Série O Conselho da Águas Episódio 03, Temporada 02.
Escrito por: Carol Motta.
Na manhã seguinte, notei durante o sexo que a Vivian estava ainda mais fogosa e selvagem, gemendo mais alto, pedindo pra chama-la de "puta", de "cachorra", porém, eu continuava perdido nessa situação. e não segui nesse caminho, não a chamava de nada disso.
Ela percebeu o meu travamento e se alterou, reclamando e dizendo: "Você é um homem experiente, mas não tão velho para estar tão travado em uma situação como estar..." ela tinha razão, mas agora era tarde no sentido de que eu estava afim de levar isso aos extremos.
Vivian continuou: "...você está quase me satisfazendo, enquanto eu tenho 'um broxa' em casa... eu amo meu marido, mas preciso de um homem que queira me satisfazer! Se você não quiser me satisfazer por completo, tudo bem, mas eu não quero mais 'um broxa' na minha vida..."
Fiquei tão furioso, que a vontade era de meter a mão na cara dela. Depois de fazer um sexo tão gostoso, ela resolve dizer que 'estou quase lhe satisfazendo sexualmente' e que 'eu sou um broxa'!? Só que eu me controlei, pois sou absolutamente contra agressão.
Me levantei da cama e fui até o frigobar, onde eu havia guardado uma ultima long neck e fui tomar a minha cerveja na varanda. Tentei relaxar, mas a raiva não passava. Como ela podia me falar aquelas coisas? Eu me senti desrespeitado por ela me chamar de 'broxa', só por que eu não queria chama-la de 'puta ou cachorra'.
Sou um homem a moda antiga, trato mulher como ela merece ser tratada; jamais como um objeto ou simplesmente como 'um peaço de carne'... ou apenas como uma buceta.
Eu ainda refletia em tudo, quando ouvi a porta da suite se abrir e fechar, ela havia se vestido e, sem se despedir, saiu voltando para o seu quarto no hotel. Senti um aperto no peito, quase que como se um pedaço dele tivesse sido arrancado.
Fiquei um tempo na varanda, imaginando mil coisas, até que as palavras dela ressoaram na minha mente:
"Você está quase me satisfazendo, enquanto eu tenho 'um broxa' em casa... eu amo meu marido, mas preciso de um homem que queira me satisfazer! Se você não quiser me satisfazer, tudo bem, mas eu não quero mais 'um broxa' na minha vida..."
Comecei a pensar naquilo e instintivamente imaginei ela fondendo com outro homem, no caso ele se envolvendo com um terceiro, já que eu já teria de dividi-la com o marido; e este outro homem fazendo ela gemer de prazer na cama. Não sei se foi o álcool, mas aquilo me excitou. Meu pau estava muito, mas muito duro mesmo, só com a ideia deste outro homem comendo ela, mas na verdade ela queria que eu fosse seu único amante.
Peguei meu telefone e chamei Vivian no Whatsapp, ela demorou a me responder. Perguntei qual era o seu quarto, queria falar com ela pessoalmente, então ela disse o numero e fui para lá.
Quando entrei no quarto dela, notei que estava chorando, nem queria me olhar. Cheguei bem perto dela e disse que eu jamais iria ofendê-la, que jamais usaria termos como aqueles para me dirigir a uma mulher, ainda mais ela, por quem eu tinha sentimentos.
Pedi desculpas e então ela me abraçou chorando, começamos a nos beijar fazendo as pazer e então fizemos amor de uma forma intensa, com ela gemendo no meu ouvido, dizendo que me amava.
Começamos a nos agarrar e ela 'do nada' ficou de joelhos na minha frente, massageou meu pau e me deu um boquete como há tempos eu não recebia um igual. Sua boca acariciava meu membro, o deixando praparado para ir ainda mais longe sexualmente falando.
Ela estava gostando daquela situação, ela gostava mesmo era da submissão. Então assumi o papel de dominador, de ser o que controlava tudo 'na cama' com ela.
Comecei a falar que ela tava muito gostosa e ela continuava me provocando sensações indiscritiveis. Então conduzi ela até o sofá da suite, colocando-a de pernas abertas e a penetrei. Comecei a meter, apertando seus seios com uma força maior que antes, dizendo: "Você está muito molhada!".
Vivian então disse: "Me xinga, meu amor, me chama de 'puta casada'... sei lá... safada... Eu quero, eu preciso disso... me xinga, caralho!"
Aproximei meu rosto do dela, tocando seu nariz com o meu e disse: "Você é uma vagabunda muito gostosa, uma safada! Você me enlouquece, sua puta! Vadia safada do caralho!"
"Continua, amor. Fala mais!" ela disse parecendo se excitar com o meu xingamento.
"Você é uma puta! Para de ficar me chamando de 'amor'! Você só quer pica, não é? Fala pra mim, fala..." eu dizia enquanto batia com a ponta do meu pau em sua bucetinha linda. Ela estava com cara de mulher pronta para dar e eu queria era comer.
"...você quer apenas a minha pica, não é vagabunda!? Fala que você é uma safada, que só quer a minha rola!" Falar dessa forma me parecia errado, mas foi libertador, desbloqueu em mim desejos que eu nem sabia que eu tinha.
"Eu quero, 'amor'. Quero você me fodendo com força. Quero seu pau gostoso dentro de mim, metendo essa sua pica grossa na minha buceta... eu quero sim! Me enchendo de porra com essa rola maravilhosa..."
Voltei a meter com força nela, como se eu estivesse com raiva dela, enquanto ela gemia ainda mais forte. "Safadooo! Safadooo! Filha da Puta! Me fode... ai.. gostoso!" Seus xingamentos me deixavam com o pau ainda mais duro.
Eu socava o meu pau, empurrando a cabeça do pau na entrada da buceta dela, depois tirava e repetia esse processo, senti que estava totalmente molhada e que gostava mesmo era de se sentir submissa,
Então enterrei meu pau naquela buceta de uma só vez, segurando ele todinho dentro dela e a segurei ela pelo cabelo. "Me diz o que você é Vivian!?" Eu disse olhando dentro de seus olhos. "Eu sou sua putinha vagabunda!"
Cheguei meu rosto mais perto do dela, segundo meu pau dentro de sua buceta e então disse: "Repita, por que eu não entendi!" Ela arqueou o corpo, estava maluca de tesão, e então disse: "Sou sua putinha vagabunda! Sou uma putinha vagabunda!"
Comecei a meter e a cada estocada a buceta dela ficava mais molhada. A lubrificação era tanta lubrificação que eu quase não sentia mais a fricção. Peguei a toalha de banho que estava ao lado do sofá, passei por toda aquela bucetinha. Ela gemeu forte se segudando no braço da poltrona e eu entendi que aquilo lhe deu prazer.
"Safada!" disse indo pra cima dela, coloquei meu pau na entrada de seu cuzinho e empurrei, para minha surpresa não entrou, ela gemeu gostando da ideia. Comecei novamente a empurrar, então ela se segurou, nos braços daquele sofá, com bastante força, enquanto o meu pau ia adentrando em seu cuzinho.
Eu ia empurrando e descendo, e a cada centímetro que eu me aprofundava, ela gemia, quando havia passado a metade, não resisti e puxei ela de uma vez só pela cintura; ela deu um grito surdo; senti prazer naquele gemidão que ela deu, meu pau estava enterrado inteiro naquele cú gostoso.
Segurei um tempo e comecei a dar estocada e ela gemia, no começo tive duvidas se ela estava sentindo prazer ou dor, mas ela não me deixava parar.
Quando eu estava pronto para gozar, sem falar nada, tirei meu pau de dentro dela. a fiz ajoelhar, peguei ela pelos cabelos e fiz ela mamar meu pau.
Gozei e desta jorrando na boca de Vivian, que havia gozado de uma forma sublime, com direito a "literalmente" se contorcer, quase nos derrubando do sofá.
Nos beijamos, a conduzi para a cama, ela estava com um sorriso de felicidade adornando seu rosto, quando disse: "Que loucura, meu amor! Eu nunca gozei assim. Que loucura!"
Aquilo havia sido um elogio, com certeza, então fui tomar um banho ainda carregando os reflexos daquele sexo maravilhoso.
Depois do banho, me enxuguei e nos despedimos, pois eu tinha que me trocar para um compromisso e no dia seguinte haveria o nosso ultimo compromisso naquele fórum, mal sabia eu as surpresas que o dia seguinte me traria...
Continua...

Uau, a viviam queria ser exatamente aquilo, quando mandou mensagem no celular dele, do primeiro encontro. Deu a dica ali, do que queria ser pra ele. Puta vagabunda dele, pra ele usar ela como quiser... já que em casa não tem, e por ser educado demais, quase não chegou nessa conclusão. Que seco gosto que rolou, selvagem, sem receio e pudor. Amei esse negocio de tirar do cu dela e gozar na boca e logo depois se beijar, tão promíscuo e selvagem, sem nojo, pura excitação. Mas pensei que ele fosse gostar no buceta dela, como no ep passado. Das surpresas que ambos causam, das eloquência que os dois procuram e desejam. E da libertação do que o outro quer. Esperando os próximo, certamente ele vai ser perverso, como dom, e acredito que ela vai amar ou talvez ficar em questionamentos, acredito que vá ter uma terceira pessoa já que ele ficou excitado com os pensamentos dele ao imaginar outro trepando com ela.
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