Queridos leitores, bem-vindos a um mundo de mistério, desejo e sedução. Este conto que estão prestes a ler é apenas o começo de uma narrativa intrigante que se desenrola nos corredores dos desejos mais profundos e secretos. Se esta história cativar suas mentes e corações, prometo revelar mais sobre os segredos ocultos de meus vizinhos. Cada visualização, cada suspiro de antecipação, nos levará um passo mais perto de desvendar os mistérios que cercam suas vidas. Então, preparem-se para uma jornada emocionante, e quem sabe, talvez descubramos juntos o que realmente acontece nos bastidores de nossas vizinhanças aparentemente tranquilas.
Aquele dia poderia ser um dia como outro qualquer. Eu havia ido à padaria, feito uma caminhada, mas, no horário do almoço, meu namorado resolveu que iríamos a uma churrascaria, daquelas mais top de linha da nossa cidade. Comer no rodízio não é algo que eu diria ser saudável para alguém que quer fazer dieta, mas fui para o rodízio e acabei comendo muito, mas muito além daquilo que eu poderia comer.
Quando ele me deixou em casa, bateu aquele peso na consciência acerca da dieta. Então, ao invés de subir os 16 andares de elevador, resolvi que iria encarar as escadas, pensando em me castigar por ter comido muito além do que deveria naquele maravilhoso rodízio de churrasco.
Eu estava subindo as escadas tranquilamente, sem fazer muito barulho, mas, para o meu azar, ao chegar no 14º andar, percebi que algumas lâmpadas estavam queimadas. Como eram andares mais altos, era raro as pessoas usarem as escadas. Só que meus azares estavam só começando. Comecei a ouvir gemidos estranhos e muito peculiares, então subi mais devagar, fazendo o mínimo de barulho possível. Foi quando eu peguei a vizinha do décimo quarto andar literalmente chupando o pau do vizinho do décimo quinto andar.
Não sabia o que fazer. Afinal de contas, eu estava no meio da escada. Descer faria barulho e poderia me denunciar, e subir causaria um imenso constrangimento para os três. Fora o fato de que eu estava completamente constrangida por estar assistindo sexo oral sendo feito ao vivo na escadaria do condomínio.
Aquela mulher estava "mandando ver" de um jeito que me deixava maluca. Ela chupava e gemia. O jeito que ela chupava o pau dele, do vizinho do décimo quinto andar, estava me deixando até excitada. "Quero que você goze na minha boca... encha a minha boca com seu leitinho, para depois eu beijar o meu marido!" ela disse enquanto olhava para cima, provavelmente encarando-o nos olhos.
Pensei comigo: "Que mulher safada, deixou provavelmente o marido em casa para vir chupar o pau de outro cara no corredor do condomínio, na escadaria onde qualquer pessoa poderia encontrá-los em um momento daquele". Foi quando ele disse: "Não, tem que ser dentro de você. Além disso, não posso deixar nada para ele descobrir". Ela deu um risinho e respondeu: "Acho que ele vai fazer DNA da sua porra na minha boca?".
Eu estava perplexa com o que estava escutando ali, praticamente não acreditando no que estava acontecendo. Não era menos do que um absurdo. Eu conhecia o marido dela, um homem bom e justo. Era um cara realmente legal, que provavelmente não merecia aquele tipo de traição, ainda mais na escadaria do prédio onde poderiam ser pegos por outros moradores, exatamente como eu estava vendo o casal de sem-vergonha fazendo coisa errada ali.
"Está bem, mas seja rápido", ela se levantou e ele levantou a saia dela, abaixando a calcinha até um pouco acima do joelho, socando o pau dentro dela enquanto ela gemia, parecendo estar em um clima de muito êxtase naquela transa.
Eu não sabia se eles tinham como perceber a minha presença, mas do ângulo onde eu estava na escada, em um lance abaixo de onde eles estavam, eu conseguia ver os órgãos sexuais de cada um deles em uma dança perfeita. Ambos se estimulavam, buscavam o orgasmo, o prazer, e o momento de clímax intenso e muito forte. Eu conseguia ver com nitidez o ato libidinoso que estava acontecendo ali: as mãos que iam e vinham, os lábios que se tocavam, as peças de roupa que estavam deslocadas.
De onde eu estava, eu já não sabia se me tocava ou se dava um jeito de sair dali, pois, assim como eles, eu poderia ser descoberta e talvez até hostilizada pelo casal. Só que eu não resisti. Fiquei assistindo à metelança até que percebi que ela estava gozando e ele começou a acelerar o ritmo, indo mais rápido e mais forte. Olhei para baixo, na direção da escadaria, para ver como estava o espaço, descendo lentamente alguns degraus para estar apta a descer um lance de escada quando eles terminassem.
Talvez se eu tivesse deixado o meu desejo se misturar ao que eu estava contemplando, teria acontecido como quando contemplei uma amiga e um namorado transando nos tempos de faculdade. Mas ela é diferente; eram duas pessoas com quem eu não tinha nenhum relacionamento, que eram apenas vizinhos de prédio.
Aquele homem era um médico renomado da cidade. Não cheguei a trabalhar com ele, mas eu o conhecia. Ele era famoso e agora, para mim, um pauzudo. Já aquela mulher era apenas uma patricinha, cujo marido eu não sabia o que fazia. Mas a julgar pelo carro que ficava no estacionamento, devia ter um emprego que pagasse bem para ela não fazer nada. Ou talvez ela fosse uma dessas Sugar baby, quem poderia julgar? Só que a minha preocupação era alguém descobrir, principalmente porque ambos são casados e têm filhos.
"Safada, segura pra gozarmos juntos!" Ele disse quando percebeu que ela estava gozando e que não havia esperado eles para gozarem juntos. Só que não demorou muito e ele começou a grunir e dizer que ia gozar, tirando o pau de dentro dela e derramando todo o leite em sua coxa direita.
Depois de gozar, ele virou ela de costas e, abrindo a bunda dela, inseriu o pau de uma só vez no cuzinho daquela safada.
“No cú não, filho da puta… no cú não!” ela protestou, mas era tarde, pois dava para ver o saco dele encostado na bunda dela.
“Essa penetração é pra você dormir pensando em mim, mesmo ao lado dele, safada!” ele respondeu.
Eu só conseguia pensar: “Minha Nossa, o que eu estou fazendo aqui?” Com certeza, eu estava em risco de ser pega espiando aqueles dois.
Continuei descendo devagarinho, praticamente de costas, para não fazer barulho, até chegar no décimo segundo andar. Me encostei na escadaria, ouvindo ele se despedindo, até ouvir as portas corta-fogo baterem, tanto a do décimo quarto quanto a do décimo quinto andares.
Respirei fundo, me recuperando do que eu tinha visto, descendo lentamente até o décimo, onde saí, e peguei o elevador subindo para o décimo sexto andar, onde moro.
Eu me senti em um dilema ético. Não sabia se contava para o marido da vizinha do décimo quinto, ou para a mulher do vizinho do décimo quarto, ou se relatava o acontecido para a síndica. Ou se só me tocava em casa, lembrando das cenas que contemplei na escada.
O fato era que aquilo havia mexido muito comigo, e fiquei pensando como seria se eu encontrasse com eles novamente em uma situação normal. Sei lá, levando lixo, ou indo para o estacionamento...
Eu deitei na minha cama e bati uma, imaginando as sensações que aquela mulher teve durante toda aquela transa no meio da escada do condomínio, imaginando como foi para ela com "aquela rola" entrando e saindo de dentro dela, e os momentos em que eu percebi que ele estava socando ela, dentro dela, e que a vizinha estava adorando o que estava acontecendo. Só consegui sentir um poderoso orgasmo brotar de dentro de mim.
Alguns dias depois, eu já havia até esquecido o assunto e estava tranquilamente chegando da academia, quando me deparei com ela. Seu sorriso escancarava o fato de que havia "dado bem gostoso para alguém". Somente alguém que não estivesse atento para não ler isso na testa dela: “Acabei de dar gostoso para alguém”. Pois é exatamente a leitura que eu conseguia fazer na testa dela. Sem contar que ela estava literalmente com "um vestido de puta".
Eu sorri educadamente e disse: "Boa tarde!" Ela sorriu de volta e disse: "Boa tarde, vizinha!" Então, entramos no elevador. Eu apertei o décimo sexto e ela apertou o décimo quarto. Enquanto o elevador subia, eu voltava a imaginar aquela mulher e o vizinho que morava exatamente em cima dela em situações absurdas no corredor da escada. Teria sido somente aquela vez? Será que eles se encontravam periodicamente ali para poderem se pegar? O quanto aquela situação poderia nos prejudicar ou trazer qualquer tipo de problema? Muitas coisas se passavam na minha cabeça, até que o sinal sonoro do elevador indicou que ele chegava ao décimo quarto andar.
As portas se abriram, ela começou a andar e fez um gesto com a cabeça se despedindo. Eu fiz o mesmo gesto e logo a porta se fechou, para que o elevador me conduzisse ao meu andar.
Entre no meu apartamento e fiquei pensando a respeito disso. Foi quando tive a brilhante ideia de ir até a escadaria no décimo sexto andar para verificar as luzes, percebendo que elas também estavam queimadas. Xinguei mentalmente, reclamando o fato de que aquela lâmpada estava queimada, até que percebi que a porta corta-fogo do décimo quinto andar abriu e fechou com muito cuidado. Foi então que descobri que era algo que acontecia constantemente.
Eu me recolhi, me escondendo em um vão que tem no final da escada, ou seja, no décimo sexto andar, de onde eu podia ver tudo, mas agora de cima. Desta vez, eles ficaram na escada entre o décimo quinto e o décimo sexto, obviamente contando que se alguém usasse as escadas, a porta corta-fogo faria barulho e assim eles parariam para ninguém perceber o que estava acontecendo ali.
Eu tive a perspicácia de zerar o volume do meu celular e assistir ele aqui, vestido dela mais uma vez, descer sua calcinha até próximo ao joelho e não demorar muito a inserir o seu pau dentro dela. O movimento de vai e vem era frenético. Parecia um filme adulto. Ele metia forte e ela gemia gostoso. Digo gostoso porque parecia que estava muito excitado. Quando ele disse: “Eu vou gozar”, ela disse: “Nossa, eu também”.
No meu cantinho, aquele vão da escada, fechei meus olhos e me concentrei para não gemer alto, gritar ou dar quaisquer sinais de que eu estava ali. Senti o orgasmo se refletir no meu corpo, de forma física, assim como emocional, molhando minha calcinha e sentindo o meladinho escorrendo por minhas coxas.
Estava me recuperando enquanto ouvi os dois se despedindo. O mesmo ritual: as duas portas corta-fogo abrindo e fechando com cuidado, e eu ali, parecendo que tinha acabado de transar, o que, de certa forma, era verdade, já que enquanto eles estavam tendo uma relação sexual real, eu estava me tocando no clímax deles, segundo a mesma onda.
Voltei para o meu apartamento e tomei um banho frio, embora estivesse desejando que aquele homem tivesse me comido no lugar dela. Obviamente, eu não queria isso. Tampouco ficaria com um homem naquela situação. Mas o que eu contei acabou me excitando muito, e não pude deixar de olhar para os dois, enxergando a perversidade do que eles estavam fazendo.
Parei de usar a escadaria naquele horário. Primeiro, para não ser pega; segundo, porque se um dia desse problema, eu não queria ser uma testemunha declarada no ato errado que eles estavam tendo. Entretanto, por muitas vezes, continuei a imaginar-me como uma testemunha, assistindo de camarote aos muitos orgasmos que aquela vizinha teve naquela escada. Às vezes, ao passar ali, também imaginava os dois se pegando e senti até saudade de assistir o ato sexual dos dois.

Que intenso, intrigante e perigoso. Esses dilemas que as vezes aparece. Mas que dão fogo, o risco o perigo, o desejo e tesao misturado. Amei demais, me excitou bastante. Não tem como ficar inerte a essa leitura, preciso me tocar e soltar a excitação que me domina.
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