Meu casamento ia de mau a pior... discussões todos os dias, já nem nos beijavamos mais e pra colocar a cereja no bolo, cansei de ir dormir no escritório. Sim, era eu quem deixava o quarto para ir dormir em outro lugar. Certo dia, eu acordei, ele já havia levantado e saído para o trabalho.
Haveria uma cirugia pela manhã e outra a tarde e o médico responsável cancelou a matutina devido ao resultado dos exames do paciente e a da tarde teve o procedimento cancelado pelo plano de saúde.
Sendo assim, me liberaram pra eu ficar em casa, algo que eu estava precisando para dormir direito e em uma cama decente.
Quando fui pegar algo no quarto, notei um objeto que não deveria estar ali, o telefone do meu marido, que havia ficado em casa.
Observei como ele havia deixado o aparelho, para eu verificar e ele não desconfiar que eu olhei, pois estava muito desconfiada de suas atitudes.
Quando eu abri, notei um número muito alto de mensagens de uma tal Carine (nome fictício).
Mas mensagens ele falava que já não sentia nada por mim e expunha pra tal garota, que já não estávamos transando há muito tempo.
Minha vontade era de esfregar na cara dele o maravilhoso orgasmo que o Miguel me fazia sentir e que ele não tinha coragem de me dar por não querer colocar sua boquinha na minha bocetinha.
Eu tendo todos os cuidados para que, nem os bate-papos via Skype (antes que alguém pergunte, não uso mais) ficassem registrados e o filho da puta guardando as mensagens da tal Carine, incluindo fotos.
Fiquei possuida ao ver que a tal garota, um mulherão, estava dando corda para o meu então marido.
Fiz um backup das conversas, prints das mensagens, fotos, nudes, e mandei para o meu GoogleDrive.
O que não foi suficiente, pois apliquei um reset de fabrica no telefone dele, como vingança.
Não olhei direito o backup naquele dia, pois fiquei muito nervosa.
Vesti uma roupa adequada para sair e fui para um parque pensar no que estava acontecendo, levando no porta malas do carro a mochila com os itens do meu trabalho.
Obviamente coloquei o telefone dele, zeradinho, formatadinho, no lugar onde estava "milimetricamente" colocado para que ele não desconfiasse.
Cheguei ao parque, peguei o backup e comecei a ler em um tablet.
Para minha maldita surpresa, os dois haviam marcado um encontro naquele mesmo parque e o meu marido havia solicitado folga naquele dia.
Não tendo mais como ficar pior eu o avistei descendo de seu carro, no estacionamento do parque, numa área mais abaixo e mais próximo da entrada, porém ele estava sozinho.
Concluí que ele havia esquecido o celular "propositalmente", para eu não conseguir falar com ele caso eu precisasse, mas a burrice é tão grande, bastava deixar no carro ou "esquecer de carregar e deixar o carregador em casa".
De onde eu estava o vi caminhar, ainda estava sozinho.
Meu marido estava confiante de que tudo estava bem e perfeito, tenho certeza disso.
Eu deixei meu carro distante e o segui da mesma forma, até eu avistar ela, a tal Carine.
Carine era um mulherão.
Loira, do tipo "sarada" de academia, seios ressaltados, pernas longas e grossas, bumbum empinadinho.
Supus até que ela é instrutora ou personal trainee em alguma academia.
O restante da minha sensatez me fez ficar olhando os dois de longe, minha vontade era dar um flagrante.
Eles conversaram um tempo e caminharam sem sequer dar as mãos, indo até um lugar, onde haviam mesas e cadeiras em concreto.
Foi quando se beijaram pela primeira vez.
Senti a facada nas costas e um lágrima quente descer pelo meu rosto.
Fui até um ponto onde eu podia ver o que eles estavam fazendo, mas eles nem sequer imaginavam que eu estava por ali.
Notei que eles se sentaram de tal forma que ele começou a masturba-la, por baixo da mesa, enfiando uma de suas mãos na calça de treino que ela usava.
Assim eles ficaram trocando carícias sensuais por algum tempo.
Ela bateu punheta nele.
Quando ele estava prestes a gozar, colocou a cabeça no ombro dela e de longe eu vi que ele gozou na mão dela.
Meu lado humano sentiu um tesão com a cena, se eu tivesse flagrando um casal trocando masturbação no parque eu teria ficado de calcinha molhada.
Só que o meu lado "esposa traída" me fazia sentir muita dor no coração.
Tirei algumas fotos, fiz alguns videozinho mostrando os dois se pegando, mas como "formatei" o telefone dele, não poderia colocar aquilo na conta do acaso se mostrasse que eu sabia da traição.
Já estava farta e pensando em uma forma de me vingar.
Só que eu precisava que ele tivesse o gostinho de saber que era vingança.
Voltei para casa, de onde enviei todo o conteúdo do que eu havia fotografado e filmado para o meu GoogleDrive e em seguida me tranquei no banheiro para chorar.
Me deitei na cama e dormi a tarde inteira, até ele chegar "do trabalho", por volta das 18 horas.
Acordei com o meu marido me chamando:
- Carol, você não foi trabalhar?
- O hospital me ligou e as cirurgias de hoje foram canceladas... graças a Deus, por que estou com febre...
- Você está bem?
- Não estou bem, além disso "sonhei" que você estava me traindo... me diga que é "mentira"...
Ele me olhou com ar de curiosidade, mas descrevi um sonho com uma mulher totalmente diferente de Carine, uma dançarina do programa do Faustão.... só que sua reação confirmou que havia sido intencional e não uma escapada pra transar.
Quando ele pegou o telefone, observando que este estava totalmente zerado começou a xingar.
Eu disse que não tinha visto nada e virei para o lado, começando a chorar com as lembranças.
Ele saiu do quarto esbravejando por seu telefone "estar estragado".
Sua atitude foi a de um verdadeiro filho da puta.
Quando ele saiu de casa, telefonei para o Miguel e combinamos de tomar uma em um bar perto da minha casa. Eu precisava sair para arejar a mente.
Fui de táxi, pois pretendia encher a cara.
Quando foi ficando tarde, o álcool me fez sentir tesão. Só que eu estava triste por descobrir a traição. O Miguel então disse:
- Você precisa voltar pra casa, seu marido...
- Vou pedir o divórcio. Hoje eu vi ele com outra mulher.
- O quê?
- Sim, vou pedir o divórcio. Só estou esperando o momento pra mostrar pra ele que eu sei.
Virei um copo com sua de uma só vez e ao engolir tudo disse:
- Quero te pedir duas coisas.
- O que você quiser Carol...
- Me leva pra um motel, bem gostoso, me faz gozar bastante. Essa é a primeira coisa.
- Tá e a segunda?
Olhei para ele com a fúria que me corroía e disse:
- Preciso de um apartamento, com fácil acesso ao hospital onde trabalho.
- Aluguel ou Aquisição?
- Olha um bom negócio pra mim, já estava hora de eu ter o meu canto... um canto só meu. Eu preciso fazer uma "parada" que eu não precise dividir com aquele "filho da puta" depois que eu pedir o divórcio ...
Ele me pegou pela mão, fomos ao caixa, onde ele pagou a conta, e fomos para um apart-hotel, que fica na região da Savassi, região nobre de Belo Horizonte.
Ao fechar a porta do apartamento, nos abraçamos e senti minha abertura encharcar na mesma hora.
Ele tirou a minha blusa, começando a chupar meus seios, me deixando extremamente excitada.
Abaixei a calça dele e via aquele belo e maravilhoso pau, duro feito pedra, do jeito que adoro.
Miguel logo soltou um gemido abafado, eu chupava e batia punheta ao mesmo tempo, depois lentamente mordia a cabeça, bem levinho, em seguida enfiava todo na boca.
Ele quase gozou, mas fui lentamente queria curtir muito aquele pau maravilhoso, relembrando o que aconteceu em nosso passado.
Passava ele bem lentamente no meu rosto, desenhando minha façe, depois nos meus seios, em seguida chupava mais e mais, e ele quase gozando novamente.
Miguel me levou até o sofá da sala.
Abriu minhas pernas e lentamente foi beijando minhas pernas, entre coxas e a minha abertura.
Cada beijo provocava uma vibração que enlouquecia mais ainda.
Aos poucos foi se chegando e abriu os grandes lábios eu já estava louca.
Passava lingua no meu grelinho, sugava levemente, enfiando a língua na minha caverninha.
Eu estava maravilhada com a habilidade que aquela delícia de pau me proporcionava.
Não aguentando mais gozei na boca dele, que adorou.
Foi uma loucura.
Sem dúvida foi uma noite maravilhosa.
Quando cheguei em casa, na madrugada, sobre a mesa de jantar havia um bilhete:
... nosso casamento acabou há muito tempo. Fiz as minhas malas e estou na casa da minha mãe. Depois conversamos sobre o contrato de aluguel do apartamento.
Comecei a rir, pois ele nem sabia o tanto que aquilo me doía, mas o tanto que eu ficava aliviada por ele ter decidido ir embora, já que eu já estava propícia a pedir o divórcio.
No dia seguinte, Miguel me ligou para falar do apartamento que eu havia solicitado ajuda para comprar.
Continua....

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