tesão em saber se ele aguentava com a puta e não pagavamos o jantar. Como amante, a vi excitada, e lá dicidi aceitei ver se jantava de graça. Então combinamos tudo.
O tal do homem estava com uns 40 anos, branco, com o corpo definido de academia, pois de fato estava se cuidado.
Chegou o dia e lá formos peguei ela em casa vem ela toda produzida, de vestido preto bem decotado, de salto alto, usando o perfume que eu adorava, ela estava gostosa.
Chegamos no restaurante, entramos e ela estava chamando a atenção, dava para observar vários olhares de homens cobiçando aquela mulher, que estava mesmo maravilhoso.
Sentamos em uma mesa, em um lugar mais reservado, e o próprio dono do restaurante nos recebeu, ele veio nos atenteder e meio acanhado e ela lançando um charme para ele.
Ficamos escolhendo o que comer, enquanto escolhia a entrada, ela estava trocando olhares com ele, e ele veio até nós e ofereceu um prato, dizendo ser por "conta da casa". Ela então disse: "Obrigada meu querido...." e ele lançando charmes para ela disse: "...de nada, quer me permita dizer, você está muito linda, uma verdadeira diva...", ela sorriu em agradecimento.
Eles se continuaram trocando olhares até ela me dizer: "...está na hora de eu ir a casa de banho (banheiro)." e fazendo lhe sinal a ele. E não passou muito tempo ele lá foi ele atrás entrando na casa de banho (banheiro).
Quando entrou já tava excitado, dava para ver o volume na calça dele, e eu só pensava no que aquela "safada" que estavam fazendo, mas continuei bebendo meu vinho e comendo as entradas.
Depois ela me contou que ele entrou na casa de banho (banheiro) ela já tinha tirado o vestido e ficou esperando ele de lingerie preta, ele fechou a porta, olhou para ela e disse: "...safada, agora não tem como sair daqui e eu vou comer você!"
Eles começaram a se beijar, as mãos dele percorrem o corpo dela, passando pelos seios e descendo, passando pela bunda e indo direto á bucetinha dela. Ela já estava meladadinha, gemendo de tesão, enquanto ela abaixou as calças dele, o pau dele estava duríssimo, tinha cerca de uns 17cm e estava grosso.
Ela se abaixou e começou a chupar somente a cabeça reversando até o engolir todo em um vai e vem, bem profundo, deixando ele louco de tesão, dizendo: "...vai sua puta, vai... vou gozar nessa sua boquinha, sua putinha!"
A safada continuou e ele gozou na boquinha dela, que engoliu tudo, deixando ele ainda mais excitado e se contorcendo de prazer, sinaliando para não fazer barulho.
Ele ajudou a ela se levantar e começo a socar bem devagar e metendo o pau na bucetinha dela, ela então disse para ele: "...soca fofo, me trata como puta.." então ele começou a socar cada vez mais forte, a puxando seu cabelo e ela ia rebolando e apertando a sua bucetinha até ambos gozaram, ele enchendo sua bucetinha cheia de porra. "Caralho... caralho..."
Quando ele tirou seu pau de dentro da bucetinha, ela caiu de boca no pau dele, deixando o pau sequinho, após isso ele se vestiu e disse: eh que loucura teu cara está na mesa ehh tenho que ir depois falamos!
Ela, depois de secar o pau dele, se limpou, se ajeitou um pouco e voltou para a mesa, onde eu aguardava, apreciando uma garrafa de um vinho da Quinta dos Bons Ventos. Eu o vi, sair desorientado, e passado um tempo, ela volta toda sorridente com aquele olhar safada, veio até a mesa e sentou-se ao meu lado.
"Foi bom!?", eu perguntei. Ela disse: "Quando sairmos, quero você!" Ela sorriu, eu conhecia aquele sorriso, então ela disse: "Deu para provar um pau novo mas não me contentei, não estou satisfeita. Você sabe que é você quem consegue me satisfazer... meu puto!"
Conversavamos, disfarçando, quando veio a comida, ninguém que lá trabalha desconfiou do que aconteceu ou deixou transparecer. Então comermos e eu, curioso para saber como tinha sito a trepada dos dois na casa de banho (banheiro), estava cheio de tesão.
Ela havia feito o pedido de uma sobremesa carissima, que eu temia ter de pagar no final, mas ao vir a conta, o garçom disse: "O chefe mandou dizer que a conta de vocês ficou por conta da casa, afinal de contas ele era amigo de infância dela..." Sem problema, afinal aquela conta seria caríssima mesmo.
Saímos e eu queria era foder naquela bucetinha, meu pau estava latejando. Entramos no carro, que estava no fundo do estacionamento. "Agora me conta, como foi lá na casa de banho?" perguntei, enquanto ela me relatava tudo, como tinha sido a transa deles. Meu para estava quase furando a minha roupa.
Tirei o meu pau, abaixando a calça o suficiente para ele estar todinho para fora, ela viu e disse: "Ah meu puto!" Eu a conduzi para que começasse a me chupar, depois que seus lábios passaram da cabecinha, senti seus dentes deslisando pelo meu pau até chegar na base. Ela começo a subir e descer, devagarinho, depois se ergueu para poder ficar chupando somente a cabeça, e isso estava me dando muito tesão e prazer, eu estava quase gozando.
Fiz ela parar antes de gozar, mas quando ela fez que ia se levantar dei um tapa em seu rosto, não para que ela se machucasse, nem foi um tapa forte. "Nossa, meu puto, o que é isso..." ela me olhou com uma ar assombrado pela surpresa. "Ele te comeu, mas eu que tenho de te satisfazer, não é? Safada!"
Ela engoliu meu pau novamente e quando voltou disse: "Você é meu verdadeiro macho, ele foi só sexo, só você me contenta de verdade... quero você me arrombando hoje, pra te provar que só me importo com você."
Ergui o vestido dela, para eu ver aquela bunda, que eu adorava, mas que estava com marcas dos aperto que aquele homem havia dado nela. Levei uma de minhas mãos aos seus seios e senti algo entre eles, era porra quase seca. "O que é isso, ele gozou nos teus peitos?"
"Meu puto, não... deve ter escorrido da minha boquinha. Ops... desculpa!" ela respondeu se desculpado por ter porra dele em seus seios.
Ela voltou a me chupara, mas eu disse: "Não quero isso! Quero meter de verdade!" Liguei o carro, esperando apenas ela se colocar corretamente no assendo ao meu lado com o cinto de segurança, eu não me importava com o fato dela transar com outros homens, eu era seu amante, mas naquele dia eu me senti contrariado.
Fomos para hotel, que era perto do restaurante e, ao entrar, pedi uma suite a mais discreta possivel e que nem tinha varanda ou vista para fora, ela até parecia que não tinha janela de ventilação, de tão fechada. Quando entramos ela tirou a roupa de foi direto para o chuveiro, ela me conhecia o bastante para saber que eu a queria limpinha para mim naquela noite, sem vestigios do dono do restaurante,
Logo que ela saiu do banho, ainda nao havia se secado direito, a deitei na cama e comecei a meter bem devagar, mas metendo o meu pau até ele estar todinho dentro daquela bucetinha safada. "Ai que delicia, seu safado, que saudade desse pau gostoso dentro de mim..."
Começo a socar mais e mais forte, com estocadas precisas e metendo o meu pau todinho dentro dela, dando tapas na bunda daquela safada, ela gemia com todo o tesão estava sentindo, nem se preocupando se alguém poderia estar ouvindo. Interrompi para colocar ela de quatro, queria fazer a safada sofrer.
Passei a mão em sua bucetinha e molho os meus dedos com o meladinho da safada, e começo a passar o dedo no cuzinho. A respiração dela já estava ofegante, quase a gozando, começando até a tremer, foi quando ela deu um gemido maior, que eu sabia que era por que ela ia gozar, continuo a socar o meu pau sentindo aquele mel gostoso para dentro da bucetinha dela, continuo socando, ela gemia e tremia das pernas, até eu gozar derramando tudo dentro, tiro o pau fora e ela exausta diz: "Ai meu puto, gostoso... me arrombaste a bucetinha toda, que transa gostosa foi essa. Por isso digo que é tu que me deixa satisfeita!"
Ela vem até mim, eu ainda estava de pau duro, e me chupa limpando ele todo.
Após descansar, nos vestimos e depois de tomarmos um banho juntos, saimos do hotel e fomos para casa, onde comi o cuzinho dela mais uma vez.
Deixei ema em casa somente no dia seguinte as seis da manhã, quando o marido dela já estava saindo para o trabalho. "Ei garoto, o combinado era não voltar tarde." ele me disse. "Babemos demais e não quis arriscar nos acidentar na estrada para cá..." Ele acenou para mim, deu um beijo na boca dela, que eu sabia que tinha minha porra ali e a porra o dono do restaurante.
Ela acenou para mim e ofereci carona para o corno, mas ele disse que eu precisava descansar para trabalhar.


Uau, que conto excitante.
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