Era apenas um dia comum no consultório da Dra. Lilian Barreto, psicóloga renomada e vencedora de diversos prêmios. A doutora Lilian tinha começado a atender alguns casos que pertenciam a seu irmão, o falecido terapeuta Luciano Barreto, que era especialista em casos de violência sexual.
Na clínica, Lilian atendia em torno de cinco pacientes por dia e aquela seria o quinto paciente do dia, na verdade uma moça de nome Isabel.
Isabel tinha em torno de 26 anos, uma jovem muito bonita e distinta, tímida. Apareceu, mas não conseguiu trazer à tona todos os seus problemas para aqueles que estavam ao seu redor. Todavia, conseguia abrir seu coração para o terapeuta e agora para a terapeuta.
Aquela era a sétima ou oitava consulta de Isabel com Lilian. Aos poucos, eu estava ganhando confiança para poder trazer à tona seus temores e fantasmas.
Naquele dia, Isabel tinha decidido contar para Lilian o motivo pelo qual estávamos tratando com o Dr. Luciano.
"Aquele dia para mim, apareceu um inferno. Briguei com a minha família em casa e quando foi contar para o meu namorado, ele ainda deu razão para eles e acabamos terminando em uma briga da qual me arrependo até hoje", disse Isabel, começando a sua fala. "Não queria que as coisas fossem daquela forma, mas ele havia escolhido brigar comigo ao invés de me dar atenção. E isso não tinha relação com o fato de eu estar certa ou errada, mas com o fato de que naquele momento tudo que eu precisava ouvir era uma palavra de consolo, pois eu estava me sentindo muito sozinha."
A doutora Lilian Barreto não estava tudo em um bloquinho, sentar em uma poltrona bem ao lado do divã onde Isabel estava deitada.
"Não gosto de balada, mas naquela noite eu decidi que precisava sair para espairecer. Na balada não bebi nada, apenas dancei e flertei com alguns rapazes, porém não deu em nada. Saí de lá cedo para uma balada, o que não significava chegar cedo em minha casa."
Isabel parecia respirar fundo e buscar coragem para trazer à tona aquele momento que tinha vivido há muitos anos atrás. Parecia ser uma dor profunda, e que talvez ela não conhecesse dor mais aguda do que aquela.
"Eu desci no ponto mais próximo da minha casa; todos por ali me conheciam, e por essa razão me sentia segura. Quando dobrei a esquina, cruzando com dois rapazes, um deles pareceu me despir com os olhos. Quando me afastei, notei que eles começaram a me seguir. Quando achei que não estavam mais me seguindo, estava cercada por eles, que me arrastaram para um beco escuro. Confesso que nem me lembro onde é mais."
Isabel fez uma pausa silenciosa transmitindo sua dor através da respiração. Lágrimas quentes desciam para o seu rosto ensinar o profundo de dor. A doutora Lilian estendeu para ela um lenço de papel, que ela usou para enxugar o rosto antes de continuar.
"Eu tinha apenas 16 anos e a minha pureza foi levada naquela noite, não me roubaram um telefone ou dinheiro, eu também não tinha nada disso, mas me roubaram que eu acho que tem de mais precioso ou melhor tinha, a minha inocência... A minha pureza."
"Um deles, reconheceria aquela tatuagem, dragão vermelho no pescoço, ele me levantou enquanto o outro rasgou a minha calcinha em vários pedaços me colocando em seu colo, se preparando para a desgraça que seria aquele momento. Os dois estavam muito excitados e logo senti o que estava atrás de mim inserindo sua ereção dentro de mim, ele me violou, enquanto o outro se preparava para fazer o mesmo na frente."
Isabel parecia visitar o seu passado de uma forma sombria e violenta, aquele momento de violência havia transformado pela mulher em uma mulher sádica, agora o seu foco é me tratar o seu desejo insaciável por sexo de uma forma violenta. Isabel não sabia mais o que era ter um relacionamento romântico, apenas relações violentas. Violentos no sentido de forma de se pegar e não de briga.
Isabel declaradamente não sabia o significado de fazer amor, apenas disse fazer sexo com força, quase que machucando e só assim ela conseguia ter prazer sexual.
"Doutora, os homens que abusaram de mim naquele dia são o Fumaça e o Bala, jamais me esqueceria deles, a forma violenta como eles me foderam naquela noite, o gozo dele sobre a minha pele, o mau cheiro de cigarro e álcool misturado, talvez o uso de alguma droga pesada... A ereção que eles estavam tendo era poder mais forte, ambos estavam de pau duro, feito pedra, mesmo depois quando comecei a me envolver sexualmente com vários homens jamais encontrei um que me entregasse uma ereção como aquelas, não sei usar algum entorpecente. Só vire são assim com usuários de cocaína. Pois bem naquela noite eu fui usada e abusada por horas. Eles gozavam e depois de um tempo começavam de novo e de novo e de novo. Quando o dia já estava quase amanhecendo, percebendo que poderiam ser pegos fazendo aquilo comigo me largaram jogaram naquele bequinho sujo, toda estropiada e machucada."
Lilian fez uma anotação pessoal, havia algo que não passou despercebido ao seu modo perante de terapeuta, havia um detalhe muito importante na história de Isabel que havia ficar interessante no seu modo de contar.
"Isabel, normalmente não faço perguntas para os pacientes, apenas os deixo desabafar e pontua alguns detalhes para ajudar na caminhada da recuperação. Preciso fazer uma pergunta para que eu possa entender o que aconteceu. O ato libidinoso daquela noite te causou o prazer ou nojo?" Dra Lilian perguntou a paciente Isabel.
Se não fosse um olhar mais apurado isso poderia passar despercebido mas o que estava acontecendo era que Lilian conhecia Cleiton Alves do Nascimento Silva, conhecido como Fumaça justamente na região onde a Isabel viveu no passado.
"Doutora, no primeiro momento senti muito nojo, eu queria morrer. Só que as estranha experiência, essa maldita experiência me transformou em uma mulher doente sexualmente. Não que eu tenha uma doença sexualmente transmissível, que eu tenha adquirido em função desse abuso, mas agora não consigo ter uma relação sexual que não seja forte e violenta, a pegada tem que ser bruta, eu tenho que me sentir como naquela noite, sendo usada, sendo abusada... Como uma coisa, como se eu fosse um objeto. Eu quero for carinhoso comigo na cama eu perco o interesse, já tentei gostar de um sexo normal, mas eu não consigo... Tem que machucar... Tem que ser violento."
A doutora Lilian então se coloca frente a frente com a paciente e pergunta: "O que você faria se estivesse frente a frente com um deles ou com os dois?"
"Se um deles os dois entrassem por aquela porta com o desejo libidinoso que eles estavam naquela noite, eu transaria com eles até não ter mais uma gota de força no meu corpo. Eu faria sexo com eles como se não houvesse amanhã e até me desfalecer não sobrando mais nada."
A doutora Lilian olhou para o relógio vendo que o tempo havia passado em 5 minutos, porém ainda quis continuar dizendo "é necessário a gente saber o que você realmente quer, você quer segurar ou você quer apenas entender o que você sente para poder se afundar ainda mais nesses desejos e Morais que tomam conta de você a partir de toda a sua experiência negativa da juventude."
"Dra Lilian, se eu soubesse o que eu quero ou se pelo menos eu entendesse o que está acontecendo comigo, talvez eu pudesse te dar uma resposta por essa pergunta. O que eu consigo entender é que eu desejo vingança é ao mesmo tempo a mesma experiência porém com mais força e mais intensidade do que naquela vez."
Após se despedir de Isabel, Lilian voltou a sua poltrona, estava com o coração ardendo pelo a história que havia escutado. Havia trancado a porta após Isabel sair, o que lhe deu total liberdade para relaxar na penumbra de seu consultório.
Ligou para a segurança do predio e disse: "Estarei aqui até um pouco mais tarde. Quando forem trancar a saída, me avisem para eu ir, mesmo que não tenha terminado!?" e após a confirmação da segurança, ela abriu suas pernas, descendo sua calcinha até retira-la.
Ela começou a imaginar os dedos do bandido que estuprou Isabel alisando seu corpo e entrando em sua boceta de uma forma, como se estivesse violando seu corpo.
Lilian começou a deslizar as mãos pelos seios imaginando as mãos de Clayton 'Fumaça' dos Santos, apertando-os deixando os mamilos bem rígidos, a levando ao delírio com a vontade de transar que ela estava. Sem pensar duas vezes ela pegou dois prendedores de roupa e os colocaram em seus mamilos, causando uma leve dor misturada com o grande tesão que sentia.
A terapeuta começou a descer as mãos até sua boceta, que já estava muito molhada, inserindo dois dedos até o fundo, tirando um leve gemido de prazer dela, em seguida, ela os tidou de sua boceta os levando a boca para provar de meu próprio gosto, como meu aquele safado sempre fazia. Tinha um gosto doce de puro prazer, o gosto de seu prazer.
Liliam desceu a mão até a sua boceta, com a outra já estava acariciando minha bunda, enquanto se contorsia de tesão, com a ponta dos dedos ela massageia o grelo, imaginando o homem que violentou sua paciente chupando esta parte de seu corpo com a boca, desejando que aquilo estivessem acontecendo no real.
O prazer dela estava incontrolável, ela tirou o dedo da boca e, com força, como se fosse o "pau dele", ela inseriu na boceta dando estocadas fortes e intensas como se ela estivesse sendo fodida com força por ele, nesta hora ela começou a gemer forte. Se algume escutasse aquilo, certamente diria que tem um casal "se pegando força" na sala da terapeuta.
O tesão estava tão grande que o seu gozo logo veio, como um orgasmo forte e quente, tão forte quanto uma explosão silenciosa em meu âmago. Ela teve que pegar a almofada para abafar os gemidos que saiam por sua boca, ainda que não fosse suficiente para isso.
A Dra. Lilian, queria estar sendo violada por ele, como ele havia feito com Isabel; a questão havia passado da linha da ética e como uma profissional séria, Lilian sabia disso, mas, por hora, ficou inundada em seu orgasmo, massageando seu clitóris lentamente, enquanto o orgamos ia percorrendo seu corpo e a respiração ofegante ia se apoderando de si.
A terapeuta levou os dedos a boca, saboreando seu proprio gosto em seus dedos, chupando aquele meladinho e gemendo com o prazer que o resquicio do orgasmo e o seu melado estavam lhe dando.
Ela se levantou com cuidado, vestiu a calcinha e, diante do espelho no banheiro, se ajeitou.
Desceu e ao encontrar o seguraça o cumprimentou na saída, seus passos vacilantes, por ainda estar mole do orgasmo. Entrou em seu carro e foi para casa.




Uau, que intenso e instigante. Comecei a ler e não parava mais, querendo descobrir o que estava por vir. Intenso demais. Cada personagem com desejos profundos em volta desse assunto.
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